A candidatura do governador de Minas Gerais Mateus Simões à reeleição foi confirmada neste domingo (2/8), na convenção estadual do PSD, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

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Ele pregou a continuidade dos trabalhos desenvolvidos desde o governo de Romeu Zema (Novo), que esteve na convenção. Simões criticou o governo anterior, de Fernando Pimentel (PT), e prometeu "dizer sim" à educação, segurança e saúde. O "sim" é o mote da campanha do governador, em trocadilho com seu sobrenome.

"Onde eles diziam sim para a politicagem, nós passamos a dizer não. Onde eles diziam não para o povo, nós passamos a dizer sim. Não a cabide de empregos, sim a cortar secretarias e devolver dinheiro a vocês que pagam impostos", defendeu.

Quem estará ao lado dele como vice ainda não está definido, mas deve vir por indicação do Partido Novo, que já apresentou dois nomes: a vereadora de Belo Horizonte Fernanda Altoé e o ex-deputado federal Tiago Mitraud.

Simões candidato à reeleição
A confirmação se dá em meio à crise na campanha do governador. O candidato que seria apoiado por ele ao Senado, seu ex-secretário Marcelo Aro (PP), abandonou o barco para articular a própria candidatura ao governo, às vésperas do início do período eleitoral.

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"Além de voltar ao passado, tem gente que representa a velha política com cara nova. Muda o rosto, dá uma apurada no discurso, mas o modelo é sempre o mesmo: jantares e reuniões fechados em Brasília para tentar definir o futuro de Minas Gerais", discursou o governador, em referência à articulação nacional que colocou Aro em jogo.

Em meio à indefinição na possível candidatura do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) ao Executivo estadual, Aro e aliados identificaram um vácuo na disputa e decidiram ocupá-lo, retirando o apoio da federação União-PP a Simões, que era dado como garantido.

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Simões agora se junta a outros nomes que já oficializaram as candidaturas ao governo: Patrus Ananias (PT), Alexandre Kalil (PDT) e Gabriel Azevedo (MDB). Líder nas pesquisas de intenção de voto, Cleitinho ainda não conseguiu garantir que será candidato. O mesmo com Marcelo Aro, que depende da desistência de Cleitinho.