• Tecnologia
  • Notícias
    • Brasil
    • Ciência
    • Comportamento
    • Concursos
    • Direito do Consumidor
    • Direitos Humanos
    • Educação
    • Gastronomia
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mercado de Trabalho
    • Mídia
    • Minas
    • Mundo Animal
    • Polícia
    • Política
    • Protestos
    • Saúde
    • Trânsito
    • Turismo
    • Veículos
  • Colunistas
  • Minas
  • Esportes
  • Carnaval 2020
  • Contato
  • Anuncie no portal Minas 1
  • Tecnologia
  • Notícias
    • Brasil
    • Ciência
    • Comportamento
    • Concursos
    • Direito do Consumidor
    • Direitos Humanos
    • Educação
    • Gastronomia
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mercado de Trabalho
    • Mídia
    • Minas
    • Mundo Animal
    • Polícia
    • Política
    • Protestos
    • Saúde
    • Trânsito
    • Turismo
    • Veículos
  • Colunistas
  • Minas
  • Esportes
  • Carnaval 2020
  • Contato
  • Anuncie no portal Minas 1
Minas1
sá, 14 de fev de 2026
Horário: 22:01 Hs
Dolar: R$
Euro: R$

Economistas lançam manifesto contra reforma da Previdência

14/05/2019 15h30 - Atualizado em 29/05/2019 20h26 por Minas1


grama.jpg
array(31) {
  ["id"]=>
  int(107031)
  ["title"]=>
  string(60) "Economistas lançam manifesto contra reforma da Previdência"
  ["content"]=>
  string(7724) "

 

Assinado por prestigiosas instituições da Área de Economia e notáveis professores e profissionais do setor, foi lançado o Manifesto dos Economistas em Defesa da Previdência Social. Com linguagem clara e contundente, os economistas se posicionam contrários à proposta de Bolsonaro e Guedes, ao mesmo tempo em que pedem pluralidade dos meios de comunicação para um debate público sobre o tema

 

Brasília - Assinado por prestigiosas instituições da Área de Economia e notáveis professores e profissionais do setor, foi lançado o Manifesto dos Economistas em Defesa da Previdência Social. Com linguagem clara e contundente, os economistas se posicionam contrários à proposta de Bolsonaro e Guedes, ao mesmo tempo em que pedem pluralidade dos meios de comunicação para um debate público sobre o tema.

O Manifesto diz que "a atual PEC 6 não propõe reformar a previdência social de forma a preservar a sua natureza como um regime de repartição, tampouco garante a sua sustentabilidade fiscal".

Os economistas e suas entidades representativas afirmam que "é preciso reavaliar as mudanças de regras que prejudicam especialmente a população mais pobre como, por exemplo, a redução no valor do Benefício de Prestação Continuada, as alterações na aposentadoria rural e o aumento do tempo de contribuição mínimo para aposentadorias por idade, fato que irá prejudicar especialmente as mulheres, dado que estão sujeitas a uma maior rotatividade no mercado de trabalho e menor tempo de contribuição".

Leia a íntegra

Nós, entidades e economistas de diversas formações teóricas e políticas e diferentes especialidades, viemos por meio desse manifesto defender a Previdência Social e seu regime de repartição, nos posicionar contrários à Proposta de Emenda Constitucional 6/2019 (PEC 6) e demandar dos meios de comunicação mais pluralidade no debate público/midiático sobre o tema em questão.

A Previdência Social e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) atendem a dezenas de milhões de brasileiros e tornam a pobreza na velhice um problema residual no Brasil. Seu financiamento combina contribuições de trabalhadores, empresas e do governo que estão sujeitas aos ciclos econômicos, às mudanças demográficas e às transformações no mercado de trabalho.

Nesse sentido, é natural que a previdência passe por ajustes periódicos que adequem os benefícios, recomponham e repactuem novas fontes de financiamentos, corrijam inadequações, injustiças e privilégios.

