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O Ministério da Saúde vai realizar um estudo para avaliar a incorporação de canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive com incentivo à produção nacional do medicamento para tratamento da obesidade mórbida e problemas cardíacos.
Quem fez o anúncio foi o próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista ao jornal "O Globo". Ele explicou que o estudo, que deve começar neste ano, conta com 250 pacientes com quadro de obesidade mórbida e comprometimento cardíaco a partir de um protocolo médico no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre.
Canetas emagrecedoras pelo SUS
“A ideia é avaliar como esse tipo de medicamento pode ser utilizado no sistema público. É possível que tenha impactos econômicos positivos, como reduzir fila de cirurgia bariátrica, reduzir complicações cardíacas relacionadas à obesidade e ao diabetes. Não vemos as canetas como milagres estéticos e nem como uma solução única para o problema da obesidade”, disse Padilha.
Uma empresa brasileira já conseguiu o registro para produzir as canetas e outras 17 apresentaram pedidos ao edital do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ministro espera que a concorrência derrube “preços abusivos” do medicamento no país.
“O prazo vai ser dito pelo desenvolvimento, avaliação e pelo impacto positivo ou não da utilização que vamos verificar nesse protocolo de estudos. A previsão é que comece ainda neste ano. O protocolo dura alguns meses, até um ano, para podermos avaliar o impacto disso”, adiantou.
Padilha destacou que a caneta emagrecedora não pode ser vista como “solução mágica”: “É muito importante que as pessoas que queiram usar esses tipos de medicamentos tenham um acompanhamento médico e façam exames. São medicamentos que têm eventos adversos.”
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Quem fez o anúncio foi o próprio ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em entrevista ao jornal "O Globo". Ele explicou que o estudo, que deve começar neste ano, conta com 250 pacientes com quadro de obesidade mórbida e comprometimento cardíaco a partir de um protocolo médico no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre.
Canetas emagrecedoras pelo SUS
“A ideia é avaliar como esse tipo de medicamento pode ser utilizado no sistema público. É possível que tenha impactos econômicos positivos, como reduzir fila de cirurgia bariátrica, reduzir complicações cardíacas relacionadas à obesidade e ao diabetes. Não vemos as canetas como milagres estéticos e nem como uma solução única para o problema da obesidade”, disse Padilha.
Uma empresa brasileira já conseguiu o registro para produzir as canetas e outras 17 apresentaram pedidos ao edital do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ministro espera que a concorrência derrube “preços abusivos” do medicamento no país.
“O prazo vai ser dito pelo desenvolvimento, avaliação e pelo impacto positivo ou não da utilização que vamos verificar nesse protocolo de estudos. A previsão é que comece ainda neste ano. O protocolo dura alguns meses, até um ano, para podermos avaliar o impacto disso”, adiantou.
Padilha destacou que a caneta emagrecedora não pode ser vista como “solução mágica”: “É muito importante que as pessoas que queiram usar esses tipos de medicamentos tenham um acompanhamento médico e façam exames. São medicamentos que têm eventos adversos.”