array(31) {
["id"]=>
int(139059)
["title"]=>
string(86) "STF tem maioria para confirmar decisão que estende proibição a despejos na pandemia"
["content"]=>
string(2420) "O Supremo Tribunal Federal (STF) tem maioria para confirmar a decisão individual do ministro Luís Roberto Barroso que prorrogou, até 30 de junho, a suspensão de despejos, remoções forçadas e desocupações na pandemia.
O julgamento ocorre no plenário virtual, plataforma que permite a votação sem necessidade de debates em reunião presencial ou por videoconferência. Os ministros apenas incluem os posicionamentos no sistema online.
Até o momento, Barroso foi acompanhado por Edson Fachin, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Luiz Fux. Embora a maioria esteja formada, o julgamento pode ser interrompido se algum magistrado pedir para levar o debate ao plenário físico. Nesse caso, a análise é retomada do início e mesmo quem já votou precisa se manifestar.
A ação em análise é movida com junto pelo PSOL, PT e entidades de moradia e direitos humanos.
Divergências
O ministro Ricardo Lewandowski divergiu parcialmente da maioria. Ele votou para manter a suspensão das desocupações "enquanto perdurarem os efeitos da pandemia", sem uma data específica. Em sua decisão monocrática, na semana passada, Barroso sinalizou que esta deve ser a última vez que a medida é prorrogada, já que o papel do STF na regulação do tema tende a se 'esgotar' com a desaceleração da crise da covid-19.
O ministro André Mendonça inaugurou ainda uma terceira corrente ao votar para liberar as desocupações. Ele argumentou que, com o avanço da vacinação e a queda de infecções, a medida não deveria ser prorrogada.
"Superada - espera-se definitivamente - a fase aguda da pandemia, não há como se concluir de forma ampla, geral e irrestrita que as desocupações ou remoções forçadas coletivas devam continuar", afirmou.
"
["author"]=>
string(18) "Estadão Conteúdo"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(590644)
["filename"]=>
string(11) "despejo.jpg"
["size"]=>
string(5) "82859"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(17) "ffotosiinternass/"
}
["image_caption"]=>
string(17) " © Shutterstock"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(217) "O julgamento ocorre no plenário virtual, plataforma que permite a votação sem necessidade de debates em reunião presencial ou por videoconferência.
"
["author_slug"]=>
string(16) "estadao-conteudo"
["views"]=>
int(178)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(83) "stf-tem-maioria-para-confirmar-decisao-que-estende-proibicao-a-despejos-na-pandemia"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(442)
["name"]=>
string(8) "Justiça"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(7) "justica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(442)
["name"]=>
string(8) "Justiça"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(7) "justica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-04-07 15:37:09.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-04-07 15:37:09.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-04-07T15:40:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(28) "ffotosiinternass/despejo.jpg"
}
O Supremo Tribunal Federal (STF) tem maioria para confirmar a decisão individual do ministro Luís Roberto Barroso que prorrogou, até 30 de junho, a suspensão de despejos, remoções forçadas e desocupações na pandemia.
O julgamento ocorre no plenário virtual, plataforma que permite a votação sem necessidade de debates em reunião presencial ou por videoconferência. Os ministros apenas incluem os posicionamentos no sistema online.
Até o momento, Barroso foi acompanhado por Edson Fachin, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Luiz Fux. Embora a maioria esteja formada, o julgamento pode ser interrompido se algum magistrado pedir para levar o debate ao plenário físico. Nesse caso, a análise é retomada do início e mesmo quem já votou precisa se manifestar.
A ação em análise é movida com junto pelo PSOL, PT e entidades de moradia e direitos humanos.
Divergências
O ministro Ricardo Lewandowski divergiu parcialmente da maioria. Ele votou para manter a suspensão das desocupações "enquanto perdurarem os efeitos da pandemia", sem uma data específica. Em sua decisão monocrática, na semana passada, Barroso sinalizou que esta deve ser a última vez que a medida é prorrogada, já que o papel do STF na regulação do tema tende a se 'esgotar' com a desaceleração da crise da covid-19.
O ministro André Mendonça inaugurou ainda uma terceira corrente ao votar para liberar as desocupações. Ele argumentou que, com o avanço da vacinação e a queda de infecções, a medida não deveria ser prorrogada.
"Superada - espera-se definitivamente - a fase aguda da pandemia, não há como se concluir de forma ampla, geral e irrestrita que as desocupações ou remoções forçadas coletivas devam continuar", afirmou.