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Com participações de Lady Gaga e Ricky Martin, a apresentação foi uma ode à cultura latina, das músicas à iconografia do cenário. Utilizando o conhecido slogan “God Bless America” (“Deus abençoe a América”), Bad Bunny citou o nome de todos os países latino-americanos: “Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Colômbia, Venezuela, Guiana, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala, México, Cuba, República Dominicana, Estados Unidos, Canadá e meu Porto Rico, seguimos aqui”, exaltou, antes de cantar o refrão de seu maior sucesso, que dá título ao disco premiado.
Crítico à situação atual do país, o cantor já havia se expressado nessa direção quando discursou no palco do Grammy contra a perseguição do governo à população estrangeira. “Não somos animais”, afirmou na ocasião. Já considerada a mais política de todas as atrações do intervalo do Super Bowl, a apresentação também registrou recorde de audiência, alcançando a marca de 135,4 milhões de telespectadores, com base em dados preliminares divulgados na segunda-feira pela Nielsen. Os números superam os 133,5 milhões registrados por Kendrick Lamar em 2025.
O presidente Donald Trump, que vem intensificando cada vez mais sua política anti-imigração, declarou, via redes sociais, que o show não representa os padrões de sucesso, criatividade e excelência dos EUA. “Não faz sentido nenhum, é uma afronta à grandeza da América. Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo”, disse o chefe do executivo.
Bad Bunny está com dois shows marcados no Brasil para a próxima semana, no Allianz Parque, em São Paulo, nos dias 20 e 21 de fevereiro, ambos já com lotação esgotada. A popularidade, já crescente, do porto-riquenho no Brasil, após a repercussão internacional do último domingo, deve alcançar níveis meteóricos a partir de agora — sobretudo em um momento de tensões à flor da pele e pautado pela defesa da soberania
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