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O documento propõe a criação de um grupo de especialistas para multilateralizar o processo e exige o envolvimento direto de setores como mineração, agropecuária e finanças. A meta é que o plano de desmatamento zero entre formalmente no rito político da ONU a partir da COP31, consolidando-se como política de Estado e não apenas de governo.
Para viabilizar essa agenda, o Igarapé reforça a necessidade de orientações claras sobre o apoio a florestas tropicais, temperadas e boreais, integrando-as ao planejamento nacional de cada país.
A estratégia inclui o uso do “Mapa do Caminho”, que será entregue pela presidência brasileira da COP, como uma plataforma de mobilização, capaz de induzir a cooperação internacional por meio de soluções que já foram testadas e comprovadas na prática.
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O documento propõe a criação de um grupo de especialistas para multilateralizar o processo e exige o envolvimento direto de setores como mineração, agropecuária e finanças. A meta é que o plano de desmatamento zero entre formalmente no rito político da ONU a partir da COP31, consolidando-se como política de Estado e não apenas de governo.
Para viabilizar essa agenda, o Igarapé reforça a necessidade de orientações claras sobre o apoio a florestas tropicais, temperadas e boreais, integrando-as ao planejamento nacional de cada país.
A estratégia inclui o uso do “Mapa do Caminho”, que será entregue pela presidência brasileira da COP, como uma plataforma de mobilização, capaz de induzir a cooperação internacional por meio de soluções que já foram testadas e comprovadas na prática.