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string(2372) "Em meio ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou, nesta quinta-feira (22), sua iniciativa diplomática batizada de Conselho de Paz. O projeto, que nasceu com o objetivo de contribuir para uma solução do conflito na Faixa de Gaza, ganhou contornos mais ambiciosos e passou a ser defendido pela Casa Branca como um espaço de diálogo para crises internacionais mais amplas.
O lançamento ocorreu em um evento público ao lado de chefes de Estado e de governo que aceitaram integrar o conselho. Subiram ao palco com Trump o presidente da Argentina, Javier Milei; o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto; e o líder do Azerbaijão, Ilham Aliyev, entre outros representantes.
A iniciativa também reúne países do Oriente Médio, da Ásia Central, do Leste Europeu e da América Latina. Participaram da assinatura do Conselho de Paz de Trump representantes dos seguintes países:
- Argentina
- Armênia
- Azerbaijão
- Bulgária
- Hungria
- Indonésia
- Jordânia
- Cazaquistão
- Kosovo
- Paquistão
- Paraguai
- Catar
- Arábia Saudita
- Turquia
- Uzbequistão
- Emirados Árabes Unidos
- Mongólia
Apesar da diversidade geográfica, o grupo é menor do que o esperado. No início da semana, integrantes do governo americano chegaram a mencionar a possibilidade de cerca de 35 países aderirem ao conselho, número que não se concretizou no evento de lançamento.
Outro ponto que chamou atenção foi a ausência de países da Europa Ocidental. Segundo fontes diplomáticas, algumas dessas nações demonstraram reservas quanto à proposta, especialmente pela possibilidade de o conselho abrir espaço para interlocução com atores considerados adversários estratégicos, como a Rússia, em conflito direto com aliados europeus.
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A iniciativa também reúne países do Oriente Médio, da Ásia Central, do Leste Europeu e da América Latina. Participaram da assinatura do Conselho de Paz de Trump representantes dos seguintes países:
- Argentina
- Armênia
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Apesar da diversidade geográfica, o grupo é menor do que o esperado. No início da semana, integrantes do governo americano chegaram a mencionar a possibilidade de cerca de 35 países aderirem ao conselho, número que não se concretizou no evento de lançamento.
Outro ponto que chamou atenção foi a ausência de países da Europa Ocidental. Segundo fontes diplomáticas, algumas dessas nações demonstraram reservas quanto à proposta, especialmente pela possibilidade de o conselho abrir espaço para interlocução com atores considerados adversários estratégicos, como a Rússia, em conflito direto com aliados europeus.