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Médicos responsáveis pelo tratamento do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), afirmaram que a campanha eleitoral, em 2024, não foi determinante para o agravamento do estado de saúde dele. Falecido nesta quarta-feira (26), Fuad foi reeleito no 2º turno, com 670 mil votos. Foi a campanha mais acirrada pelo comando da capital pelo menos desde os anos 2000.
Em algumas oportunidades, o prefeito chegou a dizer que a campanha foi desgastante. Quase diariamente, ele cumpriu agenda ao lado do vice, Álvaro Damião (União), rodando por diversos bairros da metrópole, principalmente no primeiro turno. O vigor dele chegou a ser elogiado por apoiadores e eleitores.
“Ele foi orientado das possíveis complicações e sequelas. Mas não é possível afirmar que a campanha tenha interferido. As sequelas que ele teve foram secundárias ao próprio tratamento e à doença”, afirmou Enaldo Melo de Lima, médico que acompanhou Fuad no Hospital Mater Dei.
O anúncio da doença foi em 4 de julho de 2024, às vésperas do início da campanha eleitoral. "Continuarei sendo pré-candidato, da mesma forma que planejei antes, trabalhando na prefeitura e prefeitando”, disse, na época.
Segundo os médicos, ele recebeu todo o suporte. "A nossa orientação é que seria possível sim concorrer, dependendo das reações periódicas. Como ele melhorou muito rápido no período eleitoral, estava apto a concorrer”, acrescentou o Enaldo Lima.
A decisão se seguir na campanha foi do próprio prefeito. “A medicina entra como uma recomendação, a decisão é do indivíduo. E ele estava determinado a ganhar, os familiares foram contra ele concorrer, mas ele queria muito ser prefeito”, disse o médico.
Na reta final de 2024, o prefeito teve o quadro de saúde agravado. Durante a internação, em janeiro, enfrentou diversas complicações, incluindo insuficiência respiratória aguda e infecções secundárias. Em 9 de janeiro, foi entubado e uma traqueostomia foi realizada no dia 10.
Em 29 de janeiro, após apresentar melhora, Fuad recebeu alta da UTI, mas continuou hospitalizado para acompanhamento.
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Em algumas oportunidades, o prefeito chegou a dizer que a campanha foi desgastante. Quase diariamente, ele cumpriu agenda ao lado do vice, Álvaro Damião (União), rodando por diversos bairros da metrópole, principalmente no primeiro turno. O vigor dele chegou a ser elogiado por apoiadores e eleitores.
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