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Uma Cinderela empoderada e uma dupla de cantores preocupada com a escassez de água no mundo. Tudo isso embalado por sequências musicais que vão agradar em cheio os espectadores mirins e todos os apaixonados pelo gênero musical.
“Sou da geração que viu o musical ter um grande boom no país. Hoje ele é o terceiro mercado mais aquecido do mundo”, registra Fabi Bang, que dá vida (e principalmente voz) à clássica personagem na adaptação brasileira do espetáculo da Broadway.
Cartaz de quinta a domingo, no Sesc Palladium, “Cinderella, o Musical” é um conto de fadas que se transformou ao longo do tempo. Não vamos ver, por exemplo, a personagem esperar pelo príncipe encantado após deixar um sapatinho de cristal para trás.
Baseada no original de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, lançado em 1957, a peça ganhou sotaque em português em 2016. Nos últimos tempos, passou por um “upgrade”, como define Fabi, ao falar das mudanças de cenários e elenco.
“Meu maior desafio foi levar frescor à personagem, de forma que, para quem já viu, se sinta motivado a ver de novo. Minha Cinderela tem uma outra atitude”, detalha Fabi. O texto, explica, é o mesmo. O que muda é “a forma de se colocar e a maneira de interagir com outros personagens”.
Para Fabi, nome constante nos créditos dos principais musicais do país, é preciso valorizar os clássicos, sem deixar de dar um frescor a eles para que fiquem mais contemporâneos. “Tem que haver uma comunicação direta. Não pode ficar no ‘Era uma vez...’”.
Na época em que Fabi começou a fazer musicais as opções de artistas eram limitadas: uns sabiam cantar, outros dançar, ou só atuavam. “Hoje estamos colhendo os frutos do que Bibi Ferreira e Marília Pêra nos trouxeram, de forma embrionária e corajosa”.
Uma prova disso é que, durante uma audição, “aparecem 200 pessoas para disputar o mesmo papel com você”. Os produtores chegam a receber cerca de seis mil currículos para análise. “Há muita oportunidade de trabalho, não só para atores”, assinala.
SERVIÇO
“Cinderella, o Musical” – Quinta e sexta, às 19h30, e sábado e domingo, às 15h e 19h30. No Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046). Ingressos pelo Sympla ou na bilheteria do teatro. Plateia I – R$ 220 (R$ 110, a meia). Plateia II – R$ 160 (R$ 80, a meia). Plateia III – R$ 140 (R$ 70, a meia).
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Uma Cinderela empoderada e uma dupla de cantores preocupada com a escassez de água no mundo. Tudo isso embalado por sequências musicais que vão agradar em cheio os espectadores mirins e todos os apaixonados pelo gênero musical.
“Sou da geração que viu o musical ter um grande boom no país. Hoje ele é o terceiro mercado mais aquecido do mundo”, registra Fabi Bang, que dá vida (e principalmente voz) à clássica personagem na adaptação brasileira do espetáculo da Broadway.
Cartaz de quinta a domingo, no Sesc Palladium, “Cinderella, o Musical” é um conto de fadas que se transformou ao longo do tempo. Não vamos ver, por exemplo, a personagem esperar pelo príncipe encantado após deixar um sapatinho de cristal para trás.
Baseada no original de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein, lançado em 1957, a peça ganhou sotaque em português em 2016. Nos últimos tempos, passou por um “upgrade”, como define Fabi, ao falar das mudanças de cenários e elenco.
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“Cinderella, o Musical” – Quinta e sexta, às 19h30, e sábado e domingo, às 15h e 19h30. No Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046). Ingressos pelo Sympla ou na bilheteria do teatro. Plateia I – R$ 220 (R$ 110, a meia). Plateia II – R$ 160 (R$ 80, a meia). Plateia III – R$ 140 (R$ 70, a meia).