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A economia dos Estados Unidos cresceu 5,7% em 2021 — maior avanço desde 1984. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (27), na estimativa preliminar do PIB (Produto Interno Bruto) do país feita pelo Departamento de Comércio americano. No ano anterior, o índice havia tido o maior recuo dos últimos 74 anos, apresentando retração de 3,4%.
Consultados pela Reuters, economistas previam crescimento de 5,5%, em projeções que iam de 3,4% a 7%. No terceiro trimestre, o país teve um ritmo de crescimento de 2,3%. No quarto trimestre resultou em um aumento do PIB a uma taxa anualizada de 6,9%, também segundo mostra a estimativa preliminar. A recuperação pode até mesmo atenuar a situação do presidente Joe Biden, que tem perdido popularidade desde que o Congresso se negou a aprovar um projeto de investimento que custaria US$ 1,75 trilhão.
No âmbito geral de 2021, a economia dos EUA foi empurrada por juros baixos e pela grande quantidade de estímulos fiscais. Para a aceleração do processo no último trimestre do ano, no entanto, um dos motivos foi o reabastecimento dos estoques das empresas: aquelas que haviam reduzido sua oferta de produtos viram os gastos da população migrarem do setor de serviços para o de bens e foram pressionadas a se recompor em razão da forte demanda.
Os gastos do consumidor são responsáveis por mais de 60% da atividade econômica dos Estados Unidos, e acabaram diminuindo em razão da alta da inflação, que corroeu parte do poder de compra da população. Além disso, surtos de infecções por Covid-19, impulsionados pela cepa ômicron — que tem grande transmissibilidade —, levaram à interrupção ou restrição de atividades do setor de serviço e em fábricas, reduzindo a potência do avanço.
Menos incentivos e mais juros
Com o país mais perto da estabilidade e crescendo significativamente, o banco central americano Federal Reserve começou a abrir mão dos incentivos e a planejar um novo aumento das taxas de juros, que deve acontecer a partir do mês de março. "A economia não precisa mais de níveis altos e sustentados de apoio da política monetária", explicou o chefe da autoridade monetária, Jerome Powell.
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A economia dos Estados Unidos cresceu 5,7% em 2021 — maior avanço desde 1984. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (27), na estimativa preliminar do PIB (Produto Interno Bruto) do país feita pelo Departamento de Comércio americano. No ano anterior, o índice havia tido o maior recuo dos últimos 74 anos, apresentando retração de 3,4%.
Consultados pela Reuters, economistas previam crescimento de 5,5%, em projeções que iam de 3,4% a 7%. No terceiro trimestre, o país teve um ritmo de crescimento de 2,3%. No quarto trimestre resultou em um aumento do PIB a uma taxa anualizada de 6,9%, também segundo mostra a estimativa preliminar. A recuperação pode até mesmo atenuar a situação do presidente Joe Biden, que tem perdido popularidade desde que o Congresso se negou a aprovar um projeto de investimento que custaria US$ 1,75 trilhão.
No âmbito geral de 2021, a economia dos EUA foi empurrada por juros baixos e pela grande quantidade de estímulos fiscais. Para a aceleração do processo no último trimestre do ano, no entanto, um dos motivos foi o reabastecimento dos estoques das empresas: aquelas que haviam reduzido sua oferta de produtos viram os gastos da população migrarem do setor de serviços para o de bens e foram pressionadas a se recompor em razão da forte demanda.
Os gastos do consumidor são responsáveis por mais de 60% da atividade econômica dos Estados Unidos, e acabaram diminuindo em razão da alta da inflação, que corroeu parte do poder de compra da população. Além disso, surtos de infecções por Covid-19, impulsionados pela cepa ômicron — que tem grande transmissibilidade —, levaram à interrupção ou restrição de atividades do setor de serviço e em fábricas, reduzindo a potência do avanço.
Menos incentivos e mais juros
Com o país mais perto da estabilidade e crescendo significativamente, o banco central americano Federal Reserve começou a abrir mão dos incentivos e a planejar um novo aumento das taxas de juros, que deve acontecer a partir do mês de março. "A economia não precisa mais de níveis altos e sustentados de apoio da política monetária", explicou o chefe da autoridade monetária, Jerome Powell.