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Anastasia contra Pimentel e todos contra eles

17/08/2018 00h00 - Atualizado em 21/03/2019 12h37 por Admin


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O que se viu foi um duelo particular entre tucano e petista e os outros quatro candidatos disparando juntos contra a dupla 

 
 
Ricardo Corrêa 

OTEMPO.com.br
 
 

No primeiro encontro entre os candidatos ao governo de Minas Gerais, o que se viu foi um duelo particular entre Antonio Anastasia (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) e outros quatro candidatos disparando juntos contra a dupla do início ao fim. Marcio Lacerda (PSB), Dirlene Marques (PSOL), João Batista Mares Guia (Rede) e Claudiney Dulim (Avante) nem pareciam adversários. Fizeram várias dobradinhas até com elogios mútuos enquanto atacavam a polarização entre PT e PSDB.

O debate começou quente com um duelo direto entre Anastasia e Pimentel. O tucano questionou o petista sobre os problemas fiscais do Estado, que levam ao parcelamento e atraso nos salários dos servidores públicos. Pimentel culpou a herança deixada pelos tucanos. Parecia promissora essa querela, mas pareceu monótono o debate recorrente sobre o mesmo tema até o fim do debate.

Antonio Anastasia fez da comparação entre as gestões um mantra durante todo o programa. Comparou, entre outras coisas, empregos gerados ou perdidos e a postura em relação ao funcionalismo e aos municípios. Usou muitos dados e tentou levar o debate para propostas, principalmente no setor fiscal, mas com o curto tempo para respostas e comentários, não conseguiu detalhá-las de forma razoavelmente suficiente. Sofreu principalmente com críticas indiretas quando não estava entre os debatedores.

Fernando Pimentel, além de apontar as raízes da crise envolvendo o Estado no período de governo dos tucanos, fez de tudo para colar-se na imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista incluiu até em uma pergunta a questão da possibilidade de candidatura do colega de partido. Citou Lula em quase todas as respostas, sempre usando como gancho a necessidade de uma boa relação com o governo federal. No quarto bloco, Pimentel enfim citou Aécio Neves para criticar Anastasia. Era o que aconteceria, segundo estratégias relatadas pelos petistas.

Sem conseguir se aproveitar tanto do duelo particular entre petista e tucano, Marcio Lacerda apareceu menos do que gostaria. No entanto, foi beneficiado por perguntas e comentários vindos de concorrentes, principalmente João Batista dos Mares Guia, quando teve a oportunidade de falar de seus resultados na educação em Minas Gerais. O foco principal de Lacerda, porém, foi falar da "velha política" que, segundo ele, tentou tirá-lo da disputa. O discurso de que é um técnico enfrentando políticos deu o tom de suas principais falas e tende a ser um discurso padrão de sua campanha.

João Batista Mares Guia parecia mais à vontade que seus concorrentes na maior parte do debate. Bem abaixo nas pesquisas, o candidato da Rede foi mais assertivo nas falas. Fez ataques casados a Pimentel e Anastasia, lembrou o que considerou incoerências dos dois. Citou o papel do PT de Pimentel ao ter Michel Temer como vice e a relação de Anastasia com Aécio.  Acabou sendo o autor das melhores frases do debate ao falar que "Pimentel multiplicou por cinco a herança maldita" ou que Anastasia é um "defensor das castas".

O desconhecido Claudiney Dulim seguiu linha parecida e praticamente o tempo inteiro fez dobradinhas com Lacerda, Mares Guia e Dirlene para atacar PT e PSDB. Foi, no entanto, mais genérico e menos contundente que os outros. Antes do debate, prometeu surpreender. Foi inteligente ao usar apenas as tréplicas para criticar adversários que perguntavam, impedindo que eles tivessem a chance de rebatê-las. No fim, deixou-se levar pela emoção ao começar a contar a sua história e o quase choro talvez tenha sido seu ponto mais alto no debate.

Por fim, apagada, Dirlene Marques passou longe do perfil de candidatos do PSOL nas últimas eleições. Perdeu, inclusive, oportunidades de ser mais dura com os adversários. Ao falar de corrupção, por exemplo, abriu mão de falar de inquéritos e processos envolvendo os dois principais concorrentes ao governo. Foi mais genérica e suave o que é incomum em um partido que se coloca mais ao extremo da luta ideológica no Brasil.

Ao fim, percebeu-se que os dois primeiros colocados na pesquisa são vidraças garantidas durante a campanha. No entanto, com tantos candidatos jogando pedras e tão pouco tempo de disputa, talvez não seja possível ao eleitor perceber entre eles, claramente, qual será a alternativa para eventual mudança nesse quadro de polarização. Quem conseguir fazer isso pode acabar herdando ganhos e até uma oportunidade no segundo turno.

