• Tecnologia
  • Notícias
    • Brasil
    • Ciência
    • Comportamento
    • Concursos
    • Direito do Consumidor
    • Direitos Humanos
    • Educação
    • Gastronomia
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mercado de Trabalho
    • Mídia
    • Minas
    • Mundo Animal
    • Polícia
    • Política
    • Protestos
    • Saúde
    • Trânsito
    • Turismo
    • Veículos
  • Colunistas
  • Minas
  • Esportes
  • Carnaval 2020
  • Contato
  • Anuncie no portal Minas 1
  • Tecnologia
  • Notícias
    • Brasil
    • Ciência
    • Comportamento
    • Concursos
    • Direito do Consumidor
    • Direitos Humanos
    • Educação
    • Gastronomia
    • Justiça
    • Meio Ambiente
    • Mercado de Trabalho
    • Mídia
    • Minas
    • Mundo Animal
    • Polícia
    • Política
    • Protestos
    • Saúde
    • Trânsito
    • Turismo
    • Veículos
  • Colunistas
  • Minas
  • Esportes
  • Carnaval 2020
  • Contato
  • Anuncie no portal Minas 1
Minas1
sex, 15 de mai de 2026
Horário: 18:49 Hs
Dolar: R$
Euro: R$

Pesquisador alemão relembra como a Alemanha elegeu Hitler

07/10/2018 00h00 - Atualizado em 21/03/2019 12h38 por Admin


99650_2_hitler.jpg
array(31) {
  ["id"]=>
  int(99650)
  ["title"]=>
  string(58) "Pesquisador alemão relembra como a Alemanha elegeu Hitler"
  ["content"]=>
  string(3850) "

 

O pesquisador alemão e especialista em relações internacionais, Oliver Stuenkel, escaneia o fenômeno discursivo-social que leva populações inteiras a aderirem práticas de ódio; ele diz: "Hitler não chegou ao poder porque todos os alemães eram nazistas ou anti-semitas, mas porque muitas pessoas razoáveis fizeram vista grossa. O mal se estabeleceu na vida cotidiana porque as pessoas eram incapazes ou sem vontade de reconhecê-lo ou denunciá-lo, disseminando-se entre os alemães porque o povo estava disposto a minimizá-lo. Antes de muitos perceberem o que a maquinaria fascista do partido governista estava fazendo, ele já não podia mais ser contido. Era tarde demais."

Brasília -O pesquisador alemão e especialista em relações internacionais, Oliver Stuenkel, escaneia o fenômeno discursivo-social que leva populações inteiras a aderirem práticas de ódio. Ele diz: "Hitler não chegou ao poder porque todos os alemães eram nazistas ou anti-semitas, mas porque muitas pessoas razoáveis fizeram vista grossa. O mal se estabeleceu na vida cotidiana porque as pessoas eram incapazes ou sem vontade de reconhecê-lo ou denunciá-lo, disseminando-se entre os alemães porque o povo estava disposto a minimizá-lo. Antes de muitos perceberem o que a maquinaria fascista do partido governista estava fazendo, ele já não podia mais ser contido. Era tarde demais."

Em artigo publicado no jornal El País, o pesquisador explica - e se pergunta: "ao longo da década de 1920, Adolf Hitler era pouco mais do que um ex-militar bizarro de baixo escalão, que poucas pessoas levavam a sério. Ele era conhecido principalmente por seus discursos contra minorias, políticos de esquerda, pacifistas, feministas, gays, elites progressistas, imigrantes, a mídia e a Liga das Nações, precursora das Nações Unidas. Em 1932, porém, 37% dos eleitores alemães votaram no partido de Hitler, a nova força política dominante no país. Em janeiro de 1933, ele tornou-se chefe de governo. Por que tantos alemães instruídos votaram em um patético bufão que levou o país ao abismo?"