No entanto, a atual PEC 6 não propõe reformar a previdência social de forma a preservar a sua natureza como um regime de repartição, tampouco garante a sua sustentabilidade fiscal. O regime de capitalização proposto no artigo 201-A da PEC 6, a ser especificado posteriormente por meio de uma Lei Complementar, aponta para a adoção de outro regime de previdência em substituição (e não complementariedade) ao atual regime solidário de repartição, o que pode resultar em um elevado custo social (como aponta a experiência internacional) além de um alto custo fiscal de transição.

Para avaliação de uma proposta dessa natureza, consideramos absolutamente necessária a especificação do regime de capitalização e uma ampla avaliação de impacto em termos do seu custo social e fiscal. Nesse contexto, na ausência da especificação desse novo regime de previdência e da disponibilização dos dados acerca de eventuais estudos de impacto dessa medida, a capitalização se apresenta como um cheque em branco com altíssimo risco social e fiscal para a sociedade brasileira.

Também nos causa preocupação a "desconstitucionalização" de aspectos do nosso sistema de proteção social uma vez que a PEC 6 possibilita a alteração de regras da Seguridade Social e de seu orçamento sem a necessidade de aprovação de Emendas Constitucionais, mas por meio de leis complementares.

Além disso, é preciso reavaliar as mudanças de regras que prejudicam especialmente a população mais pobre como, por exemplo, a redução no valor do Benefício de Prestação Continuada, as alterações na aposentadoria rural e o aumento do tempo de contribuição mínimo para aposentadorias por idade, fato que irá prejudicar especialmente as mulheres, dado que estão sujeitas a uma maior rotatividade no mercado de trabalho e menor tempo de contribuição.

Por fim, consideramos que a mídia deve proporcionar uma cobertura imparcial sobre o tema da Reforma da Previdência e contemplar economistas com opiniões diferentes, o que não tem sido observado em alguns dos principais veículos de comunicação brasileiros. As questões presentes neste manifesto, assim como outras críticas possíveis ao atual projeto do governo, não têm sido devidamente contempladas no debate público promovido pelos principais meios de comunicação brasileiros, com importantes exceções, apesar de contarem com a concordância de um grande número de economistas. O debate democrático acerca de um tema tão sensível para o futuro do país exige uma abertura maior ao dialogo e ao contraditório por parte das instituições que promovem o debate público no Brasil.

Conselho Federal de Economia (Cofecon)
Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP)
Diretoria da Associação Keynesiana Brasileira (AKB)
Associação Brasileira de Economia da Saúde (ABRES)
Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica (ABPHE)
Associação de Pesquisadores em Economia Catarinense (APEC)
Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED)
Federação Nacional dos Estudantes de Economia (FENECO)
Diretoria da Associação Nacional de Cursos de Graduação em Ciências Econômicas (ANGE)

" ["author"]=> string(6) "Minas1" ["user"]=> NULL ["image"]=> array(6) { ["id"]=> int(551855) ["filename"]=> string(9) "grama.jpg" ["size"]=> string(6) "166495" ["mime_type"]=> string(10) "image/jpeg" ["anchor"]=> NULL ["path"]=> string(5) "site/" } ["image_caption"]=> string(0) "" ["categories_posts"]=> NULL ["tags_posts"]=> array(0) { } ["active"]=> bool(true) ["description"]=> string(0) "" ["author_slug"]=> string(6) "minas1" ["views"]=> int(111) ["images"]=> NULL ["alternative_title"]=> string(0) "" ["featured"]=> bool(false) ["position"]=> int(0) ["featured_position"]=> int(47) ["users"]=> NULL ["groups"]=> NULL ["author_image"]=> NULL ["thumbnail"]=> NULL ["slug"]=> string(58) "economistas-lancam-manifesto-contra-reforma-da-previdencia" ["categories"]=> array(1) { [0]=> array(9) { ["id"]=> int(460) ["name"]=> string(6) "Brasil" ["description"]=> NULL ["image"]=> NULL ["color"]=> string(0) "" ["active"]=> bool(true) ["category_modules"]=> NULL ["category_models"]=> NULL ["slug"]=> string(6) "brasil" } } ["category"]=> array(9) { ["id"]=> int(460) ["name"]=> string(6) "Brasil" ["description"]=> NULL ["image"]=> NULL ["color"]=> string(0) "" ["active"]=> bool(true) ["category_modules"]=> NULL ["category_models"]=> NULL ["slug"]=> string(6) "brasil" } ["tags"]=> NULL ["created_at"]=> object(DateTime)#539 (3) { ["date"]=> string(26) "2019-05-14 15:39:05.000000" ["timezone_type"]=> int(3) ["timezone"]=> string(13) "America/Bahia" } ["updated_at"]=> object(DateTime)#546 (3) { ["date"]=> string(26) "2019-05-29 20:26:17.000000" ["timezone_type"]=> int(3) ["timezone"]=> string(13) "America/Bahia" } ["published_at"]=> string(25) "2019-05-14T15:30:00-03:00" ["group_permissions"]=> array(4) { [0]=> int(1) [1]=> int(4) [2]=> int(2) [3]=> int(3) } ["image_path"]=> string(14) "site/grama.jpg" }

