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O pedido foi encaminhado após representantes de sindicatos reclamarem que distribuidoras desses quatro estados brasileiros e do Distrito Federal estavam elevando os preços de venda dos combustíveis. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Minaspetro) manifestou dificuldades no abastecimento e preços elevados praticados por distribuidoras.
A Petrobras garante que há oferta no Brasil e que os reflexos da guerra no Oriente Médio ainda não foram sentidos no mercado interno de combustíveis. A empresa não anunciou nenhum tipo de aumento nos preços praticados em suas refinarias. Esse aumento, disseram os sindicalistas do setor de postos, estaria sendo justificado pelas distribuidoras (entes da cadeia produtiva intermediários entre as refinarias da Petrobras e os postos de combustíveis) pela alta no preço internacional do petróleo, associada aos ataques que vêm ocorrendo no Oriente Médio.
“Nos últimos dias, o Minaspetro vinha alertando a imprensa e autoridades sobre restrições impostas por distribuidoras na venda de combustíveis, especialmente para postos de marca própria. Segundo relatos de revendedores, as empresas estariam se negando a vender produtos ou oferecendo combustível a preços considerados exorbitantes, o que inviabiliza a compra”, informou a entidade.
Na noite de terça-feira (10/3), o sindicato já havia recebido relatos de postos com falta de combustível, principalmente entre estabelecimentos de marca própria. Diante do cenário, o Minaspetro reforçou o alerta às autoridades e ao mercado. “O Minaspetro informa que seguirá monitorando a situação nas bases de distribuição e mantendo revendedores e imprensa informados sobre eventuais desdobramentos no abastecimento de combustíveis em Minas Gerais.”
Em Belo Horizonte, leitores de O TEMPO entraram em contato com a redação reclamando de aumentos expressivos de preços da gasolina entre segunda-feira (9/3) e esta quarta (11/3). A reportagem percorre, neste momento, postos pela cidade para verificar preços e já pediu posicionamento do Procon Assembleia e do Ministério Público. A reportagem aguarda também posicionamento do Sindicato Nacional das Empresas de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).
Ministério está de olho
O Ministério de Minas e Energia (MME) emitiu nota na terça-feira (10/3) em que afirma ter intensificado o monitoramento do mercado global de petróleo e da logística nacional do abastecimento de combustíveis. Os valores cobrados nos postos também serão monitorados pelo ministério.
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O pedido foi encaminhado após representantes de sindicatos reclamarem que distribuidoras desses quatro estados brasileiros e do Distrito Federal estavam elevando os preços de venda dos combustíveis. O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Minaspetro) manifestou dificuldades no abastecimento e preços elevados praticados por distribuidoras.
A Petrobras garante que há oferta no Brasil e que os reflexos da guerra no Oriente Médio ainda não foram sentidos no mercado interno de combustíveis. A empresa não anunciou nenhum tipo de aumento nos preços praticados em suas refinarias. Esse aumento, disseram os sindicalistas do setor de postos, estaria sendo justificado pelas distribuidoras (entes da cadeia produtiva intermediários entre as refinarias da Petrobras e os postos de combustíveis) pela alta no preço internacional do petróleo, associada aos ataques que vêm ocorrendo no Oriente Médio.
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Na noite de terça-feira (10/3), o sindicato já havia recebido relatos de postos com falta de combustível, principalmente entre estabelecimentos de marca própria. Diante do cenário, o Minaspetro reforçou o alerta às autoridades e ao mercado. “O Minaspetro informa que seguirá monitorando a situação nas bases de distribuição e mantendo revendedores e imprensa informados sobre eventuais desdobramentos no abastecimento de combustíveis em Minas Gerais.”
Em Belo Horizonte, leitores de O TEMPO entraram em contato com a redação reclamando de aumentos expressivos de preços da gasolina entre segunda-feira (9/3) e esta quarta (11/3). A reportagem percorre, neste momento, postos pela cidade para verificar preços e já pediu posicionamento do Procon Assembleia e do Ministério Público. A reportagem aguarda também posicionamento do Sindicato Nacional das Empresas de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).
Ministério está de olho
O Ministério de Minas e Energia (MME) emitiu nota na terça-feira (10/3) em que afirma ter intensificado o monitoramento do mercado global de petróleo e da logística nacional do abastecimento de combustíveis. Os valores cobrados nos postos também serão monitorados pelo ministério.