array(31) {
["id"]=>
int(178224)
["title"]=>
string(69) "PF prende policiais militares envolvidos com grupos criminosos no Rio"
["content"]=>
string(4453) "Operação Anomalia
A Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Anomalia, nesta quarta-feira (11), visando desmantelar um núcleo composto por policiais militares do estado do Rio de Janeiro, envolvidos com facções e milícias. Desde as primeiras horas da manhã, os policiais federais cumprem mandados de prisão dos investigados.
Os sete PMs alvos da operação foram presos e encaminhados à unidade prisional da corporação em Niterói. Segundo a Polícia Militar do Rio, eles serão submetidos a processos administrativos disciplinares.
Na ação de hoje, os agentes também cumprem sete mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, nos bairros Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz; e de Nova Iguaçu e Nilópolis, na Baixada Fluminense.
O Supremo Tribunal Federal (STF) também determinou o imediato afastamento das funções públicas de todos os investigados, bem como a quebra do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos. O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Rio.
Modus Operandi
As apurações dão conta que os “policiais militares alvos da operação se utilizavam das prerrogativas da farda e da função pública para atuar em benefício do crime organizado. A investigação evidenciou uma estrutura voltada não apenas à facilitação logística para o tráfico e milícias, mas também à blindagem de criminosos e à ocultação do proveito econômico ilícito”.
De acordo com a PF, os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de capitais. O material apreendido durante as buscas será submetido à análise, para a identificação de possíveis outros agentes envolvidos no esquema.
A operação é fruto das apurações conduzidas pela Força-Tarefa Missão Redentor II, que consolida as diretrizes do STF em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635. A ação que estabelece a atuação uniforme da PF na produção de inteligência para desmantelar facções ligadas ao tráfico de drogas e armas, promovendo a asfixia financeira de tais organizações e o corte sumário de suas conexões com agentes do Estado”, diz a nota da PF.
Delegado preso
Nesta terça-feira (10), os policiais federais prenderam três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles o delegado titular de uma delegacia da capital.
O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.
"
["author"]=>
string(24) "Minas1 / Agência Brasil"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(635570)
["filename"]=>
string(13) "pmspresos.jpg"
["size"]=>
string(5) "87462"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(19) " (PF/Divulgação)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(94) "STF determinou o afastamento das funções públicas dos investigados
"
["author_slug"]=>
string(21) "minas1-agencia-brasil"
["views"]=>
int(50)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(69) "pf-prende-policiais-militares-envolvidos-com-grupos-criminosos-no-rio"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-03-11 13:36:25.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-03-11 13:36:25.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-03-11T13:30:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(14) "/pmspresos.jpg"
}
Operação Anomalia
A Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Anomalia, nesta quarta-feira (11), visando desmantelar um núcleo composto por policiais militares do estado do Rio de Janeiro, envolvidos com facções e milícias. Desde as primeiras horas da manhã, os policiais federais cumprem mandados de prisão dos investigados.
Os sete PMs alvos da operação foram presos e encaminhados à unidade prisional da corporação em Niterói. Segundo a Polícia Militar do Rio, eles serão submetidos a processos administrativos disciplinares.
Na ação de hoje, os agentes também cumprem sete mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, nos bairros Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz; e de Nova Iguaçu e Nilópolis, na Baixada Fluminense.
O Supremo Tribunal Federal (STF) também determinou o imediato afastamento das funções públicas de todos os investigados, bem como a quebra do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos. O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Rio.
Modus Operandi
As apurações dão conta que os “policiais militares alvos da operação se utilizavam das prerrogativas da farda e da função pública para atuar em benefício do crime organizado. A investigação evidenciou uma estrutura voltada não apenas à facilitação logística para o tráfico e milícias, mas também à blindagem de criminosos e à ocultação do proveito econômico ilícito”.
De acordo com a PF, os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de capitais. O material apreendido durante as buscas será submetido à análise, para a identificação de possíveis outros agentes envolvidos no esquema.
A operação é fruto das apurações conduzidas pela Força-Tarefa Missão Redentor II, que consolida as diretrizes do STF em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635. A ação que estabelece a atuação uniforme da PF na produção de inteligência para desmantelar facções ligadas ao tráfico de drogas e armas, promovendo a asfixia financeira de tais organizações e o corte sumário de suas conexões com agentes do Estado”, diz a nota da PF.
Delegado preso
Nesta terça-feira (10), os policiais federais prenderam três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles o delegado titular de uma delegacia da capital.
O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.