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O pré-candidato ao Planalto Sergio Moro (Podemos) criticou programas de transferência de renda como o Auxílio Brasil, do presidente Jair Bolsonaro (PL), e o Bolsa Família, de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o ex-juiz, os programas são "exploração política da pobreza”.
“Queremos fazer algo diferente, a gente não pode explorar politicamente a pobreza das pessoas com programas de auxílio ou transferência de renda. O que a gente vê neste governo, e no antes, é a exploração da pobreza do povo para fins eleitorais”, afirmou Moro, em entrevista à CBN de Caruaru.
Moro defendeu ainda que o programa de transferência de renda brasileiro volte a se chamar Bolsa Escola, nome dado ao ser implementado pelo governo de Fernando Henrique Cardoso em 2001. O benefício pagava uma bolsa mensal às famílias de jovens e crianças de baixa renda como estímulo para que essas frequentassem a escola regularmente. Mais tarde, durante o governo Lula, o Bolsa Escola foi aglutinado aos programas Cartão-Alimentação e auxílio gás, dando origem ao Bolsa Família.
“Começou com FHC como bolsa escola e depois o PT veio com o Bolsa Família. Por que mudar o nome? Agora se troca o nome Bolsa Família para Auxílio Brasil por questões meramente eleitorais. Isso é deplorável”, apontou o ex-ministro do governo Bolsonaro.
Em seguida, Moro voltou a defender a criação de outro modelo de assistência, uma agência nacional responsável pelo combate à fome e à pobreza:
“Vamos manter os programas, mas a gente quer um pouco mais. Além do projeto de retomada de renda e emprego, a gente quer uma atuação mais individualizada contra as causas da pobreza. Estou falando em fazer isso em forma de uma agência nacional, fora da política partidária, como uma força-tarefa nacional com o objetivo de identificar quem são as pessoas que mais precisam. Combater as causas da pobreza para resgatar essas pessoas com dignidade e sem exploração política”, prometeu.
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O pré-candidato ao Planalto Sergio Moro (Podemos) criticou programas de transferência de renda como o Auxílio Brasil, do presidente Jair Bolsonaro (PL), e o Bolsa Família, de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o ex-juiz, os programas são "exploração política da pobreza”.
“Queremos fazer algo diferente, a gente não pode explorar politicamente a pobreza das pessoas com programas de auxílio ou transferência de renda. O que a gente vê neste governo, e no antes, é a exploração da pobreza do povo para fins eleitorais”, afirmou Moro, em entrevista à CBN de Caruaru.
Moro defendeu ainda que o programa de transferência de renda brasileiro volte a se chamar Bolsa Escola, nome dado ao ser implementado pelo governo de Fernando Henrique Cardoso em 2001. O benefício pagava uma bolsa mensal às famílias de jovens e crianças de baixa renda como estímulo para que essas frequentassem a escola regularmente. Mais tarde, durante o governo Lula, o Bolsa Escola foi aglutinado aos programas Cartão-Alimentação e auxílio gás, dando origem ao Bolsa Família.
“Começou com FHC como bolsa escola e depois o PT veio com o Bolsa Família. Por que mudar o nome? Agora se troca o nome Bolsa Família para Auxílio Brasil por questões meramente eleitorais. Isso é deplorável”, apontou o ex-ministro do governo Bolsonaro.
Em seguida, Moro voltou a defender a criação de outro modelo de assistência, uma agência nacional responsável pelo combate à fome e à pobreza:
“Vamos manter os programas, mas a gente quer um pouco mais. Além do projeto de retomada de renda e emprego, a gente quer uma atuação mais individualizada contra as causas da pobreza. Estou falando em fazer isso em forma de uma agência nacional, fora da política partidária, como uma força-tarefa nacional com o objetivo de identificar quem são as pessoas que mais precisam. Combater as causas da pobreza para resgatar essas pessoas com dignidade e sem exploração política”, prometeu.