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A segunda dose já foi tomada por 291.362 pessoas (85%) e a terceira, ou dose de reforço, está nos braços de 59.672 (17%) montes-clarenses. Ainda é preciso que esses números sejam ampliados, principalmente com a terceira dose, mas os resultados já foram sentidos e de forma muito positiva.
“A vacinação significou a redução de casos graves de Covid e diminuiu significativamente o número de internações e mortes”, afirma o clínico geral Bruno Dourado, que atua no Hospital Municipal de Francisco Sá.
Segundo ele, o número crescente de pessoas vacinadas ajudou muito a desafogar o SUS e contribuiu, também, com a saúde dos profissionais dessa área. Ele relembra da situação dos hospitais antes da chegada da vacina. “Vários colegas ficaram contaminados e, pela quantidade de pacientes, a gente tinha que fazer até três plantões seguidos, sem descanso. Vários óbitos ocorriam na semana”.
Hoje, o cenário é outro. Mesmo com a chegada das variantes, como a Ômicron, mais transmissível, os casos são menos graves e, na maioria das vezes, não exigem internação. “Nós, médicos, estamos mais aliviados”, afirma.
REGIONAL
Desde o primeiro dia de vacinação, as duas doses contra a Covid chegaram a 1,1 milhão (76%) de pessoas aptas a receber o imunizante nos 86 municípios que integram o Norte de Minas.
O percentual de norte-mineiros protegidos com a primeira dose era de 86% na última terça-feira (18), o que totaliza 1,2 milhão de pessoas. Já a dose de reforço (terceira) alcançou 201 mil pessoas (13,91%).
Cada vez que esses números aumentam e se aproximam – ou ultrapassam – 90%, significa que mais vidas são poupadas. “Vi vários jovens, sem comorbidade, morrerem. Vi pessoas com pouca comorbidade e que podiam viver muitos anos, morrerem. Vi pessoas que podiam ainda estar aqui, vivendo e fazendo algo de bom, morrer porque pegaram Covid e não tinha vacina ainda”, lamenta o médico Bruno Dourado.
A superintendente Regional de Saúde de Montes Claros, Dhyeime Thauanne Pereira Marques, ressalta a importância de se tomar todas as doses necessárias contra a Covid. “Só com a imunização completa, inclusive com a aplicação da dose de reforço, alcançaremos boas coberturas vacinais e, com isso, as pessoas estarão mais protegidas contra as formas mais graves da doença”, ressalta.
CUIDADOS
Para a coordenadora de Vigilância em Saúde da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros, Agna Soares da Silva Menezes, a campanha é importante, mas só com a contribuição da população, a doença poderá diminuir. “Enquanto as coberturas vacinais não alcançarem mais de 90% da população é importante que as pessoas mantenham os cuidados com a higiene e a utilização de máscaras, além de assegurarem o acesso das crianças com idade entre 5 a 11 anos à vacinação”, alerta.
Coronavac: 6 a 17 anos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos – exceto em casos de menores imunossuprimidos (com baixa imunidade). Crianças e adolescentes com comorbidades também poderão receber a vacina, que será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. A vacina é a mesma utilizada atualmente na imunização de adultos, sem nenhum tipo de adaptação para uma versão pediátrica.
A decisão foi unânime.
*Com Agência Brasil
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A segunda dose já foi tomada por 291.362 pessoas (85%) e a terceira, ou dose de reforço, está nos braços de 59.672 (17%) montes-clarenses. Ainda é preciso que esses números sejam ampliados, principalmente com a terceira dose, mas os resultados já foram sentidos e de forma muito positiva.
“A vacinação significou a redução de casos graves de Covid e diminuiu significativamente o número de internações e mortes”, afirma o clínico geral Bruno Dourado, que atua no Hospital Municipal de Francisco Sá.
Segundo ele, o número crescente de pessoas vacinadas ajudou muito a desafogar o SUS e contribuiu, também, com a saúde dos profissionais dessa área. Ele relembra da situação dos hospitais antes da chegada da vacina. “Vários colegas ficaram contaminados e, pela quantidade de pacientes, a gente tinha que fazer até três plantões seguidos, sem descanso. Vários óbitos ocorriam na semana”.
Hoje, o cenário é outro. Mesmo com a chegada das variantes, como a Ômicron, mais transmissível, os casos são menos graves e, na maioria das vezes, não exigem internação. “Nós, médicos, estamos mais aliviados”, afirma.
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Desde o primeiro dia de vacinação, as duas doses contra a Covid chegaram a 1,1 milhão (76%) de pessoas aptas a receber o imunizante nos 86 municípios que integram o Norte de Minas.
O percentual de norte-mineiros protegidos com a primeira dose era de 86% na última terça-feira (18), o que totaliza 1,2 milhão de pessoas. Já a dose de reforço (terceira) alcançou 201 mil pessoas (13,91%).
Cada vez que esses números aumentam e se aproximam – ou ultrapassam – 90%, significa que mais vidas são poupadas. “Vi vários jovens, sem comorbidade, morrerem. Vi pessoas com pouca comorbidade e que podiam viver muitos anos, morrerem. Vi pessoas que podiam ainda estar aqui, vivendo e fazendo algo de bom, morrer porque pegaram Covid e não tinha vacina ainda”, lamenta o médico Bruno Dourado.
A superintendente Regional de Saúde de Montes Claros, Dhyeime Thauanne Pereira Marques, ressalta a importância de se tomar todas as doses necessárias contra a Covid. “Só com a imunização completa, inclusive com a aplicação da dose de reforço, alcançaremos boas coberturas vacinais e, com isso, as pessoas estarão mais protegidas contra as formas mais graves da doença”, ressalta.
CUIDADOS
Para a coordenadora de Vigilância em Saúde da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros, Agna Soares da Silva Menezes, a campanha é importante, mas só com a contribuição da população, a doença poderá diminuir. “Enquanto as coberturas vacinais não alcançarem mais de 90% da população é importante que as pessoas mantenham os cuidados com a higiene e a utilização de máscaras, além de assegurarem o acesso das crianças com idade entre 5 a 11 anos à vacinação”, alerta.
Coronavac: 6 a 17 anos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou ontem a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos – exceto em casos de menores imunossuprimidos (com baixa imunidade). Crianças e adolescentes com comorbidades também poderão receber a vacina, que será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. A vacina é a mesma utilizada atualmente na imunização de adultos, sem nenhum tipo de adaptação para uma versão pediátrica.
A decisão foi unânime.
*Com Agência Brasil