array(31) {
["id"]=>
int(140787)
["title"]=>
string(109) "The Guardian cobra informações 'urgentes' sobre paradeiro de jornalista e indigenista desaparecidos"
["content"]=>
string(3184) "AMAZÔNIA
Da Redação*
As buscas pelo indigenista Bruno Pereira e pelo jornalista britânico Dom Phillips, desaparecidos na Amazônia desde o último domingo (5), seguem nesta terça-feira (7). O caso tem ganhado repercussão mundial. Um porta-voz do jornal The Guardian disse que acompanha a situação e está em contato com as embaixadas brasileira e britânica.
“O Guardian está muito preocupado e busca urgentemente informações sobre o paradeiro e a condição de Phillips. Estamos em contato com a embaixada britânica no Brasil e com as autoridades locais e nacionais para tentar apurar os fatos o mais rápido possível”.
Uma nota foi assinada pela diretora do escritório da Human Rights Watch no Brasil, Maria Laura Canineu. Nela, se diz muito preocupada com o desaparecimento. “É extremamente importante que as autoridades brasileiras dediquem todos os recursos disponíveis e necessários para a realização imediata das buscas, a fim de garantir, o quanto antes, a segurança dos dois”.
O Ministério das Relações Exteriores informou que o governo está acompanhando as buscas. O Itamaraty disse que a Polícia Federal atua na região. “A PF fez repetidas incursões e tem contado com o apoio da Marinha do Brasil, que se somou aos esforços nos trabalhos de buscas de ambos os cidadãos”.
Também por meio de nota, a PF informou que vem realizando medidas investigativas e de inteligência policial visando ao esclarecimento dos fatos e a resolução do caso. Acrescenta ter feito incursões na calha do Rio Itaquaí, mais precisamente no trecho compreendido entre a frente de proteção etnoambiental itui-itauqai e o município de Atalaia do Norte.
“Das diligências efetuadas foi possível identificar duas pessoas que tiveram contato com os desaparecidos, as quais foram encaminhadas à Polícia Civil de Atalaia do Norte para prestar esclarecimentos”, acrescentou a PF, ao informar que, até o momento, ninguém foi preso.
As buscas foram retomadas com o apoio da Marinha visando novas incursões no rio, com o apoio de um helicóptero.
A Funai informou que está em contato com as forças de segurança, de forma a colaborar com as buscas. Em nota, comentou que, embora o indigenista Bruno da Cunha Araújo Pereira integre o quadro de servidores da Funai, ele não estava na região em missão institucional, pois se encontrava de licença para tratar de interesses particulares.
* Informações da Agência Brasil
"
["author"]=>
string(6) "Minas1"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(592667)
["filename"]=>
string(22) "deguardianreporter.jpg"
["size"]=>
string(5) "65742"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "marquivo/"
}
["image_caption"]=>
string(58) " (Divulgação/Funai e Reprodução/Twitter/@domphillips)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(6) "minas1"
["views"]=>
int(122)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(97) "the-guardian-cobra-informacoes-urgentes-sobre-paradeiro-de-jornalista-e-indigenista-desaparecidos"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(428)
["name"]=>
string(13) "Internacional"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(13) "internacional"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(428)
["name"]=>
string(13) "Internacional"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(13) "internacional"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-06-07 15:56:12.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-06-07 16:19:12.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-06-07T16:00:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(31) "marquivo/deguardianreporter.jpg"
}
AMAZÔNIA
Da Redação*
As buscas pelo indigenista Bruno Pereira e pelo jornalista britânico Dom Phillips, desaparecidos na Amazônia desde o último domingo (5), seguem nesta terça-feira (7). O caso tem ganhado repercussão mundial. Um porta-voz do jornal The Guardian disse que acompanha a situação e está em contato com as embaixadas brasileira e britânica.
“O Guardian está muito preocupado e busca urgentemente informações sobre o paradeiro e a condição de Phillips. Estamos em contato com a embaixada britânica no Brasil e com as autoridades locais e nacionais para tentar apurar os fatos o mais rápido possível”.
Uma nota foi assinada pela diretora do escritório da Human Rights Watch no Brasil, Maria Laura Canineu. Nela, se diz muito preocupada com o desaparecimento. “É extremamente importante que as autoridades brasileiras dediquem todos os recursos disponíveis e necessários para a realização imediata das buscas, a fim de garantir, o quanto antes, a segurança dos dois”.
O Ministério das Relações Exteriores informou que o governo está acompanhando as buscas. O Itamaraty disse que a Polícia Federal atua na região. “A PF fez repetidas incursões e tem contado com o apoio da Marinha do Brasil, que se somou aos esforços nos trabalhos de buscas de ambos os cidadãos”.
Também por meio de nota, a PF informou que vem realizando medidas investigativas e de inteligência policial visando ao esclarecimento dos fatos e a resolução do caso. Acrescenta ter feito incursões na calha do Rio Itaquaí, mais precisamente no trecho compreendido entre a frente de proteção etnoambiental itui-itauqai e o município de Atalaia do Norte.
“Das diligências efetuadas foi possível identificar duas pessoas que tiveram contato com os desaparecidos, as quais foram encaminhadas à Polícia Civil de Atalaia do Norte para prestar esclarecimentos”, acrescentou a PF, ao informar que, até o momento, ninguém foi preso.
As buscas foram retomadas com o apoio da Marinha visando novas incursões no rio, com o apoio de um helicóptero.
A Funai informou que está em contato com as forças de segurança, de forma a colaborar com as buscas. Em nota, comentou que, embora o indigenista Bruno da Cunha Araújo Pereira integre o quadro de servidores da Funai, ele não estava na região em missão institucional, pois se encontrava de licença para tratar de interesses particulares.
* Informações da Agência Brasil