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Com filial instalada no bairro Olhos D’água, em Belo Horizonte, a empresa vai fabricar geradores de hidrogênio verde através de eletrólise e reformadores de etanol e biometano, além de desenvolver outras tecnologias.
“De imediato, vamos investir R$ 20 milhões já em 2022 para extensão da fábrica aqui em Minas. Mas teremos mais investimentos em parcerias com empresas que vão solicitar outras tecnologias adequadas para as atividades e necessidades delas”, afirma o diretor geral da empresa, Marcelo Veneroso.
A expectativa é que o projeto gere cerca de 75 empregos diretos na fábrica da N&E, além de cerca de 200 indiretos.
Sustentabilidade
Diversas nações pelo mundo já incentivam a criação de projetos de produção e uso de hidrogênio visando à redução da emissão de gases de efeito estufa.
O hidrogênio possui valor energético até três vezes maior que os combustíveis tradicionais e é um elemento bastante abundante no nosso planeta.
Ele pode ser produzido a partir de diversas fontes, seja por meio de reações químicas, como a eletrólise, durante a produção de outras substâncias (como etanol) ou até do próprio ar. Quando ele é obtido por meio de processos também sustentáveis, é chamado de “hidrogênio verde”.
A utilização dele também é variada. Ele pode substituir a gasolina ou o diesel para alimentar os motores dos veículos e o gás natural na indústria. O hidrogênio também pode ser usado como substituto do carvão mineral na fabricação de aço. Ele é considerado não-poluente porque o resíduo de sua combustão é o vapor d’água.
Combustível do futuro
Segundo dados da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena), espera-se que, até 2050, cerca de 6% do consumo final de energia no mundo poderá estar ligado ao hidrogênio.
Para o diretor de Atração de Investimentos da Invest Minas, Ronaldo Alexandre Barquette, o investimento coloca o Estado na liderança desse promissor mercado.
“O hidrogênio verde é o combustível do futuro, e Minas Gerais possui um potencial imenso neste mercado, tanto de produção quanto de consumo. Além disso, os equipamentos que produzem hidrogênio precisam de peças e componentes que já são ou podem ser produzidos aqui mesmo, criando uma novos negócios dentro do setor da indústria”, afirma.
Alberto Machado Neto, diretor-executivo de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Hidrogênio da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), concorda com Barquette de que investimentos em hidrogênio, como o da Neuman & Esser, criam novas oportunidades em um mercado que só tende a crescer.
“É da maior importância para o nosso desenvolvimento que o Brasil venha a dominar toda a cadeia de valor envolvida na produção de hidrogênio, incluindo tecnologia, engenharia, fabricação de máquinas e equipamentos e operação das plantas. Nós atuamos no sentido de engajar o máximo empresas para aproveitar as demandas que irão surgir com a introdução no hidrogênio na matriz energética”, afirma o dirigente.
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Combustível do futuro
Segundo dados da Agência Internacional para as Energias Renováveis (Irena), espera-se que, até 2050, cerca de 6% do consumo final de energia no mundo poderá estar ligado ao hidrogênio.
Para o diretor de Atração de Investimentos da Invest Minas, Ronaldo Alexandre Barquette, o investimento coloca o Estado na liderança desse promissor mercado.
“O hidrogênio verde é o combustível do futuro, e Minas Gerais possui um potencial imenso neste mercado, tanto de produção quanto de consumo. Além disso, os equipamentos que produzem hidrogênio precisam de peças e componentes que já são ou podem ser produzidos aqui mesmo, criando uma novos negócios dentro do setor da indústria”, afirma.
Alberto Machado Neto, diretor-executivo de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Hidrogênio da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), concorda com Barquette de que investimentos em hidrogênio, como o da Neuman & Esser, criam novas oportunidades em um mercado que só tende a crescer.
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