 

Assinado por prestigiosas instituições da Área de Economia e notáveis professores e profissionais do setor, foi lançado o Manifesto dos Economistas em Defesa da Previdência Social. Com linguagem clara e contundente, os economistas se posicionam contrários à proposta de Bolsonaro e Guedes, ao mesmo tempo em que pedem pluralidade dos meios de comunicação para um debate público sobre o tema

 

Brasília - Assinado por prestigiosas instituições da Área de Economia e notáveis professores e profissionais do setor, foi lançado o Manifesto dos Economistas em Defesa da Previdência Social. Com linguagem clara e contundente, os economistas se posicionam contrários à proposta de Bolsonaro e Guedes, ao mesmo tempo em que pedem pluralidade dos meios de comunicação para um debate público sobre o tema.

O Manifesto diz que "a atual PEC 6 não propõe reformar a previdência social de forma a preservar a sua natureza como um regime de repartição, tampouco garante a sua sustentabilidade fiscal".

Os economistas e suas entidades representativas afirmam que "é preciso reavaliar as mudanças de regras que prejudicam especialmente a população mais pobre como, por exemplo, a redução no valor do Benefício de Prestação Continuada, as alterações na aposentadoria rural e o aumento do tempo de contribuição mínimo para aposentadorias por idade, fato que irá prejudicar especialmente as mulheres, dado que estão sujeitas a uma maior rotatividade no mercado de trabalho e menor tempo de contribuição".

Leia a íntegra

Nós, entidades e economistas de diversas formações teóricas e políticas e diferentes especialidades, viemos por meio desse manifesto defender a Previdência Social e seu regime de repartição, nos posicionar contrários à Proposta de Emenda Constitucional 6/2019 (PEC 6) e demandar dos meios de comunicação mais pluralidade no debate público/midiático sobre o tema em questão.

A Previdência Social e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) atendem a dezenas de milhões de brasileiros e tornam a pobreza na velhice um problema residual no Brasil. Seu financiamento combina contribuições de trabalhadores, empresas e do governo que estão sujeitas aos ciclos econômicos, às mudanças demográficas e às transformações no mercado de trabalho.

Nesse sentido, é natural que a previdência passe por ajustes periódicos que adequem os benefícios, recomponham e repactuem novas fontes de financiamentos, corrijam inadequações, injustiças e privilégios.

No entanto, a atual PEC 6 não propõe reformar a previdência social de forma a preservar a sua natureza como um regime de repartição, tampouco garante a sua sustentabilidade fiscal. O regime de capitalização proposto no artigo 201-A da PEC 6, a ser especificado posteriormente por meio de uma Lei Complementar, aponta para a adoção de outro regime de previdência em substituição (e não complementariedade) ao atual regime solidário de repartição, o que pode resultar em um elevado custo social (como aponta a experiência internacional) além de um alto custo fiscal de transição.