Stuenkel prossegue, relatando o que foi a ascensão do nazismo alemão: "em primeiro lugar, os alemães tinham perdido a fé no sistema político da época. A jovem democracia não trouxera os benefícios que muitos esperavam. Muitos sentiam raiva das elites tradicionais, cujas políticas tinham causado a pior crise econômica na história do país. Buscava-se um novo rosto. Um anti-político promoveria mudanças de verdade. Muitos dos eleitores de Hitler ficaram incomodados com seu radicalismo, mas os partidos estabelecidos não pareciam oferecer boas alternativas".

E comenta sobre as estratégias de comunicação: "em segundo lugar, Hitler sabia como usar a mídia para seus propósitos. Contrastando o discurso burocrático da maioria dos outros políticos, Hitler usava um linguajar simples, espalhava fake news, e os jornais adoravam sugerir que muito do que ele dizia era absurdo. Hitler era politicamente incorreto de propósito, o que o tornava mais autêntico aos olhos dos eleitores. Cada discurso era um espetáculo. Diferentemente dos outros políticos, ele foi recebido com aplausos de pé onde quer que fosse, empolgando as multidões".

 

fonte: Brasil247

" ["author"]=> string(5) "Admin" ["user"]=> NULL ["image"]=> array(6) { ["id"]=> int(544641) ["filename"]=> string(18) "99650_2_hitler.jpg" ["size"]=> string(5) "13718" ["mime_type"]=> string(10) "image/jpeg" ["anchor"]=> NULL ["path"]=> string(6) "posts/" } ["image_caption"]=> NULL ["categories_posts"]=> NULL ["tags_posts"]=> array(0) { } ["active"]=> bool(true) ["description"]=> string(0) "" ["author_slug"]=> string(5) "admin" ["views"]=> int(426) ["images"]=> NULL ["alternative_title"]=> NULL ["featured"]=> bool(false) ["position"]=> int(0) ["featured_position"]=> int(0) ["users"]=> NULL ["groups"]=> NULL ["author_image"]=> NULL ["thumbnail"]=> NULL ["slug"]=> string(57) "pesquisador-alemao-relembra-como-a-alemanha-elegeu-hitler" ["categories"]=> array(1) { [0]=> array(9) { ["id"]=> int(454) ["name"]=> string(6) "Mídia" ["description"]=> NULL ["image"]=> NULL ["color"]=> string(0) "" ["active"]=> bool(true) ["category_modules"]=> NULL ["category_models"]=> NULL ["slug"]=> string(5) "midia" } } ["category"]=> array(9) { ["id"]=> int(454) ["name"]=> string(6) "Mídia" ["description"]=> NULL ["image"]=> NULL ["color"]=> string(0) "" ["active"]=> bool(true) ["category_modules"]=> NULL ["category_models"]=> NULL ["slug"]=> string(5) "midia" } ["tags"]=> NULL ["created_at"]=> object(DateTime)#539 (3) { ["date"]=> string(26) "2018-10-07 13:24:02.000000" ["timezone_type"]=> int(3) ["timezone"]=> string(13) "America/Bahia" } ["updated_at"]=> object(DateTime)#546 (3) { ["date"]=> string(26) "2019-03-21 12:38:26.000000" ["timezone_type"]=> int(3) ["timezone"]=> string(13) "America/Bahia" } ["published_at"]=> string(25) "2018-10-07T00:00:00-03:00" ["group_permissions"]=> array(4) { [0]=> int(1) [1]=> int(4) [2]=> int(3) [3]=> int(2) } ["image_path"]=> string(24) "posts/99650_2_hitler.jpg" }

O pesquisador alemão e especialista em relações internacionais, Oliver Stuenkel, escaneia o fenômeno discursivo-social que leva populações inteiras a aderirem práticas de ódio; ele diz: "Hitler não chegou ao poder porque todos os alemães eram nazistas ou anti-semitas, mas porque muitas pessoas razoáveis fizeram vista grossa. O mal se estabeleceu na vida cotidiana porque as pessoas eram incapazes ou sem vontade de reconhecê-lo ou denunciá-lo, disseminando-se entre os alemães porque o povo estava disposto a minimizá-lo. Antes de muitos perceberem o que a maquinaria fascista do partido governista estava fazendo, ele já não podia mais ser contido. Era tarde demais."

