array(31) {
["id"]=>
int(182987)
["title"]=>
string(70) "Dino manda PF investigar onda de ataques a imagens religiosas no país"
["content"]=>
string(3072) "Intolerância religiosa
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (30/9) que a Polícia Federal (PF) investigue uma série de ataques contra imagens e espaços religiosos registrados em diferentes estados do país. A medida foi tomada no mesmo processo em que o magistrado havia decidido, no último domingo (27/9), sobre a circulação de publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
Segundo Dino, após a decisão anterior, chegaram ao gabinete relatos de diferentes partes do Brasil que apontariam para uma “aparente onda de ataques nos últimos meses contra imagens religiosas”. O ministro reuniu no despacho episódios envolvendo símbolos católicos e também religiões de matriz african
Entre os casos citados estão a destruição de imagens de santos em Salvador, Londrina, Rio Grande, Maceió e Mato Grosso. Dino também menciona um ataque a um terreiro de umbanda em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde imagens de orixás foram destruídas, além de objetos religiosos furtados.
Para o ministro, os episódios formam um “quadro bastante grave” e apresentam indícios da prática de diferentes crimes. Dino cita, entre eles, ultraje a culto religioso, preconceito religioso, violência contra práticas religiosas, injúria qualificada por elemento religioso, ameaça, furto, dano, incêndio e violação de domicílio.
O magistrado do STF determinou que cópias da decisão anterior e do novo despacho sejam enviadas ao procurador-geral da República e ao diretor-geral da PF para a adoção das providências cabíveis. Ele também requisitou expressamente a abertura de inquérito policial para apurar os episódios.
A entrada da PF no caso, segundo Dino, ocorre diante da “repercussão interestadual”, da necessidade de uma repressão uniforme e da “natureza aparente de crimes contra os direitos humanos”. O ministro deixou aberta a possibilidade de as investigações serem concentradas em um único procedimento ou desmembradas pelos órgãos responsáveis.
"
["author"]=>
string(38) "Alicia Bernardes - Correio Braziliense"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(640796)
["filename"]=>
string(16) "dinosantastf.jpg"
["size"]=>
string(6) "143265"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(181) " Dino derruba decisão de Mendonça que mandava remover posts sobre Flávio e Nossa Senhora, alegando que a medida atingia a liberdade de expressão /crédito: Rosinei Coutinho/STF"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(197) "O ministro do STF reuniu no despacho episódios envolvendo símbolos católicos, como Nossa Senhora, e também religiões de matriz africana em diversos estados
"
["author_slug"]=>
string(36) "alicia-bernardes-correio-braziliense"
["views"]=>
int(58)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(true)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(69) "dino-manda-pf-investigar-onda-de-ataques-a-imagens-religiosas-no-pais"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(460)
["name"]=>
string(6) "Brasil"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(0) ""
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(6) "brasil"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-09-30 14:45:24.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-09-30 14:45:24.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-09-30T14:50:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(17) "/dinosantastf.jpg"
}
Intolerância religiosa
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (30/9) que a Polícia Federal (PF) investigue uma série de ataques contra imagens e espaços religiosos registrados em diferentes estados do país. A medida foi tomada no mesmo processo em que o magistrado havia decidido, no último domingo (27/9), sobre a circulação de publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
Segundo Dino, após a decisão anterior, chegaram ao gabinete relatos de diferentes partes do Brasil que apontariam para uma “aparente onda de ataques nos últimos meses contra imagens religiosas”. O ministro reuniu no despacho episódios envolvendo símbolos católicos e também religiões de matriz african
Entre os casos citados estão a destruição de imagens de santos em Salvador, Londrina, Rio Grande, Maceió e Mato Grosso. Dino também menciona um ataque a um terreiro de umbanda em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde imagens de orixás foram destruídas, além de objetos religiosos furtados.
Para o ministro, os episódios formam um “quadro bastante grave” e apresentam indícios da prática de diferentes crimes. Dino cita, entre eles, ultraje a culto religioso, preconceito religioso, violência contra práticas religiosas, injúria qualificada por elemento religioso, ameaça, furto, dano, incêndio e violação de domicílio.
O magistrado do STF determinou que cópias da decisão anterior e do novo despacho sejam enviadas ao procurador-geral da República e ao diretor-geral da PF para a adoção das providências cabíveis. Ele também requisitou expressamente a abertura de inquérito policial para apurar os episódios.
A entrada da PF no caso, segundo Dino, ocorre diante da “repercussão interestadual”, da necessidade de uma repressão uniforme e da “natureza aparente de crimes contra os direitos humanos”. O ministro deixou aberta a possibilidade de as investigações serem concentradas em um único procedimento ou desmembradas pelos órgãos responsáveis.