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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu juntar ao inquérito das milícias digitais a apuração envolvendo os ataques ao sistema eleitoral brasileiro. A decisão foi publicada nesta terça-feira (10), atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República.
A PGR argumentou a necessidade de agrupar as duas investigações antes de decidir se denuncia ou não o presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Como se vê, os elementos de prova colhidos nesta Pet incidental, instaurada para apuração dos fatos envolvendo a live realizada pelo Presidente da República na data de 29/7/2021, devem ser analisados em conjunto com a investigação principal conduzida no Inq 4.874/DF, cujo objeto é uma organização criminosa complexa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político, com objetivo de atacar o Estado Democrático de Direito", escreveu o ministro.
Bolsonaro foi incluído no inquérito do ataque às urnas após disseminar fake news sobre a confiabilidade das máquinas no processo de apuração. Desde que foi eleito, o presidente e seus apoiadores afirmam que as eleições de 2018 foram fraudadas e que a chapa teria ganhado em primeiro turno contra Fernando Haddad (PT).
No inquérito das milícias digitais, a suspeita é de que as dependências do Palácio do Planalto foram usadas para promover os ataques virtuais. Segundo a delegada federal Denisse Ribeiro — responsável pelos inquéritos das fake news e das milícias digitais — esse grupo, que teria usado a estrutura do “gabinete do ódio”, seria formado por aliados do presidente Bolsonaro e que seriam abastecidos com dinheiro público.
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu juntar ao inquérito das milícias digitais a apuração envolvendo os ataques ao sistema eleitoral brasileiro. A decisão foi publicada nesta terça-feira (10), atendendo a um pedido da Procuradoria-Geral da República.
A PGR argumentou a necessidade de agrupar as duas investigações antes de decidir se denuncia ou não o presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Como se vê, os elementos de prova colhidos nesta Pet incidental, instaurada para apuração dos fatos envolvendo a live realizada pelo Presidente da República na data de 29/7/2021, devem ser analisados em conjunto com a investigação principal conduzida no Inq 4.874/DF, cujo objeto é uma organização criminosa complexa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político, com objetivo de atacar o Estado Democrático de Direito", escreveu o ministro.
Bolsonaro foi incluído no inquérito do ataque às urnas após disseminar fake news sobre a confiabilidade das máquinas no processo de apuração. Desde que foi eleito, o presidente e seus apoiadores afirmam que as eleições de 2018 foram fraudadas e que a chapa teria ganhado em primeiro turno contra Fernando Haddad (PT).
No inquérito das milícias digitais, a suspeita é de que as dependências do Palácio do Planalto foram usadas para promover os ataques virtuais. Segundo a delegada federal Denisse Ribeiro — responsável pelos inquéritos das fake news e das milícias digitais — esse grupo, que teria usado a estrutura do “gabinete do ódio”, seria formado por aliados do presidente Bolsonaro e que seriam abastecidos com dinheiro público.