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string(3848) "O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) declarou, nesta sexta-feira (29), ter um sentimento de "dever cumprido" ao avaliar que pretende encerrar um ciclo de mais de uma década na vida pública. O senador disse ainda que seu legado será composto por "muitas realizações" ao longo de sua trajetória como deputado e senador.
"Tenho 12 anos de vida pública, fui deputado e senador, presidente do Senado e do Congresso Nacional por quatro anos. Tenho uma vida plenamente realizada. Há sempre um momento de a gente avaliar ciclos. E há um fechamento de ciclo na política, que eu decidi fazer, com o sentimento de dever cumprido. Com muitas realizações feitas. E com o coração muito tranquilo em relação a essa decisão", afirmou.
O senador participou de evento do Lide, em São Paulo, intitulado "Seminário Lide - Inovação e Tecnologia - no qual proferiu uma palestra sobre a Inteligência Artificial.
Ciclo encerrado
Pacheco adiantou que o encerramento de sua passagem na vida pública é uma decisão que ele vislumbrava desde que assumiu uma cadeira de deputado federal. "Quando eu entrei na política, eu dizia sempre que a gente tem uma data de entrada e uma data de saída. Que eu não me eternizaria na política. Eu tenho muito desapego ao poder", salientou.
Pacheco disse ainda que a decisão se cristalizou quando encerrou sua passagem na presidência do Senado. "Sentimento de dever cumprido, com muitas coisas realizadas em favor de Minas Gerais e do Brasil. E confiante e muito seguro de que nós teremos opções boas em Minas Gerais, para governar o Estado, e para representar Minas Gerais no Senado Federal. Isso me conforta bastante", destacou.
Minas Gerais
Questionado sobre eventuais nomes para a disputa ao governo de Minas Gerais, o senador disse que a escolha deverá recair sobre um nome que possa agregar forças do "campo democrático".
"Eu acho que esse campo democrático, progressista, de pessoas que querem reconstruir Minas Gerais, possa escolher um nome que esteja à altura", avaliou.
Nesse contexto, Pacheco citou os nomes do empresário Josué Gomes da Silva e do ex-procurador do Ministério Público de Minas Gerais Jarbas Soares. Os dois são filiados ao PSB.
Ele ainda citou a ex-prefeita de Contagem Marília Campos, pré-candidata ao Senado por Minas Gerais. "Algo que me entusiasma muito, ter uma mulher no Senado, representando Minas Gerais, com a qualidade da Marília Campos", disse.
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"Tenho 12 anos de vida pública, fui deputado e senador, presidente do Senado e do Congresso Nacional por quatro anos. Tenho uma vida plenamente realizada. Há sempre um momento de a gente avaliar ciclos. E há um fechamento de ciclo na política, que eu decidi fazer, com o sentimento de dever cumprido. Com muitas realizações feitas. E com o coração muito tranquilo em relação a essa decisão", afirmou.
O senador participou de evento do Lide, em São Paulo, intitulado "Seminário Lide - Inovação e Tecnologia - no qual proferiu uma palestra sobre a Inteligência Artificial.
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Pacheco adiantou que o encerramento de sua passagem na vida pública é uma decisão que ele vislumbrava desde que assumiu uma cadeira de deputado federal. "Quando eu entrei na política, eu dizia sempre que a gente tem uma data de entrada e uma data de saída. Que eu não me eternizaria na política. Eu tenho muito desapego ao poder", salientou.
Pacheco disse ainda que a decisão se cristalizou quando encerrou sua passagem na presidência do Senado. "Sentimento de dever cumprido, com muitas coisas realizadas em favor de Minas Gerais e do Brasil. E confiante e muito seguro de que nós teremos opções boas em Minas Gerais, para governar o Estado, e para representar Minas Gerais no Senado Federal. Isso me conforta bastante", destacou.
Minas Gerais
Questionado sobre eventuais nomes para a disputa ao governo de Minas Gerais, o senador disse que a escolha deverá recair sobre um nome que possa agregar forças do "campo democrático".
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