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string(8057) "A Bélgica, que havia sofrido em três de quatro jogos da Copa do Mundo, virou a página, atuou de forma convincente e acabou com o sonho dos Estados Unidos. A equipe europeia dominou a partida, venceu por 4 a 1 e avançou às quartas de final. O Lumen Field, em Seattle, recebeu o embate que custou a vida do último anfitrião do torneio, nesta segunda-feira (6/7) – México e Canadá deram adeus anteriormente.
A Seleção Belga sobrou na primeira parcial, criou as principais chances e se aproveitou da má organização defensiva dos Estados Unidos para marcar duas vezes, ambas com o atacante De Ketelaere. Os donos da casa descontaram em cobrança de falta do volante Tillman que desviou no meio do caminho e deixou o goleiro Courtois rendido.
Os Estados Unidos até voltaram mais agressivos na segunda etapa e deram volume ao setor ofensivo. Contudo, foram castigados por erro de Freese. O arqueiro saiu da meta para afastar lançamento, mas tropeçou e viu a bola sobrar com o meia Vanaken. Ainda deu tempo de o atacante Lukaku marcar o quarto nos acréscimos.
Sequência na Copa do Mundo
Classificada, a Bélgica terá dura missão nas quartas de final: encara a Espanha, uma das favoritas ao título. O embate ocorrerá nesta sexta-feira (10/7), às 16h, no SoFi Stadium, em Inglewood, nos EUA.
EUA x Bélgica
A Bélgica adotou postura ofensiva desde o primeiro instante. De cara, na primeira chance, o lateral-direito Castagne arriscou de fora da área e não fosse bela defesa de Freese, a equipe europeia teria aberto o marcador ali mesmo. Indícios do que viria pela frente.
Em novo momento de pressão, o atacante Trossard tentou cruzamento pelo lado esquerdo e viu a defesa cortar. Mas cortar mal. O volante Raskin pegou a sobra na grande área – não foi pressionado por nenhum dos quatro marcadores que o cercavam – e bateu cruzado. De Ketelaere precisou apenas escorar para abrir o placar aos oito minutos: 1 a 0.
A Bélgica seguiu dominante frente aos Estados Unidos, apáticos pela primeira vez desde o início do Mundial. Apesar da dominância da equipe europeia, os donos da casa buscaram o empate em cobrança de falta, aos 31 minutos. O volante Tillman chutou direto da entrada da grande área e contou com desvio na barreira para tirar Courtois do lance: 1 a 1.
Não houve tempo para celebrar. A Bélgica respondeu imediatamente, mais uma vez pelo lado esquerdo. Trossard deixou a marcação para trás e cruzou na medida para De Ketelaere. O atacante ganhou pelo alto e ampliou de cabeça, coroando a parcial superior: 2 a 1.
O técnico Mauricio Pochettino não gostou nada do que testemunhou em campo, exigiu mudança de postura e deixou a equipe mais ofensiva ao acionar o meio-campista Reyna na vaga do lateral-direito Dest. A estratégia deu certo por algum tempo, e os Estados Unidos apresentaram mais volume no campo de ataque. A torcida identificou o bom momento e aumentou o tom para apoiar. Só não contava com um banho de água fria.
A Bélgica viu uma bola longa que nem parecia ter destino resultar em gol. O zagueiro Ream lançou De Ketelaere, e Freese saiu da área na intenção de afastar o perigo. O arqueiro estava inteiro na bola. A dominou com o peito e se preparou para um chutão. Até que deu um bico no gramado, tropeçou e foi desarmado pelo atacante belga, que havia permanecido na sombra. Atento no lance, o meia Vanaken chutou de primeira, de longe, e marcou o terceiro: 3 a 1. Restou ao goleiro colocar as mãos na cabeça e lamentar a lambança.
Os Estados Unidos ensaiaram jogadas, mas assustaram mesmo apenas uma vez. A Bélgica, por sua vez, administrava o resultado. Ainda deu tempo de o experiente Lukaku marcar. O camisa nove aproveitou roubada de bola na faixa direita do gramado, invadiu a grande área e bateu, aos 47 minutos: 4 a 1.
EUA X BÉLGICA
EUA: Matt Freese; Alex Freeman, Tim Ream, Chris Richards e Antonee Robinson; Tyler Adams (Pepi, aos 26′ do 2T), Weston McKennie e Malik Tillman; Sergiño Dest (Reyna, no intervalo), Christian Pulisic (Berhalter, aos 13′ do 2ºT) e Folarin Balogun. Técnico: Mauricio Pochettino.
