array(31) {
["id"]=>
int(181815)
["title"]=>
string(63) "A nova agenda de Flávio Bolsonaro após a troca de marqueteiro"
["content"]=>
string(3394) "A troca de marqueteiros na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) completou uma semana e os primeiros movimentos já indicam o tom que deve marcar a comunicação do senador. Desde a chegada do publicitário Duda Lima, que substituiu Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer, a estratégia passou a priorizar ataques à gestão Lula, críticas à condução da economia e a exploração de desgastes políticos do atual governo.
A primeira postagem feita após o anúncio da mudança de equipe ocorreu no mesmo dia da chegada do novo marqueteiro. Na publicação, Flávio mirou a política econômica do governo petista ao explorar o avanço da dívida pública. A economia voltou à pauta da campanha dias depois, em ofensiva contra o endividamento dos brasileiros, que já atinge 82% das famílias, segundo a CNC.
Como era de se esperar, o discurso também passou a incorporar ataques diretos aos aliados do presidente. Flávio explorou as suspeitas envolvendo o senador Jaques Wagner no caso Master e o envolvimento de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, com a lobista Roberta Luchsinger, investigada na farra do INSS.
O acesso de Luchsinger ao entorno de Lula também foi explorado por Flávio em outro episódio, desta vez envolvendo o filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O tema ganhou espaço na comunicação da campanha e foi usado inclusive no anúncio do vice da chapa, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), ex-relator da CPMI do INSS, apresentado pelo senador como o terror do Lulinha.
A estratégia também focou no resgate de bandeiras tradicionais do bolsonarismo, como o combate ao crime organizado e à corrupção, além de referências a escândalos passados que eclodiram em governos petistas anteriores, como o mensalão e o petrolão. Em paralelo, a comunicação passou a explorar ferramentas de mobilização, como a divulgação de uma vaquinha virtual para a campanha presidencial.
Outro eixo foi a construção de palanques nos estados e o apoio de candidaturas femininas. Criticado pelo isolamento partidário e pela ausência de uma mulher na vice, Flávio fez questão de intensificar postagens que o associem a nomes conhecidos do bolsonarismo como Michelle Bolsonaro (PL), Damares Alves (Repubicanos), Bia Kicis (PL), Tereza Cristina (PP), Simone Marquetto (PP) e Daniella Marques (Republicanos).
"
["author"]=>
string(25) " Victor Fuzeira/em.com.br"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(639504)
["filename"]=>
string(13) "flavio171.jpg"
["size"]=>
string(6) "139782"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(133) "A estratégia Flávio também focou no resgate de bandeiras tradicionais do bolsonarismo/crédito: Foto: Roque de Sá/Agência Senado"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(196) "A campanha do senador aposta em ataques diretos a Lula e em temas ligados à agenda econômica, à segurança pública e a escândalos de governos petistas
"
["author_slug"]=>
string(24) "victor-fuzeira-em-com-br"
["views"]=>
int(65)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(61) "a-nova-agenda-de-flavio-bolsonaro-apos-a-troca-de-marqueteiro"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-08-09 13:22:18.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-08-09 13:22:18.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-08-09T13:20:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(14) "/flavio171.jpg"
}
A troca de marqueteiros na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) completou uma semana e os primeiros movimentos já indicam o tom que deve marcar a comunicação do senador. Desde a chegada do publicitário Duda Lima, que substituiu Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer, a estratégia passou a priorizar ataques à gestão Lula, críticas à condução da economia e a exploração de desgastes políticos do atual governo.
A primeira postagem feita após o anúncio da mudança de equipe ocorreu no mesmo dia da chegada do novo marqueteiro. Na publicação, Flávio mirou a política econômica do governo petista ao explorar o avanço da dívida pública. A economia voltou à pauta da campanha dias depois, em ofensiva contra o endividamento dos brasileiros, que já atinge 82% das famílias, segundo a CNC.
Como era de se esperar, o discurso também passou a incorporar ataques diretos aos aliados do presidente. Flávio explorou as suspeitas envolvendo o senador Jaques Wagner no caso Master e o envolvimento de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, com a lobista Roberta Luchsinger, investigada na farra do INSS.
O acesso de Luchsinger ao entorno de Lula também foi explorado por Flávio em outro episódio, desta vez envolvendo o filho mais velho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O tema ganhou espaço na comunicação da campanha e foi usado inclusive no anúncio do vice da chapa, o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), ex-relator da CPMI do INSS, apresentado pelo senador como o terror do Lulinha.
A estratégia também focou no resgate de bandeiras tradicionais do bolsonarismo, como o combate ao crime organizado e à corrupção, além de referências a escândalos passados que eclodiram em governos petistas anteriores, como o mensalão e o petrolão. Em paralelo, a comunicação passou a explorar ferramentas de mobilização, como a divulgação de uma vaquinha virtual para a campanha presidencial.
Outro eixo foi a construção de palanques nos estados e o apoio de candidaturas femininas. Criticado pelo isolamento partidário e pela ausência de uma mulher na vice, Flávio fez questão de intensificar postagens que o associem a nomes conhecidos do bolsonarismo como Michelle Bolsonaro (PL), Damares Alves (Repubicanos), Bia Kicis (PL), Tereza Cristina (PP), Simone Marquetto (PP) e Daniella Marques (Republicanos).