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Representantes das forças de segurança pública de Minas se reuniram com o governo do Estado nesta terça-feira (22), um dia após a manifestação das forças de segurança de Minas que determinou a paralisação dos servidores. Integrantes dos bombeiros e polícias Penal, Militar e Civil reivindicam a recomposição salarial.
Segundo o governo de Minas, o assunto é prioridade e novas reuniões estão previstas para a semana. A administração diz reconhecer a necessidade da recomposição salarial das forças de segurança e de todas as categorias do funcionalismo estadual, pautado por critérios de responsabilidade e previsibilidade fiscal.
Participaram da reunião desta terça o governador Romeu Zema (Novo), o secretário de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco; o comandante da PM, Coronel Rodrigo Sousa Rodrigues; o comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Edgard Estevo; o chefe da Polícia Civil, Dr. Joaquim Francisco Neto e Silva; além de outros membros do Estado e das forças policiais.
Após a votação favorável à paralisação na segunda-feira (21), os policiais se organizam para viabilizar a diminuição dos serviços até que uma proposta de reajuste dos vencimentos seja apresentada pelo Estado.
À reportagem, o presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra-MG), Sargento Marco Antônio Bahia, uma cartilha de orientações para os militares será enviada aos servidores nos próximos dias. O policial também falou sobre as negociações com o governo estadual.
“Na reunião, deixamos bem claro que a gente não discute qualquer hipótese da recomposição estar atrelada ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e à venda da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig). Além disso, qualquer tratativa feita em reunião será antes levada para aprovação da categoria”, afirma.
As polícias Civil e Penal enviaram as orientações para os servidores nesta terça-feira (22). Entre as medidas adotadas pelos policiais civis, se destacam a realização de apenas 30% dos registros de ocorrência e da documentação veicular. Além disso, o IML se limita a recolher corpos em vias públicas e residências.
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Segundo o governo de Minas, o assunto é prioridade e novas reuniões estão previstas para a semana. A administração diz reconhecer a necessidade da recomposição salarial das forças de segurança e de todas as categorias do funcionalismo estadual, pautado por critérios de responsabilidade e previsibilidade fiscal.
Participaram da reunião desta terça o governador Romeu Zema (Novo), o secretário de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco; o comandante da PM, Coronel Rodrigo Sousa Rodrigues; o comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Edgard Estevo; o chefe da Polícia Civil, Dr. Joaquim Francisco Neto e Silva; além de outros membros do Estado e das forças policiais.
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As polícias Civil e Penal enviaram as orientações para os servidores nesta terça-feira (22). Entre as medidas adotadas pelos policiais civis, se destacam a realização de apenas 30% dos registros de ocorrência e da documentação veicular. Além disso, o IML se limita a recolher corpos em vias públicas e residências.