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De São Paulo, irão se apresentar Toninho Ferragutti, com o Quinteto de Cordas, Gabriel Levy e Trio Mana Flor. De Minas, destaque para Célio Balona e Rafael Martini. Participação ainda dos cearenses Nonato Lima e Adelson Viana, dos gaúchos Renato Borghetti e Bebê Kramer; da baiana Lívia Mattos, do pernambucano Beto Hortis e do sergipano Mestrinho.
A curadoria do Festival é de Toninho Ferragutti, um dos maiores músicos do país e apaixonado confesso pelo instrumento. “A sanfona, também chamada de gaita no Sul, integra a alma musical brasileira. Ela ajuda a escrever e iluminar a música popular das diversas regiões do Brasil. A sua grande beleza é ser um dos instrumentos de principal protagonismo na nossa música popular”, pontua.
Embora de origem alemã, tornou-se um instrumento fundamental na construção da identidade musical do Brasil, especialmente do Nordeste, sendo o pilar de gêneros como o forró, de quem se tornou fiel companheira. Essa associação natural e imediata, acabou impondo à sanfona um rótulo de “regional”, sendo muitas vezes relegada ao circuito nordestino, especialmente ao período de festas juninas. Essa realidade, contudo, vem mudando nos últimos anos.
Três pilares norteiam o Festival: música (shows), educação (atividades educativas / paralelas: aulas-show, palestras e workshops) e sustentabilidade (coleta seletiva de lixo e medição de carbono, onde serão devolvidas para a cidade árvores plantadas de acordo com a medição de CO2).
Programação
Sexta
Gabriel Levy (SP) – A sanfona na música do mundo
Trio Mana Flor (SP) – A sanfona e o forró feminino
Célio Balona (MG) – A tradição da sanfona mineira
Renato Borghetti (RS) – A gaita e o festejo do Sul
Sábado
Lívia Mattos (BA) – A compositora de múltiplas influências
Adelson Viana (CE) – O acordeom nordestino
Marcelus Anderson (MS) – A sanfona do Pantanal
Beto Hortis (PE) – O frevo sanfonado
Toninho Ferragutti e Quinteto de Cordas (SP) – A música de câmara na sanfona
Domingo
Bebê Kramer (RS) – A gafieira na sanfona
Rafael Martini (MG) – A renovação da sanfona mineira
Nonato Lima (CE) – A sanfona solo e o jazz brasileiro
Mestrinho (SE) – A tradição que se renova
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De São Paulo, irão se apresentar Toninho Ferragutti, com o Quinteto de Cordas, Gabriel Levy e Trio Mana Flor. De Minas, destaque para Célio Balona e Rafael Martini. Participação ainda dos cearenses Nonato Lima e Adelson Viana, dos gaúchos Renato Borghetti e Bebê Kramer; da baiana Lívia Mattos, do pernambucano Beto Hortis e do sergipano Mestrinho.
A curadoria do Festival é de Toninho Ferragutti, um dos maiores músicos do país e apaixonado confesso pelo instrumento. “A sanfona, também chamada de gaita no Sul, integra a alma musical brasileira. Ela ajuda a escrever e iluminar a música popular das diversas regiões do Brasil. A sua grande beleza é ser um dos instrumentos de principal protagonismo na nossa música popular”, pontua.
Embora de origem alemã, tornou-se um instrumento fundamental na construção da identidade musical do Brasil, especialmente do Nordeste, sendo o pilar de gêneros como o forró, de quem se tornou fiel companheira. Essa associação natural e imediata, acabou impondo à sanfona um rótulo de “regional”, sendo muitas vezes relegada ao circuito nordestino, especialmente ao período de festas juninas. Essa realidade, contudo, vem mudando nos últimos anos.
Três pilares norteiam o Festival: música (shows), educação (atividades educativas / paralelas: aulas-show, palestras e workshops) e sustentabilidade (coleta seletiva de lixo e medição de carbono, onde serão devolvidas para a cidade árvores plantadas de acordo com a medição de CO2).
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Sexta
Gabriel Levy (SP) – A sanfona na música do mundo
Trio Mana Flor (SP) – A sanfona e o forró feminino
Célio Balona (MG) – A tradição da sanfona mineira
Renato Borghetti (RS) – A gaita e o festejo do Sul
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Lívia Mattos (BA) – A compositora de múltiplas influências
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Bebê Kramer (RS) – A gafieira na sanfona
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