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O impasse envolvendo o reajuste salarial de servidores de três categorias do Estado segue em discussão nesta segunda-feira (11). No dia em que a Comissão Especial criada na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG) irá analisar o parecer, o governador Romeu Zema (Novo) voltou a defender apenas o aumento de 10,06% para todos os trabalhadores, considerando que o governo “respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal”.
Pelas redes sociais, o chefe do Executivo considerou que seria mais “vantajoso” conceder aumentos superiores às categorias, lembrando o ano eleitoral. Em 2022, Zema será candidato à reeleição.
“Prefiro ser julgado nas urnas pela firmeza com os recursos de todos os mineiros pagadores de impostos, do que nos tribunais pela irresponsabilidade que foi marca do governo passado e que estamos até hoje pagando”, disse, afirmando, ainda que o reajuste oferecido seria o limite que o “Estado consegue pagar” a todos os 600 mil servidores, ativos e inativos.
“Terá impacto de R$ 5 bilhões/ano nas contas de Minas”, concluiu.
Entenda
O projeto de reajuste dos servidores foi encaminhado à Assembleia com a previsão de aumento de 10,06% para todos os servidores. No dia 30 de março, os deputados estaduais alteraram o projeto e ampliaram os reajustes para as categorias da Educação, Segurança e Saúde.
Para os professores foi garantido o pagamento do piso da educação com um reajuste de 33,24%. Já para as forças de segurança foi incluído um reajuste adicional de 14%, visando cumprir acordo feito por Zema com os trabalhadores do setor. Para a saúde também foi previsto um reajuste adicional de 14% como reconhecimento pela carga de trabalho na pandemia de Coronavírus.
Porém, Romeu Zema sancionou o projeto, mas com veto às alterações feitas pelos deputados, mantendo somente o reajuste original de 10,06% para todos.
“Sobre o reajuste dos servidores públicos de Minas e o piso da educação, é preciso esclarecer algumas coisas: cuidado com as fake news daqueles que só se interessam por votos. Os servidores públicos merecem respeito, que começa por dizer a verdade, sem mentiras ou ilusão”, continua Zema, dizendo que prefere ter “pulso firme” ao voltar ao “desequilíbrio do passado”.
“Minas cumpre a lei e, inclusive, vem pagando acima do piso nacional dos professores, que é referente a 40h por semana. Aqui, o salário base inicial para o cargo de 24h é R$ 2.135. Enquanto o piso estabelecido até 2021, equivalente a 24h, seria de R$ 1.731”, finalizou.
Veto em análise
A Comissão Especial da ALMG deve analisar o veto parcial de Zema nesta segunda em três reuniões extraordinárias seguidas. Apesar do prazo regimental de 30 dias para apreciação do veto, a expectativa é que a matéria já fique pronta para ser encaminhada à deliberação do Plenário na terça-feira. São necessários 39 votos do total de 77 para que o veto seja derrubado.
As reuniões estão marcadas para às 9h30, 14h e 16h. A comissão tem como presidente o deputado Sargento Rodrigues (PL) e como relator Sávio Souza Cruz (MDB).
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O impasse envolvendo o reajuste salarial de servidores de três categorias do Estado segue em discussão nesta segunda-feira (11). No dia em que a Comissão Especial criada na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG) irá analisar o parecer, o governador Romeu Zema (Novo) voltou a defender apenas o aumento de 10,06% para todos os trabalhadores, considerando que o governo “respeita a Lei de Responsabilidade Fiscal”.
Pelas redes sociais, o chefe do Executivo considerou que seria mais “vantajoso” conceder aumentos superiores às categorias, lembrando o ano eleitoral. Em 2022, Zema será candidato à reeleição.
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“Terá impacto de R$ 5 bilhões/ano nas contas de Minas”, concluiu.
Entenda
O projeto de reajuste dos servidores foi encaminhado à Assembleia com a previsão de aumento de 10,06% para todos os servidores. No dia 30 de março, os deputados estaduais alteraram o projeto e ampliaram os reajustes para as categorias da Educação, Segurança e Saúde.
Para os professores foi garantido o pagamento do piso da educação com um reajuste de 33,24%. Já para as forças de segurança foi incluído um reajuste adicional de 14%, visando cumprir acordo feito por Zema com os trabalhadores do setor. Para a saúde também foi previsto um reajuste adicional de 14% como reconhecimento pela carga de trabalho na pandemia de Coronavírus.
Porém, Romeu Zema sancionou o projeto, mas com veto às alterações feitas pelos deputados, mantendo somente o reajuste original de 10,06% para todos.
“Sobre o reajuste dos servidores públicos de Minas e o piso da educação, é preciso esclarecer algumas coisas: cuidado com as fake news daqueles que só se interessam por votos. Os servidores públicos merecem respeito, que começa por dizer a verdade, sem mentiras ou ilusão”, continua Zema, dizendo que prefere ter “pulso firme” ao voltar ao “desequilíbrio do passado”.
“Minas cumpre a lei e, inclusive, vem pagando acima do piso nacional dos professores, que é referente a 40h por semana. Aqui, o salário base inicial para o cargo de 24h é R$ 2.135. Enquanto o piso estabelecido até 2021, equivalente a 24h, seria de R$ 1.731”, finalizou.
Veto em análise
A Comissão Especial da ALMG deve analisar o veto parcial de Zema nesta segunda em três reuniões extraordinárias seguidas. Apesar do prazo regimental de 30 dias para apreciação do veto, a expectativa é que a matéria já fique pronta para ser encaminhada à deliberação do Plenário na terça-feira. São necessários 39 votos do total de 77 para que o veto seja derrubado.
As reuniões estão marcadas para às 9h30, 14h e 16h. A comissão tem como presidente o deputado Sargento Rodrigues (PL) e como relator Sávio Souza Cruz (MDB).