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Ricardo Corrêa

OTEMPO.com.br

No primeiro encontro entre os candidatos ao governo de Minas Gerais, o que se viu foi um duelo particular entre Antonio Anastasia (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) e outros quatro candidatos disparando juntos contra a dupla do início ao fim. Marcio Lacerda (PSB), Dirlene Marques (PSOL), João Batista Mares Guia (Rede) e Claudiney Dulim (Avante) nem pareciam adversários. Fizeram várias dobradinhas até com elogios mútuos enquanto atacavam a polarização entre PT e PSDB.

O debate começou quente com um duelo direto entre Anastasia e Pimentel. O tucano questionou o petista sobre os problemas fiscais do Estado, que levam ao parcelamento e atraso nos salários dos servidores públicos. Pimentel culpou a herança deixada pelos tucanos. Parecia promissora essa querela, mas pareceu monótono o debate recorrente sobre o mesmo tema até o fim do debate.

Antonio Anastasia fez da comparação entre as gestões um mantra durante todo o programa. Comparou, entre outras coisas, empregos gerados ou perdidos e a postura em relação ao funcionalismo e aos municípios. Usou muitos dados e tentou levar o debate para propostas, principalmente no setor fiscal, mas com o curto tempo para respostas e comentários, não conseguiu detalhá-las de forma razoavelmente suficiente. Sofreu principalmente com críticas indiretas quando não estava entre os debatedores.

Fernando Pimentel, além de apontar as raízes da crise envolvendo o Estado no período de governo dos tucanos, fez de tudo para colar-se na imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista incluiu até em uma pergunta a questão da possibilidade de candidatura do colega de partido. Citou Lula em quase todas as respostas, sempre usando como gancho a necessidade de uma boa relação com o governo federal. No quarto bloco, Pimentel enfim citou Aécio Neves para criticar Anastasia. Era o que aconteceria, segundo estratégias relatadas pelos petistas.

Sem conseguir se aproveitar tanto do duelo particular entre petista e tucano, Marcio Lacerda apareceu menos do que gostaria. No entanto, foi beneficiado por perguntas e comentários vindos de concorrentes, principalmente João Batista dos Mares Guia, quando teve a oportunidade de falar de seus resultados na educação em Minas Gerais. O foco principal de Lacerda, porém, foi falar da "velha política" que, segundo ele, tentou tirá-lo da disputa. O discurso de que é um técnico enfrentando políticos deu o tom de suas principais falas e tende a ser um discurso padrão de sua campanha.

João Batista Mares Guia parecia mais à vontade que seus concorrentes na maior parte do debate. Bem abaixo nas pesquisas, o candidato da Rede foi mais assertivo nas falas. Fez ataques casados a Pimentel e Anastasia, lembrou o que considerou incoerências dos dois. Citou o papel do PT de Pimentel ao ter Michel Temer como vice e a relação de Anastasia com Aécio. Acabou sendo o autor das melhores frases do debate ao falar que "Pimentel multiplicou por cinco a herança maldita" ou que Anastasia é um "defensor das castas".

O desconhecido Claudiney Dulim seguiu linha parecida e praticamente o tempo inteiro fez dobradinhas com Lacerda, Mares Guia e Dirlene para atacar PT e PSDB. Foi, no entanto, mais genérico e menos contundente que os outros. Antes do debate, prometeu surpreender. Foi inteligente ao usar apenas as tréplicas para criticar adversários que perguntavam, impedindo que eles tivessem a chance de rebatê-las. No fim, deixou-se levar pela emoção ao começar a contar a sua história e o quase choro talvez tenha sido seu ponto mais alto no debate.

Por fim, apagada, Dirlene Marques passou longe do perfil de candidatos do PSOL nas últimas eleições. Perdeu, inclusive, oportunidades de ser mais dura com os adversários. Ao falar de corrupção, por exemplo, abriu mão de falar de inquéritos e processos envolvendo os dois principais concorrentes ao governo. Foi mais genérica e suave o que é incomum em um partido que se coloca mais ao extremo da luta ideológica no Brasil.

Ao fim, percebeu-se que os dois primeiros colocados na pesquisa são vidraças garantidas durante a campanha. No entanto, com tantos candidatos jogando pedras e tão pouco tempo de disputa, talvez não seja possível ao eleitor perceber entre eles, claramente, qual será a alternativa para eventual mudança nesse quadro de polarização. Quem conseguir fazer isso pode acabar herdando ganhos e até uma oportunidade no segundo turno.

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