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Pernambuco é rubro-negro pela 46ª vez! O Sport venceu o Náutico por 3 a 0 nos Aflitos, neste domingo (8), no jogo de volta da final do Campeonato Pernambucano, e conquistou o seu tetracampeonato estadual.
Vindo de um empate por 3 a 3 na ida, na Ilha do Retiro, o Leão, mesmo como visitante no segundo clássico, liquidou a partida ainda no primeiro tempo ao aproveitar a vantagem numérica em campo; nos acréscimos do segundo, fechou a conta.
Aos 14 minutos, o zagueiro Wanderson, do Timbu, errou na saída de bola; Gustavo Maia cruzou e Iury Castilho marcou para abrir o placar no estádio alvirrubro. Aos 39, Dodô foi expulso por uma falta dura em Gustavo Maia e, logo aos 42, Barletta fez grande jogada e rolou para Augusto Pucci marcar o segundo. Aos 52 minutos, Augusto Pucci foi derrubado na área por Yuri Silva, e o Sport teve um pênalti assinalado. Na cobrança, Iury Castilho foi novamente às redes.
Entre as situações marcantes do jogo, o duelo também ficou registrado pela superlotação no setor visitante dos Aflitos, com a torcida do Sport ficando espremida até cerca dos dez minutos iniciais da partida, quando foi liberado um novo espaço na arquibancada. As mudanças de Roger na escalação rubro-negra surtiram efeito, enquanto os erros individuais dos alvirrubros e a expulsão influenciaram diretamente no resultado da final.
O Timbu agora soma quatro anos sem levantar a taça estadual. Náutico e Sport agora voltam a se encontrar na Série B do Campeonato Brasileiro, com confrontos previstos para os Aflitos e a Ilha do Retir
O JOGO
O jogo começou amarrado e estudado entre as equipes. Houve poucos riscos no início da partida, reflexo do placar em aberto construído no confronto de ida. Assim como no primeiro duelo, o Náutico concentrava suas principais jogadas de ataque pelo setor esquerdo, com Vinícius explorando o duelo individual contra Augusto Pucci, lateral rubro-negro.
O Sport, por sua vez, buscava transições rápidas e bolas lançadas em profundidade. Aos 7 minutos, Zé Lucas recebeu um desses lançamentos e serviu Yago Felipe; de fora da área e de frente para o gol, o meia desferiu o primeiro chute perigoso da partida, com a bola passando à esquerda da meta alvirrubra.
Mais objetivo no começo, o Leão aproveitou quando os erros individuais mudaram de lado. Aos 14 minutos da primeira etapa, uma saída de bola errada do Timbu custou caro: Wanderson errou o passe e o Sport interceptou a jogada. Gustavo Maia, pela esquerda, cruzou rasteiro para Iury Castilho aparecer na pequena área e empurrar para o fundo das redes, abrindo o placar. Depois do gol rubro-negro, o Náutico precisou se impor mais no confronto.
Aos 31 minutos, o Náutico teve uma excelente oportunidade em dose dupla. Após uma bola cruzada rasteira por Yuri Silva, da esquerda para o meio da área, Auremir apareceu de frente para finalizar, mas o chute acabou carimbando o próprio companheiro de equipe, Dodô. Na sobra, a bola se ofereceu para Junior Todinho, que chegou a ajeitar o corpo, mas pegou mal e mandou por cima do gol.
Aos 35 minutos, veio nova resposta do Sport. Uma bola alçada na área caiu nos pés de Barletta, que ajeitou para a perna esquerda e finalizou; a bola desviou no meio do caminho, mas o goleiro Muriel operou uma linda defesa para evitar o segundo gol rubro-negro.
Para tornar a situação do Náutico ainda mais dramática, Dodô foi expulso após uma falta dura em Gustavo Maia, aos 39 minutos. O árbitro Paulo César Zanovelli foi acionado pelo VAR, revisou a jogada e aplicou o cartão vermelho, deixando o Leão com um jogador a mais no clássico.
A vantagem numérica não demorou a surtir efeito. Barletta escapou em velocidade pela direita, venceu Igor Fernandes no corpo e protegeu bem a posse antes de servir Augusto Pucci. O lateral apareceu livre de marcação dentro da área e finalizou com precisão para marcar o segundo do Sport nos Aflitos.
SEGUNDO TEMPO
As duas equipes retornaram dos vestiários com modificações. O Náutico, diante da clara necessidade de ajustes, voltou para o segundo tempo com logo três substituições. Já o Sport promoveu apenas uma alteração.
O Timbu voltou mais exposto, e o Leão soube usar isso a seu favor nas transições em contra-ataque. Aos seis minutos, Gustavo Maia recebeu um passe em profundidade com liberdade e avançou; cara a cara com Muriel, o atacante tentou por cobertura e, quando a bola ia cruzando a linha da meta, Wanderson apareceu para cortar e evitar o terceiro gol rubro-negro.
Apenas um minuto depois, aos sete, o Sport criou outra oportunidade clara aproveitando os espaços deixados pelo Náutico. Barletta partiu para o mano a mano, cortou para o pé esquerdo e finalizou com efeito; a bola passou tirando tinta da trave e foi para fora.
