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O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina e ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) afirmou que está realizando um levantamento de prefeitos, vereadores, lideranças e filiados do Partido Liberal (PL) que não têm divulgado a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Segundo ele, a intenção é encaminhar o “diagnóstico” à executiva da sigla para “corrigir” o que considera falta de engajamento interno.
Em publicação nas redes sociais, nessa terça-feira (21/4), Carlos declarou ser “estarrecedor” que, passados mais de quatro meses do início da corrida eleitoral (pré-campanha), a maioria dos quadros do partido não tenha sequer uma postagem em apoio ao nome do irmão. “Quem quer vencer precisa agir, comunicar e vestir a camisa”, escreveu, ao defender que, neste momento, o “básico” seria marcar posição publicamente.
“Seguimos tentando ajudar a manter vivos politicamente, inclusive muitos que por algum motivo ignoram Flávio Bolsonaro e não dão bola para a situação do Brasil, de Jair Bolsonaro e muitos outros presos políticos, como se com Lula mais uma vez no poder existirá uma nova eleição eleitoral", completou.
O ex-vereador também incentivou apoiadores a cobrarem, “com bom senso”, políticos locais do PL que não estariam manifestando apoio à candidatura. Ele reconheceu que a iniciativa pode gerar desgaste interno, mas afirmou agir por convicção pessoal. “Sei que pessoalmente não ganho nada com isso, pelo contrário, gerarei ‘revolta’ e até possível ‘perda de apoio’ por parte de alguns", escreveu.
A manifestação ocorre em meio a sinais de atrito dentro do campo da direita, inclusive no próprio PL. Nos últimos dias, divergências públicas envolveram integrantes do núcleo bolsonarista e outras lideranças da mesma corrente política.
Um dos episódios recentes foi protagonizado pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A troca de farpas entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira teve início após o filho “03” do ex-presidente criticar o perfil Space Liberdade, influente entre usuários de direita no X, depois que o responsável pela página afirmou que não votaria no senador Flávio Bolsonaro no primeiro turno das eleições presidenciais.
No mesmo dia, Nikolas compartilhou uma publicação do perfil, o que foi interpretado por Eduardo como um sinal de alinhamento. “Esta é só mais uma das várias coincidências do pessoal que pede ‘união da direita’”, escreveu o ex-deputado.
O conteúdo republicado pelo parlamentar mineiro trazia uma fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em tom de provocação ao presidente norte-americano Donald Trump, sobre o Pix. Ao compartilhar o vídeo, Nikolas criticou Lula e atribuiu a implementação do sistema de pagamentos ao governo Bolsonaro.
A escalada do conflito ocorreu quando um usuário ironizou a reação de Eduardo e Nikolas respondeu apenas com uma risada “Kkk”, o que motivou nova investida do filho do ex-presidente.
“Risinho de deboche para mim, Nikolas?”, questionou Eduardo. Em seguida, ele acusou o deputado mineiro de desrespeito e de ter mudado após ganhar notoriedade política.
Eduardo também afirmou que Nikolas estaria “trabalhando o algoritmo” para dar visibilidade a conteúdos contrários à família Bolsonaro e sugeriu que o parlamentar mineiro estaria enfraquecendo, ainda que indiretamente, a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.
“Ao que parece, não há limites para seu desrespeito comigo e minha família. Triste ver essa versão caricata de si mesmo. Não é, nem de longe, o menino que conheci, apoiei e acreditei. Os holofotes e a fama te fizeram mal, infelizmente”, disse Eduardo.
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O ex-vereador também incentivou apoiadores a cobrarem, “com bom senso”, políticos locais do PL que não estariam manifestando apoio à candidatura. Ele reconheceu que a iniciativa pode gerar desgaste interno, mas afirmou agir por convicção pessoal. “Sei que pessoalmente não ganho nada com isso, pelo contrário, gerarei ‘revolta’ e até possível ‘perda de apoio’ por parte de alguns", escreveu.
A manifestação ocorre em meio a sinais de atrito dentro do campo da direita, inclusive no próprio PL. Nos últimos dias, divergências públicas envolveram integrantes do núcleo bolsonarista e outras lideranças da mesma corrente política.
Um dos episódios recentes foi protagonizado pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). A troca de farpas entre Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira teve início após o filho “03” do ex-presidente criticar o perfil Space Liberdade, influente entre usuários de direita no X, depois que o responsável pela página afirmou que não votaria no senador Flávio Bolsonaro no primeiro turno das eleições presidenciais.
No mesmo dia, Nikolas compartilhou uma publicação do perfil, o que foi interpretado por Eduardo como um sinal de alinhamento. “Esta é só mais uma das várias coincidências do pessoal que pede ‘união da direita’”, escreveu o ex-deputado.
O conteúdo republicado pelo parlamentar mineiro trazia uma fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em tom de provocação ao presidente norte-americano Donald Trump, sobre o Pix. Ao compartilhar o vídeo, Nikolas criticou Lula e atribuiu a implementação do sistema de pagamentos ao governo Bolsonaro.
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“Ao que parece, não há limites para seu desrespeito comigo e minha família. Triste ver essa versão caricata de si mesmo. Não é, nem de longe, o menino que conheci, apoiei e acreditei. Os holofotes e a fama te fizeram mal, infelizmente”, disse Eduardo.