array(31) {
["id"]=>
int(138338)
["title"]=>
string(80) "Greve: forças de segurança de MG têm nova manifestação por reajuste marcada"
["content"]=>
string(2708) "As forças de segurança pública de Minas Gerais vão completar um mês em greve nas ruas. A categoria tem agendada, para a próxima segunda-feira (21/03), um ato na Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas em Belo Horizonte, capital mineira. O protesto acontecerá exatamente 30 dias depois de a classe decretar paralisação por causa de uma recomposição salarial não cumprida.
O evento foi confirmado nesta terça-feira (15/3), durante audiência pública organizada pela comissão de Segurança Pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). "A manifestação está marcada para o dia 21 de março, na Cidade Administrativa, e majoritariamente por todos os sindicatos e associações que se encontram aqui", afirmou o deputado estadual Sargento Rodrigues (PTB), presidente do colegiado na Casa.
Este será o quarto ato das forças de segurança, que alegam que o Executivo não cumpriu com um acordo de 2019, que previa reajuste salarial de 41% até 2021 - desse montante, somente 13% foi efetuado. Na manifestação em que a greve foi definida, em BH, a cidade foi tomada por policiais, bombeiros e outras categorias desde o início da manhã, com movimentação entre as regiões Central e Sul da capital.
Outro ato ocorreu em 25 de fevereiro, na Cidade Administrativa. Os agentes ocuparam boa parte daquela área e até invadiram por certo tempo a MG-010, principal via de acesso da região.
Já na última quarta-feira (9), os agentes voltaram às ruas de BH e, durante praticamente todo o dia, ocupando a Região Central da capital mineira. Este ato, inclusive, feriu uma jornalista da Band após explosão de uma bomba em um bueiro.
O Governo de Minas chegou a enviar, na semana em que a greve foi decretada, uma primeira proposta de recomposição salarial, de 10,06% a todo funcionalismo público. Ela foi atualizada na última sexta-feira (11), com inclusão de retroativo a janeiro de 2022 à segurança pública, por exemplo, e aumento do auxílio vestimenta. As duas propostas, contudo, não foram bem vistas pela classe, mesmo já tendo sido enviadas à ALMG, via projeto de lei.
"
["author"]=>
string(34) "Matheus Muratori / Estado de Minas"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(589835)
["filename"]=>
string(19) "greveforcasnnvv.jpg"
["size"]=>
string(6) "107794"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(17) "ffotosiinternass/"
}
["image_caption"]=>
string(116) " Agentes foram à Cidade Administrativa, Região Norte de BH, em 25 de fevereiro(foto: Edésio Ferreira/EM/DA Press)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(150) "Quarto ato acontecerá novamente em Belo Horizonte e pela segunda vez na Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas
"
["author_slug"]=>
string(32) "matheus-muratori-estado-de-minas"
["views"]=>
int(108)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(74) "greve-forcas-de-seguranca-de-mg-tem-nova-manifestacao-por-reajuste-marcada"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-03-15 12:44:17.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-03-15 12:44:17.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-03-15T12:40:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(36) "ffotosiinternass/greveforcasnnvv.jpg"
}
As forças de segurança pública de Minas Gerais vão completar um mês em greve nas ruas. A categoria tem agendada, para a próxima segunda-feira (21/03), um ato na Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas em Belo Horizonte, capital mineira. O protesto acontecerá exatamente 30 dias depois de a classe decretar paralisação por causa de uma recomposição salarial não cumprida.
O evento foi confirmado nesta terça-feira (15/3), durante audiência pública organizada pela comissão de Segurança Pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). "A manifestação está marcada para o dia 21 de março, na Cidade Administrativa, e majoritariamente por todos os sindicatos e associações que se encontram aqui", afirmou o deputado estadual Sargento Rodrigues (PTB), presidente do colegiado na Casa.
Este será o quarto ato das forças de segurança, que alegam que o Executivo não cumpriu com um acordo de 2019, que previa reajuste salarial de 41% até 2021 - desse montante, somente 13% foi efetuado. Na manifestação em que a greve foi definida, em BH, a cidade foi tomada por policiais, bombeiros e outras categorias desde o início da manhã, com movimentação entre as regiões Central e Sul da capital.
Outro ato ocorreu em 25 de fevereiro, na Cidade Administrativa. Os agentes ocuparam boa parte daquela área e até invadiram por certo tempo a MG-010, principal via de acesso da região.
Já na última quarta-feira (9), os agentes voltaram às ruas de BH e, durante praticamente todo o dia, ocupando a Região Central da capital mineira. Este ato, inclusive, feriu uma jornalista da Band após explosão de uma bomba em um bueiro.
O Governo de Minas chegou a enviar, na semana em que a greve foi decretada, uma primeira proposta de recomposição salarial, de 10,06% a todo funcionalismo público. Ela foi atualizada na última sexta-feira (11), com inclusão de retroativo a janeiro de 2022 à segurança pública, por exemplo, e aumento do auxílio vestimenta. As duas propostas, contudo, não foram bem vistas pela classe, mesmo já tendo sido enviadas à ALMG, via projeto de lei.