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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (29) a Operação Guerra dos Tronos, com o objetivo de investigar homicídio e tentativa de homicídio de indígenas ocorridos em meio a conflitos na Terra Indígena de Nonoai, no Rio Grande do Sul.
Os crimes ocorreram em 2021, resultando na morte de um indígena e na tentativa de homicídio de outros dois. De acordo com a PF, 12 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos, por determinação da Justiça Federal de Passo Fundo, nas aldeias Pinhalzinho (Planalto) e Bananeiras (Gramado dos Loureiros).
A terra indígena possui cerca de 16 mil hectares de extensão territorial, e compreende os municípios de Nonoai, Gramado dos Loureiros, Planalto e Rio dos Índios. De acordo com os investigadores, em julho de 2021, formou-se, na aldeia Pinhalzinho, um grupo dissidente que se declarou independente e promoveu a escolha de um novo cacique. A situação deu início a uma disputa pela posse da terra.
A PF informa que os fatos investigados ocorreram no dia 14 de novembro do ano passado, “quando integrantes de um veículo passaram em frente a uma casa, localizada dentro da TI, às margens da Rodovia ERS 324, e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra o grupo que estava no local, provocando o óbito de um indígena”.
Ainda segundo a PF, em represália o grupo atacado bloqueou, em meio a uma manifestação, a ERS-324, na altura da Aldeia Pinhalzinho, “ocasião em que efetuou disparos de arma de fogo contra veículo que passava pelo local, vindo a ferir com gravidade um dos ocupantes do automóvel atingido”.
Cerca de 50 policiais federais participam da operação que conta o apoio da Brigada Militar; do 3º Batalhão de Polícia de Choque; do Comando Regional do Policiamento Ostensivo Fronteira Noroeste; e do Comando Rodoviário da Brigada Militar, além da Força Nacional de Segurança e de bombeiros e policiais civis.
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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (29) a Operação Guerra dos Tronos, com o objetivo de investigar homicídio e tentativa de homicídio de indígenas ocorridos em meio a conflitos na Terra Indígena de Nonoai, no Rio Grande do Sul.
Os crimes ocorreram em 2021, resultando na morte de um indígena e na tentativa de homicídio de outros dois. De acordo com a PF, 12 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos, por determinação da Justiça Federal de Passo Fundo, nas aldeias Pinhalzinho (Planalto) e Bananeiras (Gramado dos Loureiros).
A terra indígena possui cerca de 16 mil hectares de extensão territorial, e compreende os municípios de Nonoai, Gramado dos Loureiros, Planalto e Rio dos Índios. De acordo com os investigadores, em julho de 2021, formou-se, na aldeia Pinhalzinho, um grupo dissidente que se declarou independente e promoveu a escolha de um novo cacique. A situação deu início a uma disputa pela posse da terra.
A PF informa que os fatos investigados ocorreram no dia 14 de novembro do ano passado, “quando integrantes de um veículo passaram em frente a uma casa, localizada dentro da TI, às margens da Rodovia ERS 324, e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra o grupo que estava no local, provocando o óbito de um indígena”.
Ainda segundo a PF, em represália o grupo atacado bloqueou, em meio a uma manifestação, a ERS-324, na altura da Aldeia Pinhalzinho, “ocasião em que efetuou disparos de arma de fogo contra veículo que passava pelo local, vindo a ferir com gravidade um dos ocupantes do automóvel atingido”.
Cerca de 50 policiais federais participam da operação que conta o apoio da Brigada Militar; do 3º Batalhão de Polícia de Choque; do Comando Regional do Policiamento Ostensivo Fronteira Noroeste; e do Comando Rodoviário da Brigada Militar, além da Força Nacional de Segurança e de bombeiros e policiais civis.