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string(5267) "Dicas alimentares
Muitas pessoas que usam as populares canetas emagrecedoras enfrentam um desafio comum ao fim do tratamento: o medo de recuperar todo o peso perdido. A chave para evitar o efeito sanfona está na reeducação alimentar, uma mudança de hábitos que deve começar ainda durante o uso do medicamento para garantir resultados duradouros.
Esses medicamentos funcionam, em grande parte, reduzindo o apetite e promovendo a saciedade. Quando o uso é interrompido, a fome natural retorna. Se os hábitos alimentares não foram ajustados nesse período, a tendência é voltar a consumir as mesmas calorias de antes, o que leva ao ganho de peso. Não por acaso, estudos recentes indicam que 58% dos usuários recuperam peso em até um ano após a interrupção do tratamento, ressaltando a importância do acompanhamento contínuo.
A transição bem-sucedida não se baseia em restrições severas, mas em escolhas inteligentes e na construção de uma nova relação com a comida. O objetivo é manter o metabolismo ativo e o corpo nutrido, controlando a fome de forma natural.
O que fazer para manter o peso?
A prioridade deve ser a construção de pratos que garantam saciedade por mais tempo. Isso se traduz em refeições ricas em proteínas magras e fibras, que demoram mais para serem digeridas e ajudam a estabilizar os níveis de açúcar no sangue, evitando picos de fome.
Planejar as refeições da semana ajuda a evitar escolhas impulsivas e menos saudáveis. Ter lanches nutritivos à mão, como frutas e castanhas, também impede deslizes ao longo do dia. O foco passa a ser a qualidade nutricional, não apenas o valor calórico dos alimentos.
Outra técnica importante é comer com atenção, prestando atenção aos sinais de fome e saciedade do corpo. Mastigar devagar e sem distrações, como telas de celular, contribui para que o cérebro processe a informação de que o estômago está cheio, evitando excessos.
Alimentos que devem estar no prato
Proteínas magras: ovos, frango, peixes, iogurte natural e leguminosas, como feijão e lentilha, são essenciais para a construção de massa muscular e para prolongar a sensação de saciedade.
Fibras: aveia, frutas com casca, verduras, legumes e sementes como chia e linhaça ajudam no bom funcionamento do intestino e retardam a absorção de açúcar, controlando a fome.
Gorduras boas: abacate, azeite de oliva extravirgem, castanhas e sementes fornecem energia e são importantes para a saúde do coração. Elas também contribuem para a saciedade.
Hidratação constante: a água é fundamental para o metabolismo e ajuda na sensação de estômago cheio. Chás sem açúcar também são boas opções para manter o corpo hidratado ao longo do dia.
É fundamental ressaltar que todo o processo, desde o início do uso do medicamento até a fase de manutenção, deve ser acompanhado por um profissional de saúde. Sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (SBEM), reforçam que a reeducação alimentar e a prática de atividades físicas são essenciais para o sucesso do tratamento a longo prazo.
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A transição bem-sucedida não se baseia em restrições severas, mas em escolhas inteligentes e na construção de uma nova relação com a comida. O objetivo é manter o metabolismo ativo e o corpo nutrido, controlando a fome de forma natural.
O que fazer para manter o peso?
A prioridade deve ser a construção de pratos que garantam saciedade por mais tempo. Isso se traduz em refeições ricas em proteínas magras e fibras, que demoram mais para serem digeridas e ajudam a estabilizar os níveis de açúcar no sangue, evitando picos de fome.
Planejar as refeições da semana ajuda a evitar escolhas impulsivas e menos saudáveis. Ter lanches nutritivos à mão, como frutas e castanhas, também impede deslizes ao longo do dia. O foco passa a ser a qualidade nutricional, não apenas o valor calórico dos alimentos.
Outra técnica importante é comer com atenção, prestando atenção aos sinais de fome e saciedade do corpo. Mastigar devagar e sem distrações, como telas de celular, contribui para que o cérebro processe a informação de que o estômago está cheio, evitando excessos.
Alimentos que devem estar no prato
Proteínas magras: ovos, frango, peixes, iogurte natural e leguminosas, como feijão e lentilha, são essenciais para a construção de massa muscular e para prolongar a sensação de saciedade.
Fibras: aveia, frutas com casca, verduras, legumes e sementes como chia e linhaça ajudam no bom funcionamento do intestino e retardam a absorção de açúcar, controlando a fome.
Gorduras boas: abacate, azeite de oliva extravirgem, castanhas e sementes fornecem energia e são importantes para a saúde do coração. Elas também contribuem para a saciedade.
Hidratação constante: a água é fundamental para o metabolismo e ajuda na sensação de estômago cheio. Chás sem açúcar também são boas opções para manter o corpo hidratado ao longo do dia.
É fundamental ressaltar que todo o processo, desde o início do uso do medicamento até a fase de manutenção, deve ser acompanhado por um profissional de saúde. Sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de
Endocrinologia e Metabologia (SBEM), reforçam que a reeducação alimentar e a prática de atividades físicas são essenciais para o sucesso do tratamento a longo prazo.