Bélgica:Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Brandon Mechele, Nathan Ngoy e Maxim De Cuyper; Nicolas Raskin (Witsel, aos 43′ do 2ºT), Amadou Onana (Vanaken, aos 20′ do 1ºT) e Youri Tielemans; Leandro Trossard (Saelemaekers, aos 43′ do 2ºT), Dodi Lukebakio (Doku, aos 21′ do 2ºT) e Charles De Ketelaere (Lukaku, aos 21′ do 2ºT). Técnico: Rudi Garcia.
Motivo: oitavas de final da Copa do Mundo
Local: Lumen Field, em Seattle, nos Estados Unidos
Gols: De Ketelaere, aos 8′ do 1ºT (BEL); Tillman, aos 31′ do 1ºT (EUA); De Ketelaere, aos 32′ do 1ºT (BEL); Vanaken, aos 11′ do 2ºT (BEL); Lukaku, aos 47′ do 2T (BEL)
Árbitro: Adham Makhadmeh
Assistentes: Mohammad Al-Khalaf e Ahmad Alroalle
VAR:
Cartões amarelos: McKennie, aos 34′ do 1ºT (EUA); Tillman, aos 23′ do 2ºT (USA)
Cartão vermelho: –
Público: X torcedores
Renda: –
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A Seleção Belga sobrou na primeira parcial, criou as principais chances e se aproveitou da má organização defensiva dos Estados Unidos para marcar duas vezes, ambas com o atacante De Ketelaere. Os donos da casa descontaram em cobrança de falta do volante Tillman que desviou no meio do caminho e deixou o goleiro Courtois rendido.
Os Estados Unidos até voltaram mais agressivos na segunda etapa e deram volume ao setor ofensivo. Contudo, foram castigados por erro de Freese. O arqueiro saiu da meta para afastar lançamento, mas tropeçou e viu a bola sobrar com o meia Vanaken. Ainda deu tempo de o atacante Lukaku marcar o quarto nos acréscimos.
Sequência na Copa do Mundo
Classificada, a Bélgica terá dura missão nas quartas de final: encara a Espanha, uma das favoritas ao título. O embate ocorrerá nesta sexta-feira (10/7), às 16h, no SoFi Stadium, em Inglewood, nos EUA.
EUA x Bélgica
A Bélgica adotou postura ofensiva desde o primeiro instante. De cara, na primeira chance, o lateral-direito Castagne arriscou de fora da área e não fosse bela defesa de Freese, a equipe europeia teria aberto o marcador ali mesmo. Indícios do que viria pela frente.
Em novo momento de pressão, o atacante Trossard tentou cruzamento pelo lado esquerdo e viu a defesa cortar. Mas cortar mal. O volante Raskin pegou a sobra na grande área – não foi pressionado por nenhum dos quatro marcadores que o cercavam – e bateu cruzado. De Ketelaere precisou apenas escorar para abrir o placar aos oito minutos: 1 a 0.
A Bélgica seguiu dominante frente aos Estados Unidos, apáticos pela primeira vez desde o início do Mundial. Apesar da dominância da equipe europeia, os donos da casa buscaram o empate em cobrança de falta, aos 31 minutos. O volante Tillman chutou direto da entrada da grande área e contou com desvio na barreira para tirar Courtois do lance: 1 a 1.
Não houve tempo para celebrar. A Bélgica respondeu imediatamente, mais uma vez pelo lado esquerdo. Trossard deixou a marcação para trás e cruzou na medida para De Ketelaere. O atacante ganhou pelo alto e ampliou de cabeça, coroando a parcial superior: 2 a 1.
O técnico Mauricio Pochettino não gostou nada do que testemunhou em campo, exigiu mudança de postura e deixou a equipe mais ofensiva ao acionar o meio-campista Reyna na vaga do lateral-direito Dest. A estratégia deu certo por algum tempo, e os Estados Unidos apresentaram mais volume no campo de ataque. A torcida identificou o bom momento e aumentou o tom para apoiar. Só não contava com um banho de água fria.
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EUA: Matt Freese; Alex Freeman, Tim Ream, Chris Richards e Antonee Robinson; Tyler Adams (Pepi, aos 26′ do 2T), Weston McKennie e Malik Tillman; Sergiño Dest (Reyna, no intervalo), Christian Pulisic (Berhalter, aos 13′ do 2ºT) e Folarin Balogun. Técnico: Mauricio Pochettino.
Bélgica:Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Brandon Mechele, Nathan Ngoy e Maxim De Cuyper; Nicolas Raskin (Witsel, aos 43′ do 2ºT), Amadou Onana (Vanaken, aos 20′ do 1ºT) e Youri Tielemans; Leandro Trossard (Saelemaekers, aos 43′ do 2ºT), Dodi Lukebakio (Doku, aos 21′ do 2ºT) e Charles De Ketelaere (Lukaku, aos 21′ do 2ºT). Técnico: Rudi Garcia.
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Público: X torcedores
Renda: –