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O Minas voltou a levar a melhor no clássico com o Praia e conquistou o terceiro título consecutivo da Superliga Feminina diante do rival. O time de BH venceu a segunda partida da decisão, por 3 sets a 1, nesta sexta-feira, na Arena Nilson Nelson, em Brasília, e fechou a série melhor de três com dois triunfos. As parciais foram de 26/24, 18/25, 25/15 e 25/17.
O Minas repetiu o placar do primeiro jogo, na semana passada, e evitou a necessidade de um terceiro confronto. Foi o quarto título do clube de BH na história da Superliga Feminina - também faturou a antiga Liga Nacional de 1992/93. O Praia, que fez a melhor campanha na fase de classificação, amargou mais um vice diante das rivais e teve adiado o sonho do bi. O time do Triângulo ergueu a taça uma vez, em 2017/18, diante do Rio de Janeiro, do técnico Bernardinho.
A exemplo do primeiro jogo, a torcida compareceu em ótimo número ao ginásio (9.129 pessoas) e assistiu a mais um clássico mineiro marcado por disputa intensa, ralis empolgantes e reviravoltas no placar. O Minas aproveitou o nervosismo do Praia, que cometeu erros em momentos cruciais e pagou com a segunda derrota na série melhor de três. As comandadas do técnico italiano Nicola Negro mantiveram a hegemonia nacional. A série vitoriosa na Superliga começou em 2018/19 e teve sequência em 2020/21 e nesta temporada. Em 2019/20, a competição foi interrompida pela pandemia.
O tri consecutivo da Superliga foi um prêmio para o Minas pela superação ao longo da temporada, com problemas de lesão e também COVID-19. Nas semifinais, o time perdeu um dos destaques, a oposta norte-americana Dani Cuttino, que sofreu lesão na mão esquerda e retornou aos EUA para tratamento. A jovem Kisy, de 22 anos, foi a aposta do técnico Nicola Negro e deu conta do recado, se transformando em arma na saída de rede.
O treinador italiano, que faturou o bi da Superliga com o Minas, mostrou que tem o grupo nas mãos e um comando firme. Sem Dani Cuttino, além de Kisy, a ponteira turca Neriman Ozsoy assumiu a responsabilidade e se tornou a principal opção da levantadora Macris na entrada de rede. Com repertório variado no ataque, ela foi importante também na defesa e no passe, dando consistência e volume de jogo às minas-tenistas.
O JOGO
Com público ainda chegando ao ginásio, Minas e Praia tiveram um começo de clássico marcado pela intensidade. O time de Uberlândia, melhor no início, abriu 8 a 5 e esteve em vantagem até o fim, quando fez 23 a 20. Mas veio a reação minas-tenista, com erros do adversário e Neri Ozsoy inspirada:
26 a 24, 1 a 0.
O Praia deu o troco com mudança prevista, mas importante do técnico Paulo Coco. Ele tirou a ponteira Anna Buijs e escalou a jovem Tainara desde o começo. Mais presente no ataque, a versátil jogadora foi decisiva e, ao lado da oposta Brayelin Martínez, melhorou a virada de bola das aurinegras. O Minas, por sua vez, caiu de produção e permitiu o empate, com 25 a 18: 1 a 1.
Os dois sets finais foram de amplo domínio do Minas, um autêntico passeio. No terceiro, o Praia se perdeu novamente e levou 25 a 15. A central Thaisa, até então pouco acionada, pediu mais bolas e começou a pontuar, inclusive no bloqueio, sua especialidade. Na quarta parcial, as minas-tenistas mantiveram o controle, enquanto as rivais demonstraram nervosismo, mesmo sem entregar a partida. Valeu o volume de jogo, com defesas incríveis - em destaque a líbero Léia -, e o time de BH abriu larga vantagem para faturar o caneco com triunfo em 25 a 17: 3 a 1. Festa minas-tenista em Brasília.
A oposta Kisy foi a principal pontuadora, com 22 acertos. Ela recebeu o Troféu VivaVôlei como melhor em quadra na partida decisiva. "Primeiro eu quero agradecer a Deus, ao time, que em um momento tão importante para mim, elas se doaram, ajudaram. Eu nem sei expressar o que estou sentindo. A gente merece. É isso. Eu acho que a gente mereceu, trabalhamos duro para isso. Todo mundo sabe como foi a nossa temporada, de altos e baixos. Acho que o melhor presente que todos poderiam receber era esse título", destacou.

Oposta Kisy, de 22 anos, foi a melhor em quadra na partida decisiva: 22 pontos /
foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBVO
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O Minas repetiu o placar do primeiro jogo, na semana passada, e evitou a necessidade de um terceiro confronto. Foi o quarto título do clube de BH na história da Superliga Feminina - também faturou a antiga Liga Nacional de 1992/93. O Praia, que fez a melhor campanha na fase de classificação, amargou mais um vice diante das rivais e teve adiado o sonho do bi. O time do Triângulo ergueu a taça uma vez, em 2017/18, diante do Rio de Janeiro, do técnico Bernardinho.
A exemplo do primeiro jogo, a torcida compareceu em ótimo número ao ginásio (9.129 pessoas) e assistiu a mais um clássico mineiro marcado por disputa intensa, ralis empolgantes e reviravoltas no placar. O Minas aproveitou o nervosismo do Praia, que cometeu erros em momentos cruciais e pagou com a segunda derrota na série melhor de três. As comandadas do técnico italiano Nicola Negro mantiveram a hegemonia nacional. A série vitoriosa na Superliga começou em 2018/19 e teve sequência em 2020/21 e nesta temporada. Em 2019/20, a competição foi interrompida pela pandemia.
O tri consecutivo da Superliga foi um prêmio para o Minas pela superação ao longo da temporada, com problemas de lesão e também COVID-19. Nas semifinais, o time perdeu um dos destaques, a oposta norte-americana Dani Cuttino, que sofreu lesão na mão esquerda e retornou aos EUA para tratamento. A jovem Kisy, de 22 anos, foi a aposta do técnico Nicola Negro e deu conta do recado, se transformando em arma na saída de rede.
O treinador italiano, que faturou o bi da Superliga com o Minas, mostrou que tem o grupo nas mãos e um comando firme. Sem Dani Cuttino, além de Kisy, a ponteira turca Neriman Ozsoy assumiu a responsabilidade e se tornou a principal opção da levantadora Macris na entrada de rede. Com repertório variado no ataque, ela foi importante também na defesa e no passe, dando consistência e volume de jogo às minas-tenistas.
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Com público ainda chegando ao ginásio, Minas e Praia tiveram um começo de clássico marcado pela intensidade. O time de Uberlândia, melhor no início, abriu 8 a 5 e esteve em vantagem até o fim, quando fez 23 a 20. Mas veio a reação minas-tenista, com erros do adversário e Neri Ozsoy inspirada:
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Oposta Kisy, de 22 anos, foi a melhor em quadra na partida decisiva: 22 pontos /
foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBVO