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"Uma autoridade pública que usa do seu poder para constranger sexualmente mulheres é um bandido", disse Ciro Gomes, durante diálogo da CNI, nesta quarta-feira (29/6)
O ex-governador do Ceará e pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, considerou ser "coisa de bandido" as denúncias de assédio às mulheres contra o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. O Ministério Público Federal está investigando o caso de assédio e o pré-candidato defendeu a prisão de Guimarães.
"Uma autoridade pública que usa do seu poder para constranger sexualmente mulheres é um bandido. Tinha que ser demitido e responder pela cadeia”, afirmou Ciro, em videoconferência, nesta quarta-feira (29/6), no evento Diálogo da indústria com os pré-candidatos à Presidência da República, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O comentário ocorreu logo após o mestre de cerimônias, o jornalista Fernando Rodrigues, informar durante o evento que teria confirmado que a Caixa iria ter troca de presidente, e a chefe da secretaria especial de produtividade e competitividade do Ministério da Economia, Daniella Marques, seria a escolhida para substituir Guimarães.
Formada em Administração pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Marques tem MBA em Finanças pelo IBMEC/RJ e é o braço direito de Paulo Guedes na Economia. O ministro costuma dizer que ela deixou de ganhar milhões na iniciativa privada para trabalhar com ele no governo. Antes de assumir a Sepec, a secretária foi chefe da Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos da pasta desde o início do governo.
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O ex-governador do Ceará e pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, considerou ser "coisa de bandido" as denúncias de assédio às mulheres contra o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. O Ministério Público Federal está investigando o caso de assédio e o pré-candidato defendeu a prisão de Guimarães.
"Uma autoridade pública que usa do seu poder para constranger sexualmente mulheres é um bandido. Tinha que ser demitido e responder pela cadeia”, afirmou Ciro, em videoconferência, nesta quarta-feira (29/6), no evento Diálogo da indústria com os pré-candidatos à Presidência da República, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
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