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string(95) "Pimenta lembra promessa de Bolsonaro em 2018: acabar com o ativismo ambiental caso fosse eleito"
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string(2916) "O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) lembrou nesta quinta-feira (16) que, na campanha eleitoral de 2018, Jair Bolsonaro, atualmente no PL, prometeu acabar com o ativismo ambiental. O parlamentar fez a postagem em um contexto no qual o governo federal está sendo criticado por conta do assassinato do indigenista da Fundação Nacional do Índio (Funai) Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, que aconteceu no dia 5 deste mês na Amazônia.
Bolsonaro disse em 9 de outubro de 2018 que "não pode ter ambientalismo xiita no Brasil". "Vamos acabar com a indústria de demarcação de terras indígenas. Índio não quer ser latifundiário. Índio quer poder arrendar a terra, quer poder fazer negócio, quer energia elétrica, quer dentista para arrancar toco da boca. O índio é ser humano como a gente. Não quer ser usado para políticas", afirmou ele em entrevista à TV Bandeirantes.
No Twitter, Pimenta chamou Bolsonaro de "canalha". "Estudo da ONU mostra que a cada oito dias um ativista é morto no Brasil, 4° país que mais mata defensores de direitos humanos. Não custa lembrar: na campanha de 2018, em 9 de outubro, o Canalha Vagabundo prometeu acabar com o ativismo ambiental, caso fosse eleito", escreveu o petista.
O parlamentar fez referência ao estudo divulgado pela ONG internacional Global Witness no último trimestre do ano passado. De acordo com a pesquisa, o Brasil ficou em quarto lugar no ranking dos países que mais matam defensores e defensoras de direitos humanos, ficando atrás de Colômbia, México e Filipinas.
A posição ao governo e boa parte da sociedade criticaram a declaração de Bolsonaro sobre Dom Phillips, após ele dizer que o jornalista era "malvisto" na Amazônia.
No Twitter, internautas cobraram a prisão de Bolsonaro por crimes cometidos durante o seu governo e também pediram que o Congresso Nacional instale a CPI do Garimpo.
Caso Bruno Pereira e Dom Phillips
Os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, confessaram o assassinato do indigenista e do jornalista. Eles desapareceram no dia 5 deste mês na Amazônia.
Além dos irmãos, a Polícia Federal investiga mais três suspeitos pelo assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips.
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Bolsonaro disse em 9 de outubro de 2018 que "não pode ter ambientalismo xiita no Brasil". "Vamos acabar com a indústria de demarcação de terras indígenas. Índio não quer ser latifundiário. Índio quer poder arrendar a terra, quer poder fazer negócio, quer energia elétrica, quer dentista para arrancar toco da boca. O índio é ser humano como a gente. Não quer ser usado para políticas", afirmou ele em entrevista à TV Bandeirantes.
No Twitter, Pimenta chamou Bolsonaro de "canalha". "Estudo da ONU mostra que a cada oito dias um ativista é morto no Brasil, 4° país que mais mata defensores de direitos humanos. Não custa lembrar: na campanha de 2018, em 9 de outubro, o Canalha Vagabundo prometeu acabar com o ativismo ambiental, caso fosse eleito", escreveu o petista.
O parlamentar fez referência ao estudo divulgado pela ONG internacional Global Witness no último trimestre do ano passado. De acordo com a pesquisa, o Brasil ficou em quarto lugar no ranking dos países que mais matam defensores e defensoras de direitos humanos, ficando atrás de Colômbia, México e Filipinas.
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Caso Bruno Pereira e Dom Phillips
Os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, e Oseney da Costa de Oliveira, conhecido como Dos Santos, confessaram o assassinato do indigenista e do jornalista. Eles desapareceram no dia 5 deste mês na Amazônia.
Além dos irmãos, a Polícia Federal investiga mais três suspeitos pelo assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips.