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Nesta segunda-feira (2), o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou os grupos palestinos da de Gaza, alertando que o preço a pagar será terrível, se os sequestrados não forem libertados antes da sua posse.
"Estes responsáveis serão atingidos com uma força nunca antes sofrida por alguém na longa história dos Estados Unidos", acrescentou.
"Se os reféns não forem libertados antes de 20 de janeiro o preço a pagar será TERRÍVEL no Oriente Médio e para os responsáveis que perpetraram estas atrocidades contra a humanidade", avisou Trump na sua rede Truth Social.
O republicano também fez criticas de tudo ser conversado e sem nenhuma ação para libertar os reféns detidos, segundo suas palavras, de forma tão violenta, desumana e contra a vontade do mundo inteiro.
Por sua vez, o Hamas condiciona o fim da guerra com a retirada completa das forças de Israel em Gaza, enquanto o governo israelense exige em troca a entrega dos reféns remanescentes. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já afirmou e reiterou por diversas vezes que a guerra continuará até erradicar o grupo, de modo que deixe de ser uma ameaça ao seu país.
Dos 250 israelenses raptados no dia 7 de outubro de 2023, na invasão do sul de Israel por parte do Hamas e grupos aliados, estima-se que agora 97 permanecem em Gaza, sendo que 35 deles já foram declarados mortos pelo exército israelense.
Há um ano, 105 reféns vivos foram repatriados no único acordo de troca de prisioneiros até agora estabelecido. Outros quatro foram depois libertados unilateralmente pelo Hamas e oito resgatados pelas Forças de Defesa de Israel, num total de 117.
O governo de Tel Aviv ainda assegura que 73 dos reféns levados na invasão morreram logo nessa data ou depois, sob custódia do Hamas, e que três foram vítimas de fogo amigo em ataques israelenses. Até setembro, os corpos de 37 reféns haviam sido entregues a Israel e as FDI conseguiram recuperar os de outros 34, em operações militares no enclave palestino.
Hoje, o Hamas também revelou, sem mencionar nacionalidades, que 33 reféns em Gaza foram mortos durante os meses de guerra entre Israel e os grupos palestinos do território.
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Nesta segunda-feira (2), o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou os grupos palestinos da de Gaza, alertando que o preço a pagar será terrível, se os sequestrados não forem libertados antes da sua posse.
"Estes responsáveis serão atingidos com uma força nunca antes sofrida por alguém na longa história dos Estados Unidos", acrescentou.
"Se os reféns não forem libertados antes de 20 de janeiro o preço a pagar será TERRÍVEL no Oriente Médio e para os responsáveis que perpetraram estas atrocidades contra a humanidade", avisou Trump na sua rede Truth Social.
O republicano também fez criticas de tudo ser conversado e sem nenhuma ação para libertar os reféns detidos, segundo suas palavras, de forma tão violenta, desumana e contra a vontade do mundo inteiro.
Por sua vez, o Hamas condiciona o fim da guerra com a retirada completa das forças de Israel em Gaza, enquanto o governo israelense exige em troca a entrega dos reféns remanescentes. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, já afirmou e reiterou por diversas vezes que a guerra continuará até erradicar o grupo, de modo que deixe de ser uma ameaça ao seu país.
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Há um ano, 105 reféns vivos foram repatriados no único acordo de troca de prisioneiros até agora estabelecido. Outros quatro foram depois libertados unilateralmente pelo Hamas e oito resgatados pelas Forças de Defesa de Israel, num total de 117.
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