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string(77) "Conflito na Ucrânia 'não é inevitável', diz secretário da Defesa dos EUA"
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Um conflito na Ucrânia "não é inevitável", apesar de o presidente russo, Vladimir Putin, ter concentrado mais de 100.000 soldados na fronteira, afirmou nesta sexta-feira (28) o secretário americano da Defesa, Lloyd Austin.
"O conflito não é inevitável. Ainda há tempo e espaço para a diplomacia", afirmou Austin à imprensa no Pentágono. "Putin também pode fazer o certo", acrescentou. "Não há nenhuma razão pela qual esta situação tenha que se tornar um conflito. Ele pode optar por uma desescalada. Pode ordenar que suas tropas se retirem".
O chefe de estado-maior americano, Mark Milley, advertiu, também nesta sexta, que um ataque em larga escala da Rússia à Ucrânia teria consequências "assustadoras".
"Podem imaginar como ficariam as áreas urbanas densas", afirmou o general Milley, prevendo "uma quantidade significativa de baixas" no caso de uma ofensiva. "Seria assustador, seria terrível".
A Rússia condiciona uma desescalada ao fim da política de expansão da Otan para o Leste e que a Ucrânia não chegue a integrar o bloco. Além disso, exige que a Aliança Atlântica elimine a infraestrutura militar instalada nos países do Leste Europeu a partir de 1997.
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Um conflito na Ucrânia "não é inevitável", apesar de o presidente russo, Vladimir Putin, ter concentrado mais de 100.000 soldados na fronteira, afirmou nesta sexta-feira (28) o secretário americano da Defesa, Lloyd Austin.
"O conflito não é inevitável. Ainda há tempo e espaço para a diplomacia", afirmou Austin à imprensa no Pentágono. "Putin também pode fazer o certo", acrescentou. "Não há nenhuma razão pela qual esta situação tenha que se tornar um conflito. Ele pode optar por uma desescalada. Pode ordenar que suas tropas se retirem".
O chefe de estado-maior americano, Mark Milley, advertiu, também nesta sexta, que um ataque em larga escala da Rússia à Ucrânia teria consequências "assustadoras".
"Podem imaginar como ficariam as áreas urbanas densas", afirmou o general Milley, prevendo "uma quantidade significativa de baixas" no caso de uma ofensiva. "Seria assustador, seria terrível".
A Rússia condiciona uma desescalada ao fim da política de expansão da Otan para o Leste e que a Ucrânia não chegue a integrar o bloco. Além disso, exige que a Aliança Atlântica elimine a infraestrutura militar instalada nos países do Leste Europeu a partir de 1997.