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Minas1
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Deputados cariocas rejeitam reunião com governador Witzel

06/05/2019 19h00 - Atualizado em 06/05/2019 19h07 por Minas1


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Parlamentares do PCdoB, PSB, PSOL, PT e PDT recusaram a comparecer a uma reunião "sem pauta definida" a convite do governador Wilson Witzel; "Esta posição é tomada em protesto à política homicida que vem sendo posta em prática no estado e divulgada com fervor nas redes sociais do governador", afirmam os deputados em nota

 

Rio de Janeiro - Parlamentares de esquerda da bancada do Rio de Janeiro, filiados ao PCdoB, PSB, PSOL, PT e PDT, se recusaram a comparecer a uma reunião "sem pauta definida", segundo eles, a convite do governador, Wilson Witzel. "Esta posição é tomada em protesto à política homicida que vem sendo posta em prática no estado e divulgada com fervor nas redes sociais do governador", justificaram em nota.

Neste domingo, Witzel causou polêmica ao postar nas redes sociais um vídeo em que aparece dentro de um helicóptero acompanhando uma ação policial contra uma comunidade em Angra dos Reis (RJ). Aos policiais, que atiram em direção às casas, ele determina "botar fim na bandidagem".

Depois ele justificou as imagens dizendo que fazia parte de seu trabalho acompanhar operações desse tipo e que a ação tinha como objetivo fazer "reconhecimento na comunidade".

 

*NOTA DOS DEPUTADOS FEDERAIS DO RIO*

POR QUE NOS RECUSAMOS A IR

O governador Wilson Witzel convidou a bancada federal do Rio para uma reunião sem pauta definida nesta segunda-feira (6), porém, nós, deputados e deputadas federais aqui assinalados, nos recusamos a comparecer ao encontro. Esta posição é tomada em protesto à política homicida que vem sendo posta em prática no estado e divulgada com fervor nas redes sociais do governador.

Witzel anuncia a ação, entra no helicóptero e estaria, supostamente, numa das aeronaves no momento em que aparecem sendo feitos disparos de cima, contra favelas de Angra dos Reis, na Região da Costa Verde. Pessoas com envolvimento em crimes devem ser julgadas e punidas de acordo com as leis do Estado brasileiro. O governador do Rio não pode, por decisão sua, instaurar a pena de morte, em frontal desrespeito à Constituição brasileira ou colocar em risco a vida de moradores dessas comunidades.

A política adotada por Witzel é inconstitucional, de lesa-humanidade e fere tratados internacionais assinados pelo Brasil, como a Convenção de Genebra e o Estatuto de Roma. Essa política banaliza a violência e oficializa a barbárie num estado que já convive com um aumento alarmante de mortes decorrentes de ação policial. O primeiro trimestre de 2019 já registra o maior número de mortes deste tipo em 10 anos, com aumento de 450%.

Tomaremos as devidas providências no âmbito nacional e internacional contra a repugnante e criminosa ação do governador do Rio, que quer transformar o extermínio em política de segurança pública.

Assinam:

Jandira Feghali
Deputada federal (PCdoB/RJ)

Alessandro Molon
Deputado federal (PSB/RJ)

Marcelo Freixo
Deputado federal (PSOL/RJ)

Benedita da Silva
Deputada federal (PT/RJ)

Chico D'Angelo
Deputado federal (PDT/RJ)

Glauber Braga
Deputado federal (PSOL/RJ)

Talíria Petrone
Deputada federal (PSOL/RJ)

Paulo Ramos
Deputado federal (PDT/RJ)

David Miranda
Deputado federal (PSOL/RJ)

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Rio de Janeiro - Parlamentares de esquerda da bancada do Rio de Janeiro, filiados ao PCdoB, PSB, PSOL, PT e PDT, se recusaram a comparecer a uma reunião "sem pauta definida", segundo eles, a convite do governador, Wilson Witzel. "Esta posição é tomada em protesto à política homicida que vem sendo posta em prática no estado e divulgada com fervor nas redes sociais do governador", justificaram em nota.

Neste domingo, Witzel causou polêmica ao postar nas redes sociais um vídeo em que aparece dentro de um helicóptero acompanhando uma ação policial contra uma comunidade em Angra dos Reis (RJ). Aos policiais, que atiram em direção às casas, ele determina "botar fim na bandidagem".

Depois ele justificou as imagens dizendo que fazia parte de seu trabalho acompanhar operações desse tipo e que a ação tinha como objetivo fazer "reconhecimento na comunidade".

 

*NOTA DOS DEPUTADOS FEDERAIS DO RIO*

POR QUE NOS RECUSAMOS A IR

O governador Wilson Witzel convidou a bancada federal do Rio para uma reunião sem pauta definida nesta segunda-feira (6), porém, nós, deputados e deputadas federais aqui assinalados, nos recusamos a comparecer ao encontro. Esta posição é tomada em protesto à política homicida que vem sendo posta em prática no estado e divulgada com fervor nas redes sociais do governador.

Witzel anuncia a ação, entra no helicóptero e estaria, supostamente, numa das aeronaves no momento em que aparecem sendo feitos disparos de cima, contra favelas de Angra dos Reis, na Região da Costa Verde. Pessoas com envolvimento em crimes devem ser julgadas e punidas de acordo com as leis do Estado brasileiro. O governador do Rio não pode, por decisão sua, instaurar a pena de morte, em frontal desrespeito à Constituição brasileira ou colocar em risco a vida de moradores dessas comunidades.

A política adotada por Witzel é inconstitucional, de lesa-humanidade e fere tratados internacionais assinados pelo Brasil, como a Convenção de Genebra e o Estatuto de Roma. Essa política banaliza a violência e oficializa a barbárie num estado que já convive com um aumento alarmante de mortes decorrentes de ação policial. O primeiro trimestre de 2019 já registra o maior número de mortes deste tipo em 10 anos, com aumento de 450%.

Tomaremos as devidas providências no âmbito nacional e internacional contra a repugnante e criminosa ação do governador do Rio, que quer transformar o extermínio em política de segurança pública.

Assinam:

Jandira Feghali
Deputada federal (PCdoB/RJ)

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Deputada federal (PT/RJ)

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Talíria Petrone
Deputada federal (PSOL/RJ)

Paulo Ramos
Deputado federal (PDT/RJ)

David Miranda
Deputado federal (PSOL/RJ)

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