Brasília -O pesquisador alemão e especialista em relações internacionais, Oliver Stuenkel, escaneia o fenômeno discursivo-social que leva populações inteiras a aderirem práticas de ódio. Ele diz: "Hitler não chegou ao poder porque todos os alemães eram nazistas ou anti-semitas, mas porque muitas pessoas razoáveis fizeram vista grossa. O mal se estabeleceu na vida cotidiana porque as pessoas eram incapazes ou sem vontade de reconhecê-lo ou denunciá-lo, disseminando-se entre os alemães porque o povo estava disposto a minimizá-lo. Antes de muitos perceberem o que a maquinaria fascista do partido governista estava fazendo, ele já não podia mais ser contido. Era tarde demais."

Em artigo publicado no jornal El País, o pesquisador explica - e se pergunta: "ao longo da década de 1920, Adolf Hitler era pouco mais do que um ex-militar bizarro de baixo escalão, que poucas pessoas levavam a sério. Ele era conhecido principalmente por seus discursos contra minorias, políticos de esquerda, pacifistas, feministas, gays, elites progressistas, imigrantes, a mídia e a Liga das Nações, precursora das Nações Unidas. Em 1932, porém, 37% dos eleitores alemães votaram no partido de Hitler, a nova força política dominante no país. Em janeiro de 1933, ele tornou-se chefe de governo. Por que tantos alemães instruídos votaram em um patético bufão que levou o país ao abismo?"

Stuenkel prossegue, relatando o que foi a ascensão do nazismo alemão: "em primeiro lugar, os alemães tinham perdido a fé no sistema político da época. A jovem democracia não trouxera os benefícios que muitos esperavam. Muitos sentiam raiva das elites tradicionais, cujas políticas tinham causado a pior crise econômica na história do país. Buscava-se um novo rosto. Um anti-político promoveria mudanças de verdade. Muitos dos eleitores de Hitler ficaram incomodados com seu radicalismo, mas os partidos estabelecidos não pareciam oferecer boas alternativas".

E comenta sobre as estratégias de comunicação: "em segundo lugar, Hitler sabia como usar a mídia para seus propósitos. Contrastando o discurso burocrático da maioria dos outros políticos, Hitler usava um linguajar simples, espalhava fake news, e os jornais adoravam sugerir que muito do que ele dizia era absurdo. Hitler era politicamente incorreto de propósito, o que o tornava mais autêntico aos olhos dos eleitores. Cada discurso era um espetáculo. Diferentemente dos outros políticos, ele foi recebido com aplausos de pé onde quer que fosse, empolgando as multidões".

fonte: Brasil247

Publicidade

Mais Lidas

Foto/Divulgalção
10/02/2026 às 11:20
Desaparecimentos de crianças e adolescentes crescem 40% em Minas, com média de 7 casos por dia
Deputado federal André Janones (Rede-MG) usou o púlpito da Câmara nesta quinta (14/5) para criticar a reação do núcleo bolsonarista no Congresso após a divulgação de áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro crédito: Reprodução/Câmara
15/05/2026 às 16:00
'Igual rato': Janones provoca direita após áudio de Flávio Bolsonaro
22/06/2023 às 20:50
Decisões médicas conflitantes
Romeu Zema brinca e convida Flávio Bolsonaro para vice/Foto: Reprodução
15/05/2026 às 12:50
Flávio Bolsonaro revela ligação frustrada a Zema após mensagens com Vorcaro: ‘foi precipitado’
Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro/crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil
15/05/2026 às 12:40
Ex-governador Cláudio Castro é alvo da PF em operação sobre combustíveis
O deputado Mário Frias afirmou que o senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer participação societária no filme ou na produtora Go Up Entertainment, de Karina Ferreira da Gama (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
15/05/2026 às 12:30
STF apura emenda parlamentar para produtora de filme sobre Bolsonaro

© 2019 Minas1 - Todos os direitos reservados
EMAIL contato@minas1.com.br
logo-izap.pngGerenciar