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Prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), disse que a decisão de fechar o comércio e demais atividades na cidade belo-horizontina, ainda no início da pandemia de COVID-19, em 18 de março de 2020, foi a mais difícil da vida. Em entrevista à GloboNews, conduzida pelo jornalista Roberto D'Ávila, Kalil afirma que o empresariado foi "sacrificado" neste momento.
"Foi a coisa mais difícil que eu fiz na minha vida. Porque, primeiro, você não sabia e, sinceramente, não me interessou qual seria o resultado político disso. Segundo é que o empresário que rende, você não ajuda pobre sem o empresariado. Você não ajuda o povo que precisa sem o empresário, sem o imposto, e nós tivemos que sacrificar esse empresariado e os funcionários, porque esse empresário represado, sem faturamento, ele sacrifica o emprego. Então, você tem que fazer uma grande ação social em volta disso tudo", disse.
BH foi uma das primeiras capitais do Brasil a limitar as atividades comerciais por conta do coronavírus. A capital de Minas Gerais ainda passou por, no mínimo, cinco processos de reabertura e novo fechamento, até chegar ao estágio atual, com atividades praticamente liberadas e com restrições mínimas.
No complemento da resposta, Kalil salientou que este foi o pior momento de sua vida. O prefeito ainda afirmou que se baseou em cidades da Europa, que também começavam a restringir as atividades e proibir funcionamento da maioria dos estabelecimentos.
"Pior momento da minha vida pessoal. Solitária, absolutamente solitária, claro, amparado por um comitê de cientistas, de médicos, que me orientaram, era o que tinha que ser feito. Aliás, não era o que tinha que ser feito não, não era o corajoso não, era o necessário, e não era tirando um coelho da cartola não, era copiando o que o mundo estava fazendo. Nós vimos o que o mundo estava fazendo e falamos então vamos fazer aqui igual, porque provavelmente vai dar certo", completou.
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"Foi a coisa mais difícil que eu fiz na minha vida. Porque, primeiro, você não sabia e, sinceramente, não me interessou qual seria o resultado político disso. Segundo é que o empresário que rende, você não ajuda pobre sem o empresariado. Você não ajuda o povo que precisa sem o empresário, sem o imposto, e nós tivemos que sacrificar esse empresariado e os funcionários, porque esse empresário represado, sem faturamento, ele sacrifica o emprego. Então, você tem que fazer uma grande ação social em volta disso tudo", disse.
BH foi uma das primeiras capitais do Brasil a limitar as atividades comerciais por conta do coronavírus. A capital de Minas Gerais ainda passou por, no mínimo, cinco processos de reabertura e novo fechamento, até chegar ao estágio atual, com atividades praticamente liberadas e com restrições mínimas.
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