array(31) {
["id"]=>
int(140800)
["title"]=>
string(68) "Fala de Zema sobre piso salarial revolta profissionais de enfermagem"
["content"]=>
string(1978) "REAÇÃO
Entidades da categoria protestam depois de o governador de Minas dizer que profissionais recebem salário acima do piso e podem ser substituídos
Entidades ligadas ao setor de enfermagem em Minas Gerais reagiram com veemência e revolta à fala do governador Romeu Zema (Novo), à Rádio Difusora FM, de Ouro Fino, que tratou o piso salarial da categoria como "privilégio e mercado paralelo". Zema afirmou ainda que "profissionais com curso superior poderiam ser substituídos por técnicos e auxiliares, por terem salários inferiores".
Ao justificar que não pagaria o piso salarial nacional, aprovado no início de maio pelo Congresso Nacional, Zema garantiu que o "funcionalismo do estado que trabalha na área da saúde já recebe acima do piso"
E questionou: "Por que só a enfermagem? Por que fisioterapeuta não tem direito? Por que o farmacêutico não tem direito?". A fala do governador teve grande repercussão em redes sociais.
Maria do Socorro Pacheco Pena, presidente em exercício do Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren-MG), disse que a autarquia reconhece a importância e o quanto cada profissional da enfermagem é essencial para a assistência à saúde.
"Mas, temos a Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício legal da profissão, que deverá ser respeitada por todas as unidades de saúde. Essa não deve ser uma preocupação do governador ou de qualquer outro gestor. O Coren-MG já está acompanhando qualquer manobra nesse sentido e atuará com rigidez."
"
["author"]=>
string(28) "Elian Guimarães / em.com.br"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(592678)
["filename"]=>
string(18) "zemaenfermagem.png"
["size"]=>
string(5) "77089"
["mime_type"]=>
string(9) "image/png"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "politica/"
}
["image_caption"]=>
string(119) " Fala de governador provocou reação de profissionais e entidades da enfermagem(foto: Agência Minas/Divulgação)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(25) "elian-guimaraes-em-com-br"
["views"]=>
int(294)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(68) "fala-de-zema-sobre-piso-salarial-revolta-profissionais-de-enfermagem"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-06-07 22:43:39.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-06-07 22:43:39.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-06-07T22:40:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(27) "politica/zemaenfermagem.png"
}
REAÇÃO
Entidades da categoria protestam depois de o governador de Minas dizer que profissionais recebem salário acima do piso e podem ser substituídos
Entidades ligadas ao setor de enfermagem em Minas Gerais reagiram com veemência e revolta à fala do governador Romeu Zema (Novo), à Rádio Difusora FM, de Ouro Fino, que tratou o piso salarial da categoria como "privilégio e mercado paralelo". Zema afirmou ainda que "profissionais com curso superior poderiam ser substituídos por técnicos e auxiliares, por terem salários inferiores".
Ao justificar que não pagaria o piso salarial nacional, aprovado no início de maio pelo Congresso Nacional, Zema garantiu que o "funcionalismo do estado que trabalha na área da saúde já recebe acima do piso"
E questionou: "Por que só a enfermagem? Por que fisioterapeuta não tem direito? Por que o farmacêutico não tem direito?". A fala do governador teve grande repercussão em redes sociais.
Maria do Socorro Pacheco Pena, presidente em exercício do Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (Coren-MG), disse que a autarquia reconhece a importância e o quanto cada profissional da enfermagem é essencial para a assistência à saúde.
"Mas, temos a Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício legal da profissão, que deverá ser respeitada por todas as unidades de saúde. Essa não deve ser uma preocupação do governador ou de qualquer outro gestor. O Coren-MG já está acompanhando qualquer manobra nesse sentido e atuará com rigidez."