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A ativista mexicana de direitos humanos, Rosario Ibarra de Piedra, morreu no sábado (16), aos 95 anos, na cidade de Monterrey, no norte de México, informou o presidente do país, Andrés Manuel López Obrador.
"Má notícia: morreu Rosario Ibarra de Piedra, que sempre nos lembrará do amor mais profundo pelas crianças e da solidariedade com aqueles que sofrem com o desaparecimento de seus entes queridos", escreveu López Obrador no Twitter.
Depois o desaparecimento de seu filho Jesús Piedra, em 1975, após ser acusado de pertencer à Liga Comunista 23 de Setembro, Rosario fundou o comitê em prol da defesa de presos, perseguidos, desaparecidos e exiliados políticos, conhecido como comitê Eureka.
A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) do México também lamentou a morte da ativista, a quem considera uma "pioneira na defesa dos direitos humanos, da paz e da democracia no México".
Os desaparecimentos, que segundo dados oficiais somam mais de 90.000, começaram no México com a chamada "guerra suja" das autoridades contra os movimentos revolucionários de esquerda das décadas de 1960 a 1980.
Esse número, no entanto, disparou a partir da década de 2000, com o aumento das atividades dos traficantes de drogas no país e com a guerra que o ex-presidente Felipe Calderón (2006-2012) declarou contra os cartéis da droga no início de seu governo, por meio de uma estratégia de enfrentamento que contou com a participação de forças militares.
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A ativista mexicana de direitos humanos, Rosario Ibarra de Piedra, morreu no sábado (16), aos 95 anos, na cidade de Monterrey, no norte de México, informou o presidente do país, Andrés Manuel López Obrador.
"Má notícia: morreu Rosario Ibarra de Piedra, que sempre nos lembrará do amor mais profundo pelas crianças e da solidariedade com aqueles que sofrem com o desaparecimento de seus entes queridos", escreveu López Obrador no Twitter.
Depois o desaparecimento de seu filho Jesús Piedra, em 1975, após ser acusado de pertencer à Liga Comunista 23 de Setembro, Rosario fundou o comitê em prol da defesa de presos, perseguidos, desaparecidos e exiliados políticos, conhecido como comitê Eureka.
A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) do México também lamentou a morte da ativista, a quem considera uma "pioneira na defesa dos direitos humanos, da paz e da democracia no México".
Os desaparecimentos, que segundo dados oficiais somam mais de 90.000, começaram no México com a chamada "guerra suja" das autoridades contra os movimentos revolucionários de esquerda das décadas de 1960 a 1980.
Esse número, no entanto, disparou a partir da década de 2000, com o aumento das atividades dos traficantes de drogas no país e com a guerra que o ex-presidente Felipe Calderón (2006-2012) declarou contra os cartéis da droga no início de seu governo, por meio de uma estratégia de enfrentamento que contou com a participação de forças militares.