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string(98) "Planalto é cercado por grades de segurança na véspera de manifestação de Nikolas em Brasília"
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string(4346) "BRASÍLIA - Grades de proteção foram recolocadas no Palácio do Planalto neste sábado (24/1), véspera da manifestação convocada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na região central de Brasília. A barreira foi instalada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança presidencial.
O GSI e o Palácio do Planalto não se manifestaram sobre a decisão ou a motivação da retomada das grades, que foram retiradas de forma simbólica depois dos atos de 8 de janeiro de 2023. Na ocasião, manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, incluindo o Planalto. Não é incomum, porém, a retomada temporária dos gradis quando há alerta de protestos.
A caminhada liderada por Nikolas Ferreira tem previsão de encerramento ao meio-dia deste domingo na Praça do Cruzeiro, na região central de Brasília. O local é distante cerca de 6 km do Palácio do Planalto. Na chegada, deve haver uma manifestação com políticos da direita e com a militância, organizada pela deputada Bia Kicis (PL-DF).
A intenção é reforçar uma pressão do grupo contra o que chama de “arbitrariedades” no país, como a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Desde 15 de janeiro, Bolsonaro cumpre pena na Papudinha, unidade da Polícia Militar no Complexo Penitenciário da Papuda.
Além disso, os manifestantes citam um apelo pelos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando houve a invasão e a depredação das Sedes dos Três Poderes.
As condenações, que chegam a 17 anos de prisão e foram assinadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), seriam amenizadas por uma dosimetria de penas aprovada pelo Congresso Nacional. O benefício, porém, foi vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no evento que marcou os três anos das invasões.
Nikolas saiu de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, na última segunda-feira (19/1) em direção a Brasília. A distância percorrida a pé ao longo de sete dias, de acordo com a assessoria do deputado, deve bater 240 km. No percurso, aliados se juntaram a Nikolas. Entre eles, o ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente da República.
Na sexta-feira (23/1), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu acampamentos e manifestações nos arredores da Papudinha e alegou que o espaço é um local de segurança. O ministro destacou que o direito de livre manifestação não é absoluto e deve, em uma sociedade democrática, ser exercido sem violar outros direitos fundamentais.
Moraes também citou os atos de 8 de janeiro e afirmou que a omissão de autoridades públicas permitiu a instalação de acampamentos ilegais em frente a quartéis do Exército, terminando em atos violentos.
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O GSI e o Palácio do Planalto não se manifestaram sobre a decisão ou a motivação da retomada das grades, que foram retiradas de forma simbólica depois dos atos de 8 de janeiro de 2023. Na ocasião, manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, incluindo o Planalto. Não é incomum, porém, a retomada temporária dos gradis quando há alerta de protestos.
A caminhada liderada por Nikolas Ferreira tem previsão de encerramento ao meio-dia deste domingo na Praça do Cruzeiro, na região central de Brasília. O local é distante cerca de 6 km do Palácio do Planalto. Na chegada, deve haver uma manifestação com políticos da direita e com a militância, organizada pela deputada Bia Kicis (PL-DF).
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Na sexta-feira (23/1), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu acampamentos e manifestações nos arredores da Papudinha e alegou que o espaço é um local de segurança. O ministro destacou que o direito de livre manifestação não é absoluto e deve, em uma sociedade democrática, ser exercido sem violar outros direitos fundamentais.
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