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De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o terremoto desencadeou uma alta possibilidade de liquefação do solo em uma área superior a mil km², que abrange mais de um milhão de pessoas. A liquefação ocorre quando solos soltos e saturados de água perdem resistência devido às vibrações do tremor, transformando o solo em uma substância com propriedades líquidas. "A liquefação pode causar o tombamento de edifícios, a expulsão de areia e água em 'vulcões de areia' e a deformação permanente da superfície do solo", explica o USGS.
A situação gerou uma mobilização internacional para fornecer ajuda. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que as Nações Unidas estão atuando para atender às necessidades emergenciais das vítimas. Já a Cruz Vermelha relatou danos extensivos em infraestrutura pública, incluindo estradas, pontes e represas. “Temos preocupações com represas de grande porte”, alertou Marie Manrique, coordenadora da organização.
Em Mianmar, a mídia estatal confirmou o colapso de duas pontes e a destruição de edifícios em ao menos cinco cidades, incluindo Mandalay, uma das mais atingidas. Na Tailândia, sirenes foram acionadas em Bangkok, causando pânico e levando moradores às ruas. Equipes de resgate seguem trabalhando para localizar sobreviventes e mitigar os impactos do desastre.
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De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o terremoto desencadeou uma alta possibilidade de liquefação do solo em uma área superior a mil km², que abrange mais de um milhão de pessoas. A liquefação ocorre quando solos soltos e saturados de água perdem resistência devido às vibrações do tremor, transformando o solo em uma substância com propriedades líquidas. "A liquefação pode causar o tombamento de edifícios, a expulsão de areia e água em 'vulcões de areia' e a deformação permanente da superfície do solo", explica o USGS.
A situação gerou uma mobilização internacional para fornecer ajuda. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que as Nações Unidas estão atuando para atender às necessidades emergenciais das vítimas. Já a Cruz Vermelha relatou danos extensivos em infraestrutura pública, incluindo estradas, pontes e represas. “Temos preocupações com represas de grande porte”, alertou Marie Manrique, coordenadora da organização.
Em Mianmar, a mídia estatal confirmou o colapso de duas pontes e a destruição de edifícios em ao menos cinco cidades, incluindo Mandalay, uma das mais atingidas. Na Tailândia, sirenes foram acionadas em Bangkok, causando pânico e levando moradores às ruas. Equipes de resgate seguem trabalhando para localizar sobreviventes e mitigar os impactos do desastre.