array(31) {
["id"]=>
int(183263)
["title"]=>
string(84) "'No colo do capeta': Bolsonaristas ofendem memória de Marielle Franco em ato no Rio"
["content"]=>
string(4892) "Em ato perto da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), apoiadores do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ofenderam nesta terça-feira (13) a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018, em um crime de motivação política.
O ato ocorreu um dia depois da PUC-Rio proibir manifestações político-partidárias na universidade, até o fim das eleições.
Em vídeos que circulam nas redes sociais, bolsonaristas ironizaram o o assassinato de Marielle Franco. Um dos manifestantes falou em um carro de som: "Marielle está com papai do céu", e acrescentou, "ou no colo do capeta".
No carro de som, bolsonaristas discursaram contra apoiadores de Lula, que rebateram com gritos de mobilização e entoavam "Marielle, presente".
Houve também troca de ofensas entre os grupos.
Repercussão
Nas redes sociais, a filha de Marielle, Luyara Franco, publicou um vídeo defendendo a mãe.
"Zombar do assassinato de Marielle Franco não é opinião. Não é debate. Não é liberdade de expressão. É violência política", afirmou. "Transformar o assassinato da minha mãe em motivo de deboche é desrespeitar sua história, sua família e a luta de tantas pessoas que seguem exigindo justiça".
"Marielle foi uma mulher brilhante, cientista social formada pela PUC-Rio, pesquisadora, mestre em Administração Pública e uma parlamentar que dedicou sua vida à defesa dos direitos humanos. Uma mulher que pensava o Brasil com profundidade e trabalhava para transformá-lo", diz a filha.
A irmã de Marielle, a deputada federal eleita Anielle Franco (PT), publicou nas redes sociais apoio aos estudantes pró-Lula.
"A minha irmã estudou na PUC-Rio e eu sou professora. A gente sabe o lado certa da história, que a gente está. A gente está aqui para dizer que a gente resiste", afirmou.
Assassinato de Marielle
O crime ocorreu em março de 2018. O carro da vereadora Marielle Franco foi alvejado quando ela saia de ato no centro do Rio. Ela e o motorista Anderson Gomes foram assassinados.
Assassinos confessos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados em 2024.
Também foram condenados pelo crime:
Domingos Brazão, então conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro,
Chiquinho Brazão, ex-deputado federal,
Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro,
Ronald de Paula, major da Polícia Militar e
Robson Calixto, ex-policial militar.
"
["author"]=>
string(24) "Minas1 / Agência Brasil"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(641096)
["filename"]=>
string(13) "marielept.jpg"
["size"]=>
string(5) "55597"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(121) "Marielle foi assassinada junto ao motorista Anderson Gomes no dia 14 de março de 2018/ Foto: Marielle Franco / Facebook "
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(71) "Ofensas ocorreram em área próxima à PUC-Rio
"
["author_slug"]=>
string(21) "minas1-agencia-brasil"
["views"]=>
int(84)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(80) "no-colo-do-capeta-bolsonaristas-ofendem-memoria-de-marielle-franco-em-ato-no-rio"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-10-13 22:30:26.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-10-13 22:30:26.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-10-13T22:30:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(14) "/marielept.jpg"
}
Em ato perto da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), apoiadores do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ofenderam nesta terça-feira (13) a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018, em um crime de motivação política.
O ato ocorreu um dia depois da PUC-Rio proibir manifestações político-partidárias na universidade, até o fim das eleições.
Em vídeos que circulam nas redes sociais, bolsonaristas ironizaram o o assassinato de Marielle Franco. Um dos manifestantes falou em um carro de som: "Marielle está com papai do céu", e acrescentou, "ou no colo do capeta".
No carro de som, bolsonaristas discursaram contra apoiadores de Lula, que rebateram com gritos de mobilização e entoavam "Marielle, presente".
Houve também troca de ofensas entre os grupos.
Repercussão
Nas redes sociais, a filha de Marielle, Luyara Franco, publicou um vídeo defendendo a mãe.
"Zombar do assassinato de Marielle Franco não é opinião. Não é debate. Não é liberdade de expressão. É violência política", afirmou. "Transformar o assassinato da minha mãe em motivo de deboche é desrespeitar sua história, sua família e a luta de tantas pessoas que seguem exigindo justiça".
"Marielle foi uma mulher brilhante, cientista social formada pela PUC-Rio, pesquisadora, mestre em Administração Pública e uma parlamentar que dedicou sua vida à defesa dos direitos humanos. Uma mulher que pensava o Brasil com profundidade e trabalhava para transformá-lo", diz a filha.
A irmã de Marielle, a deputada federal eleita Anielle Franco (PT), publicou nas redes sociais apoio aos estudantes pró-Lula.
"A minha irmã estudou na PUC-Rio e eu sou professora. A gente sabe o lado certa da história, que a gente está. A gente está aqui para dizer que a gente resiste", afirmou.
Assassinato de Marielle
O crime ocorreu em março de 2018. O carro da vereadora Marielle Franco foi alvejado quando ela saia de ato no centro do Rio. Ela e o motorista Anderson Gomes foram assassinados.
Assassinos confessos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz foram condenados em 2024.
Também foram condenados pelo crime:
Domingos Brazão, então conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro,
Chiquinho Brazão, ex-deputado federal,
Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro,
Ronald de Paula, major da Polícia Militar e
Robson Calixto, ex-policial militar.