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O painel Exposição e motivos da violência, pintado em 1967 pelo multiartista paraibano radicado em Pernambuco, é o ponto de partida de João Câmara, nota nova - Ecos de 1967, exposição em cartaz a partir de hoje, às 19h, na Galeria Marco Zero (Av. Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem). A obra recebeu, naquele ano, o grande prêmio do IV Salão Nacional de Brasília, em 1967, desbancando artistas mais renomados no período como Hélio Oiticica, Aloísio Carvão e Lothar Charoux.
Com curadoria de Cristiana Tejo, a exposição celebra João Câmara, ao apresentar uma seleção de trabalhos do período de 1965 até 1971, traçando um panorama do início da construção da poética do pintor e seus principais interesses, ângulo pouco mostrado em suas mostras individuais. O espaço tem visitação gratuita e é aberto de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h. Ecos de 1967 ficará em cartaz até o dia 23 de julho.
Segundo a curadora Cristiana Tejo, o painel Exposição e motivos da violência nunca ficou exposto na capital pernambucana, pois foi um prêmio de aquisição e entrou na coleção oficial do Distrito Federal. “Na época, João Câmara tinha apenas 23 anos e seu conjunto de trabalhos apresentados no certame foi considerado a nota nova do Salão, uma grande novidade, daí a inspiração para o nome da exposição. Essa é a principal obra da exposição no Recife, ela marca o início da organização do vocabulário plástico”, conta Tejo, que é pesquisadora e ex-diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam).
João Câmara iniciou os estudos no curso livre de Pintura da Escola de Belas Artes da UFPE entre 1960 e 1963. Na mesma década, seus trabalhos ficaram conhecidos pelas figuras humanas com representações de corpos fragmentados, o que conferiu um caráter peculiar aos seus trabalhos. Na década seguinte, ele inicia a série Cenas da vida brasileira 1930/1954 (1974-1976), que hoje configura seu conjunto de obras mais famoso, como também Dez casos de amor e uma pintura de Câmara (1977-1983), do mesmo período.
Em 1986, cria O olho de meu pai sobre a cidade, em que faz homenagem a seu pai e à cidade do Recife. Já no início dos anos 2000, concluiu a série Duas cidades, que tem como cenário Recife e Olinda - esta última, cidade de domicílio do artista atualmente.
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O painel Exposição e motivos da violência, pintado em 1967 pelo multiartista paraibano radicado em Pernambuco, é o ponto de partida de João Câmara, nota nova - Ecos de 1967, exposição em cartaz a partir de hoje, às 19h, na Galeria Marco Zero (Av. Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem). A obra recebeu, naquele ano, o grande prêmio do IV Salão Nacional de Brasília, em 1967, desbancando artistas mais renomados no período como Hélio Oiticica, Aloísio Carvão e Lothar Charoux.
Com curadoria de Cristiana Tejo, a exposição celebra João Câmara, ao apresentar uma seleção de trabalhos do período de 1965 até 1971, traçando um panorama do início da construção da poética do pintor e seus principais interesses, ângulo pouco mostrado em suas mostras individuais. O espaço tem visitação gratuita e é aberto de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 17h. Ecos de 1967 ficará em cartaz até o dia 23 de julho.
Segundo a curadora Cristiana Tejo, o painel Exposição e motivos da violência nunca ficou exposto na capital pernambucana, pois foi um prêmio de aquisição e entrou na coleção oficial do Distrito Federal. “Na época, João Câmara tinha apenas 23 anos e seu conjunto de trabalhos apresentados no certame foi considerado a nota nova do Salão, uma grande novidade, daí a inspiração para o nome da exposição. Essa é a principal obra da exposição no Recife, ela marca o início da organização do vocabulário plástico”, conta Tejo, que é pesquisadora e ex-diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam).
João Câmara iniciou os estudos no curso livre de Pintura da Escola de Belas Artes da UFPE entre 1960 e 1963. Na mesma década, seus trabalhos ficaram conhecidos pelas figuras humanas com representações de corpos fragmentados, o que conferiu um caráter peculiar aos seus trabalhos. Na década seguinte, ele inicia a série Cenas da vida brasileira 1930/1954 (1974-1976), que hoje configura seu conjunto de obras mais famoso, como também Dez casos de amor e uma pintura de Câmara (1977-1983), do mesmo período.
Em 1986, cria O olho de meu pai sobre a cidade, em que faz homenagem a seu pai e à cidade do Recife. Já no início dos anos 2000, concluiu a série Duas cidades, que tem como cenário Recife e Olinda - esta última, cidade de domicílio do artista atualmente.