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A nomeação do ex-prefeito de Poços de Caldas, Sérgio Azevedo (PSDB), para o cargo de assessor do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), provocou uma reação pública do partido tucano em Minas Gerais. Em nota divulgada nesta quarta-feira (7/1), a legenda fez questão de frisar que a decisão não passou por indicação partidária e reforçou que mantém uma posição política própria e independente em relação ao governo estadual.
Assinada pelo deputado federal Paulo Abi-Ackel, presidente do PSDB de Minas Gerais, a manifestação também cobra que, enquanto Sérgio Azevedo estiver exercendo função no Executivo estadual, ele manifeste seu afastamento temporário das instâncias partidárias. “Ou qualquer outra decisão pessoal, em caráter definitivo, no mesmo sentido”, diz o texto.
A nota surge dois dias após a posse de Azevedo, ocorrida na segunda-feira (5/1), na Cidade Administrativa. O ex-prefeito assumiu oficialmente a função de assessor do vice-governador em um modelo de assessorias regionais criado pelo Governo de Minas com o objetivo de aproximar as administrações municipais da estrutura estadual.
Azevedo foi escolhido para atuar como elo entre os prefeitos do Sul de Minas e o Palácio Tiradentes. A função envolve articulação institucional, escuta das demandas locais e apoio aos gestores municipais na interlocução com o Estado.
A reportagem tentou contato com Azevedo, mas até o fechamento desta edição não houve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.
PSDB em Minas
Com Aécio Neves à frente do partido nacional, o PSDB ensaia uma estratégia de reconstrução do partido ancorada em Minas Gerais, território onde ainda mantém lastro político. O estado que já foi vitrine e laboratório do tucanato é tratado como base de sobrevivência e possível trampolim para uma candidatura ao Palácio Tiradentes em 2026.
O nome ventilado para essa disputa é justamente o do ex-governador Aécio Neves. Logo, uma eventual candidatura do tucano ao governo de Minas em 2026 o colocaria diretamente no caminho de Mateus Simões, atual vice-governador e nome mais próximo da continuidade do projeto liderado por Romeu Zema.
A sigla, que governou Minas por 16 anos consecutivos e já ditou o ritmo da política estadual, hoje é reduzida a 13 deputados federais e três senadores, sem governadores.
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