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Na manhã desta sexta-feira da Paixão (3/4), fiéis participam, em Belo Horizonte, da via-sacra encenada no entorno da Catedral Cristo Rei, no Bairro Juliana, Região Norte. Às 8h, os católicos se reuniram no templo para rezar pelos falecidos e, na sequência, foram para o estacionamento, onde começou a caminhada. A encenação da Paixão de Cristo está a cargo dos missionários da comunidade católica Shalom.
Muito emocionada, a contadora Solange Carvalho, moradora do Bairro Tupi, também na Região Norte, fez um paralelo entre a condenação e morte de Jesus e a atualidade. “Vendo o flagelo de Cristo, tudo o que Ele passou, fico pensando no mundo de hoje. “Há muita violência. É preciso que haja compaixão”, afirmou Solange.Também na manhã desta sexta-feira, já no Centro de BH, ocorre a via-sacra e Paixão do Senhor, saindo da Praça Rui Barbosa (Praça da Estação) até o Viaduto Santa Tereza. Às 11h30, sob o viaduto, será servido o almoço às pessoas em situação de rua, preparado pela equipe da catedral, dentro da iniciativa “Dai-lhes vós mesmos de comer”.
No Santuário Arquidiocesano São José, na Avenida Afonso Pena, também teve via-sacra nesta manhã. À tarde, haverá Sermão das Sete Palavras e Unção dos Enfermos (12h), solene ação litúrgica e descendimento e Procissão do Senhor Morto (15h)
Mensagem do arcebispo
Neste dia em que os cristãos lembram a morte de Jesus, o arcebispo metropolitano de BH, dom Walmor Oliveira de Azevedo, explica que a sexta-feira santa convoca ao silêncio. “É o único dia do ano em que não celebramos missa. Meditamos sobre o extremo gesto de amor na ação litúrgica, vivida em nossas comunidades de fé, também na oração da via-sacra: Cristo morre na Cruz por nós. Exercitar-se no silêncio é caminho para saber reconhecer a força redentora do amor de Deus. Cristo morre na cruz, oferece a sua vida pela humanidade. Mas, ao morrer, vence a própria morte, ressuscita.”
Dom Walmor destaca que a ressurreição e a vida plena são o caminho que Deus quer para cada um. “Cristo nos ensina a trilhá-lo. É preciso silenciar-se para escutar a lição do Mestre, que vem do alto da cruz. E permanecer em silêncio é um desafio ainda maior neste tempo, de tanto barulho, de tanto falatório – pensemos especialmente nas redes sociais. Possamos nos qualificar a partir da escuta amorosa de Deus, contemplando o mistério da paixão, morte e ressurreição.”
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No Santuário Arquidiocesano São José, na Avenida Afonso Pena, também teve via-sacra nesta manhã. À tarde, haverá Sermão das Sete Palavras e Unção dos Enfermos (12h), solene ação litúrgica e descendimento e Procissão do Senhor Morto (15h)
Mensagem do arcebispo
Neste dia em que os cristãos lembram a morte de Jesus, o arcebispo metropolitano de BH, dom Walmor Oliveira de Azevedo, explica que a sexta-feira santa convoca ao silêncio. “É o único dia do ano em que não celebramos missa. Meditamos sobre o extremo gesto de amor na ação litúrgica, vivida em nossas comunidades de fé, também na oração da via-sacra: Cristo morre na Cruz por nós. Exercitar-se no silêncio é caminho para saber reconhecer a força redentora do amor de Deus. Cristo morre na cruz, oferece a sua vida pela humanidade. Mas, ao morrer, vence a própria morte, ressuscita.”
Dom Walmor destaca que a ressurreição e a vida plena são o caminho que Deus quer para cada um. “Cristo nos ensina a trilhá-lo. É preciso silenciar-se para escutar a lição do Mestre, que vem do alto da cruz. E permanecer em silêncio é um desafio ainda maior neste tempo, de tanto barulho, de tanto falatório – pensemos especialmente nas redes sociais. Possamos nos qualificar a partir da escuta amorosa de Deus, contemplando o mistério da paixão, morte e ressurreição.”