array(31) {
["id"]=>
int(137373)
["title"]=>
string(90) "Moraes autoriza uso de provas de vazamento por Bolsonaro em inquérito de milícia digital"
["content"]=>
string(2769) "INVESTIGAÇÃO
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira (8), à Polícia Federal o compartilhamento de provas do inquérito sobre o vazamento de dados sigilosos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) com a investigação sobre a existência da milícia digital contra a democracia.
O pedido foi feito pela delegada federal Denisse Ribeiro. Segundo Moraes, a demanda é pertinente porque pode haver semelhanças entre o modelo de atuação dos grupos investigados em cada inquérito.
“Verifico a pertinência do requerimento da autoridade policial, notadamente em razão da identidade de agentes investigados nestes autos e da semelhança do modus operandi das condutas aqui analisadas com as apuradas nos Inquéritos 4.874/DF e 4.888/DF, ambos de minha relatoria”, escreveu o magistrado.
Além de publicar a íntegra do relatório preliminar (ainda não concluído) em uma rede social, o presidente Bolsonaro também distorceu dados da investigação durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
Inquérito
A Polícia Federal concluiu que Bolsonaro cometeu crime por vazar na internet um inquérito sigiloso que apurava uma suposta invasão de um dos softwares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mesmo com o entendimento de conduta criminosa, o chefe do Executivo não deve ser indiciado por conta do foro privilegiado.
A investigação foi fechada pela PF sem o depoimento de Bolsonaro, que não compareceu a uma audiência na última semana. O caso está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes. Com a ausência, o presidente decidiu faltar e apresentou agravo por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), mas o recurso foi negado pelo magistrado.
O relatório final foi assinado pela delegada Denisse Ribeiro. Na ocasião, ela pediu o compartilhamento do caso com a investigação das milícias digitais. Ribeiro reiterou convicção, mesmo sem o depoimento do chefe do Executivo. Para a PF, as provas juntadas durante a investigação são suficientes para a conclusão.
"
["author"]=>
string(38) "Luana Patriolino - Correio Braziliense"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(588660)
["filename"]=>
string(16) "moraescareca.jpg"
["size"]=>
string(5) "46399"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "marquivo/"
}
["image_caption"]=>
string(41) " Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF - 20/2/20"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(36) "luana-patriolino-correio-braziliense"
["views"]=>
int(108)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(88) "moraes-autoriza-uso-de-provas-de-vazamento-por-bolsonaro-em-inquerito-de-milicia-digital"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-02-08 18:31:57.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-02-08 18:31:57.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-02-08T18:30:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(25) "marquivo/moraescareca.jpg"
}
INVESTIGAÇÃO
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta terça-feira (8), à Polícia Federal o compartilhamento de provas do inquérito sobre o vazamento de dados sigilosos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) com a investigação sobre a existência da milícia digital contra a democracia.
O pedido foi feito pela delegada federal Denisse Ribeiro. Segundo Moraes, a demanda é pertinente porque pode haver semelhanças entre o modelo de atuação dos grupos investigados em cada inquérito.
“Verifico a pertinência do requerimento da autoridade policial, notadamente em razão da identidade de agentes investigados nestes autos e da semelhança do modus operandi das condutas aqui analisadas com as apuradas nos Inquéritos 4.874/DF e 4.888/DF, ambos de minha relatoria”, escreveu o magistrado.
Além de publicar a íntegra do relatório preliminar (ainda não concluído) em uma rede social, o presidente Bolsonaro também distorceu dados da investigação durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
Inquérito
A Polícia Federal concluiu que Bolsonaro cometeu crime por vazar na internet um inquérito sigiloso que apurava uma suposta invasão de um dos softwares do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mesmo com o entendimento de conduta criminosa, o chefe do Executivo não deve ser indiciado por conta do foro privilegiado.
A investigação foi fechada pela PF sem o depoimento de Bolsonaro, que não compareceu a uma audiência na última semana. O caso está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes. Com a ausência, o presidente decidiu faltar e apresentou agravo por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), mas o recurso foi negado pelo magistrado.
O relatório final foi assinado pela delegada Denisse Ribeiro. Na ocasião, ela pediu o compartilhamento do caso com a investigação das milícias digitais. Ribeiro reiterou convicção, mesmo sem o depoimento do chefe do Executivo. Para a PF, as provas juntadas durante a investigação são suficientes para a conclusão.