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string(110) "Márcio França admite ceder candidatura a governador para Haddad e aliança PT-PSB fica praticamente definida"
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string(2375) "O ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB) afirmou à GloboNews na noite desta segunda-feira (7) que "em maio ou julho" o PT e o PSB definirão quem será o candidato da aliança entre as duas siglas ao governo de São Paulo. Segundo França, o candidato que estiver com melhor desempenho nas pesquisas será o escolhido - o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) aparece até agora em primeiro lugar nas pesquisas quando o nome do ex-governador Geraldo Alckmin é retirado do quadro de candidaturas. Com a solução para a candidatura em São Paulo, fica superado o maior obstáculo à aliança entre PT e PSB para 2022.
"Em julho ou maio, quem estiver na frente é o candidato a governador, e o outro vai compor a chapa do jeito que der. (...) O PT topou, o Lula topou, a Gleisi topou. O Haddad deve vir a topar também", falou.
França disse também à GloboNews ver o acordo entre o ex-presidente e o ex-governador de São Paulo como selado. Em dezembro do ano passado, França havia afirmado que a chance da chapa Lula-Alckmin vingar era de 99%. Na noite de ontem, aumentou essa probabilidade para 99,9%.
A candidatura ao governo de São Paulo era o nó górdio da aliança entre PT e PSB e, segundo o próprio Lula, o grande motivador de Geraldo Alckmin integrar a chapa presidencial. Lula quer Haddad no governo de São Paulo e háá uma união férrea entre os dois. Lula é grato a Haddad pelo papel que desempenhou em seu segundo governo como ministro da Educação e sobretudo pela postura de seu ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo na duríssima batalha de 2018. "Lula vê em Haddad um possível sucessor como líder de um PT renovado que estabeleça novos laços com a sociedade e apresente um projeto social-democrata consistente para o país", escreveu o jornalista Mauro Lopes, do 247, sobre o impasse que se arrastou durante mais de dois meses e agora está superado
As pesquisas podem definir também as candidaturas em outros estados em que PT e PSB não conseguirem chegar a um acordo.
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"Em julho ou maio, quem estiver na frente é o candidato a governador, e o outro vai compor a chapa do jeito que der. (...) O PT topou, o Lula topou, a Gleisi topou. O Haddad deve vir a topar também", falou.
França disse também à GloboNews ver o acordo entre o ex-presidente e o ex-governador de São Paulo como selado. Em dezembro do ano passado, França havia afirmado que a chance da chapa Lula-Alckmin vingar era de 99%. Na noite de ontem, aumentou essa probabilidade para 99,9%.
A candidatura ao governo de São Paulo era o nó górdio da aliança entre PT e PSB e, segundo o próprio Lula, o grande motivador de Geraldo Alckmin integrar a chapa presidencial. Lula quer Haddad no governo de São Paulo e háá uma união férrea entre os dois. Lula é grato a Haddad pelo papel que desempenhou em seu segundo governo como ministro da Educação e sobretudo pela postura de seu ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo na duríssima batalha de 2018. "Lula vê em Haddad um possível sucessor como líder de um PT renovado que estabeleça novos laços com a sociedade e apresente um projeto social-democrata consistente para o país", escreveu o jornalista Mauro Lopes, do 247, sobre o impasse que se arrastou durante mais de dois meses e agora está superado
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