Para avaliação de uma proposta dessa natureza, consideramos absolutamente necessária a especificação do regime de capitalização e uma ampla avaliação de impacto em termos do seu custo social e fiscal. Nesse contexto, na ausência da especificação desse novo regime de previdência e da disponibilização dos dados acerca de eventuais estudos de impacto dessa medida, a capitalização se apresenta como um cheque em branco com altíssimo risco social e fiscal para a sociedade brasileira.

Também nos causa preocupação a "desconstitucionalização" de aspectos do nosso sistema de proteção social uma vez que a PEC 6 possibilita a alteração de regras da Seguridade Social e de seu orçamento sem a necessidade de aprovação de Emendas Constitucionais, mas por meio de leis complementares.

Além disso, é preciso reavaliar as mudanças de regras que prejudicam especialmente a população mais pobre como, por exemplo, a redução no valor do Benefício de Prestação Continuada, as alterações na aposentadoria rural e o aumento do tempo de contribuição mínimo para aposentadorias por idade, fato que irá prejudicar especialmente as mulheres, dado que estão sujeitas a uma maior rotatividade no mercado de trabalho e menor tempo de contribuição.

Por fim, consideramos que a mídia deve proporcionar uma cobertura imparcial sobre o tema da Reforma da Previdência e contemplar economistas com opiniões diferentes, o que não tem sido observado em alguns dos principais veículos de comunicação brasileiros. As questões presentes neste manifesto, assim como outras críticas possíveis ao atual projeto do governo, não têm sido devidamente contempladas no debate público promovido pelos principais meios de comunicação brasileiros, com importantes exceções, apesar de contarem com a concordância de um grande número de economistas. O debate democrático acerca de um tema tão sensível para o futuro do país exige uma abertura maior ao dialogo e ao contraditório por parte das instituições que promovem o debate público no Brasil.

Conselho Federal de Economia (Cofecon)
Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP)
Diretoria da Associação Keynesiana Brasileira (AKB)
Associação Brasileira de Economia da Saúde (ABRES)
Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica (ABPHE)
Associação de Pesquisadores em Economia Catarinense (APEC)
Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED)
Federação Nacional dos Estudantes de Economia (FENECO)
Diretoria da Associação Nacional de Cursos de Graduação em Ciências Econômicas (ANGE)

Publicidade

Mais Lidas

Foto/Divulgalção
10/02/2026 às 11:20
Desaparecimentos de crianças e adolescentes crescem 40% em Minas, com média de 7 casos por dia
Raquel Lyra, Janja, Lula e João Campos foram ao camarote do Galo da Madrugada (Governo do estado )
14/02/2026 às 14:50
Carnaval 2026: Com Raquel e João, Lula participa do desfile do Galo da Madrugada no Recife
Com boa infraestrutura de hotéis e restaurantes e opções de lazer para públicos variados, Serra Negra é um destino em ascensão que promete agradar a todos (Sérgio Cordeiro / Videograph)
25/07/2025 às 21:50
Serra Negra: lazer garantido entre montanhas, natureza e compras em SP
 Thales Naves Alves Machado matou os filhos Miguel Araújo Machado e Benício Araújo Machado, em Itumbiara (GO)crédito: Redes Sociais/Reprodução
14/02/2026 às 11:00
Crime em Itumbiara'Tribunal da internet': absolve o assassino e condena a mãe em luto eterno
Prefeito Álvaro Damião celebra o Carnaval de BHcrédito: PBH/REPRODUÇÃO
14/02/2026 às 10:50
"Quem te viu, quem te vê": Damião celebra Carnaval de BH
Cida Falabella, Andreia de Jesus, Bella Gonçalves e Pedro Rousseff no Então Brilha! crédito: ALESSANDRA MELLO/EM/DAPRESS
14/02/2026 às 11:10
Parlamentares de esquerda desfilam com fantasias políticas no Então, Brilha
Publicidade
Publicidade

© 2019 Minas1 - Todos os direitos reservados
EMAIL contato@minas1.com.br
logo-izap.pngGerenciar