Em vantagem, o Leão trocou passes com tranquilidade, enquanto o Timbu, ao recuperar a posse, não conseguia levar perigo à meta adversária, sentindo a falta de uma peça de criação no meio-campo.
Aos 36, Carlos de Pena teve sua chance marcar, mas parou em Muriel, que fez outra boa defesa.
Ainda deu para a torcida leonina gritar "olé" nos Aflitos. Aos 52 minutos, Augusto Pucci foi derrubado na área por Yuri Silva, e o Sport teve um pênalti assinalado. Na cobrança, Iury Castilho, o grande nome das finais, marcou seu segundo no confronto e o quarto na soma das decisões. Com o 3 a 0, o Leão sacramentou a vitória e levantou a taça do Campeonato Pernambucano 2026.
FICHA DA PARTIDA
Náutico: Muriel; Arnaldo (Reginaldo), Wanderson, Igor Fernandes e Yuri Silva; Auremir (Luiz Felipe), Wenderson (Juninho) e Dodô; Júnior Todinho (Felipe Saraiva/Samuel Rosa), Vinícius e Paulo Sérgio. Técnicos: Hélio e Guilherme dos Anjos.
Sport: Thiago Couto; Augusto Pucci, Marcelo Bevenenuto, Marcelo Ajul e Felipinho; Zé Gabriel (Pedro Martins/Carlos de Pena), Zé Lucas e Yago Felipe (Marlon Douglas); Barletta (Max), Gustavo Maia (Clayson) e Iury Castilho. Técnico: Roger Silva.
Local: Estádio dos Aflitos, no Recife
Horário: 18h
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli (FIFA-MG)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique (FIFA-RJ) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MASTER-MS)
4ª Árbitra: Rejane Caetano da Silva (FIFA-CE)
VAR: Pablo Ramon Pinheiro (FIFA-RN)
AVAR: Fabrício Porfirio de Moura (MASTER-SP)
Gols: Iury Castilho (14/1T), Augusto Pucci (42/1T), Iury Castilho (53/2T)
Cartões amarelos: Arnaldo (Náutico), Yuri Silva (Náutico), Luiz Felipe (Náutico); Zé Gabriel (Sport), Pedro Martins (Sport), Zé Lucas (Sport)
Cartão vermelho: Dodô (Náutico)
Público: 17.661
Renda: 768.668,00
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Vindo de um empate por 3 a 3 na ida, na Ilha do Retiro, o Leão, mesmo como visitante no segundo clássico, liquidou a partida ainda no primeiro tempo ao aproveitar a vantagem numérica em campo; nos acréscimos do segundo, fechou a conta.
Aos 14 minutos, o zagueiro Wanderson, do Timbu, errou na saída de bola; Gustavo Maia cruzou e Iury Castilho marcou para abrir o placar no estádio alvirrubro. Aos 39, Dodô foi expulso por uma falta dura em Gustavo Maia e, logo aos 42, Barletta fez grande jogada e rolou para Augusto Pucci marcar o segundo. Aos 52 minutos, Augusto Pucci foi derrubado na área por Yuri Silva, e o Sport teve um pênalti assinalado. Na cobrança, Iury Castilho foi novamente às redes.
Entre as situações marcantes do jogo, o duelo também ficou registrado pela superlotação no setor visitante dos Aflitos, com a torcida do Sport ficando espremida até cerca dos dez minutos iniciais da partida, quando foi liberado um novo espaço na arquibancada. As mudanças de Roger na escalação rubro-negra surtiram efeito, enquanto os erros individuais dos alvirrubros e a expulsão influenciaram diretamente no resultado da final.
O Timbu agora soma quatro anos sem levantar a taça estadual. Náutico e Sport agora voltam a se encontrar na Série B do Campeonato Brasileiro, com confrontos previstos para os Aflitos e a Ilha do Retir
O JOGO
O jogo começou amarrado e estudado entre as equipes. Houve poucos riscos no início da partida, reflexo do placar em aberto construído no confronto de ida. Assim como no primeiro duelo, o Náutico concentrava suas principais jogadas de ataque pelo setor esquerdo, com Vinícius explorando o duelo individual contra Augusto Pucci, lateral rubro-negro.
O Sport, por sua vez, buscava transições rápidas e bolas lançadas em profundidade. Aos 7 minutos, Zé Lucas recebeu um desses lançamentos e serviu Yago Felipe; de fora da área e de frente para o gol, o meia desferiu o primeiro chute perigoso da partida, com a bola passando à esquerda da meta alvirrubra.
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As duas equipes retornaram dos vestiários com modificações. O Náutico, diante da clara necessidade de ajustes, voltou para o segundo tempo com logo três substituições. Já o Sport promoveu apenas uma alteração.
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Em vantagem, o Leão trocou passes com tranquilidade, enquanto o Timbu, ao recuperar a posse, não conseguia levar perigo à meta adversária, sentindo a falta de uma peça de criação no meio-campo.
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Náutico: Muriel; Arnaldo (Reginaldo), Wanderson, Igor Fernandes e Yuri Silva; Auremir (Luiz Felipe), Wenderson (Juninho) e Dodô; Júnior Todinho (Felipe Saraiva/Samuel Rosa), Vinícius e Paulo Sérgio. Técnicos: Hélio e Guilherme dos Anjos.
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