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Pouco mais de 10 mil atleticanos estiveram no estádio. Eles utilizaram os minutos iniciais para deixar claro aos jovens do Galo que a noite seria de apoio. E o canto das arquibancadas embalou o intenso ritmo imposto pelo alvinegro, que esteve próximo de marcar em mais de uma oportunidade antes mesmo dos 15′.
A falta de pontaria do Atlético era o que impedia o Athletico-PR de sofrer gol. Enquanto via o adversário perder chances, o Furacão tentava se encontrar na marcação, mas as infrações cometidas representavam a dificuldade de parar o rápido e habilidoso ataque do Galinho.
Os adjetivos podem ser considerados os ideias para descrever o meia-atacante Riquelme, que aos 41′ fez jogada individual e foi derrubado pelo zagueiro Marcos Aurélio. O pênalti foi marcado, e o meia Vinicius cobrou com força no canto direito do goleiro Arthur, que até passou perto, mas não conseguiu defender.
Tudo que faltou ao Athletico-PR no primeiro tempo foi recompensado no começo da etapa final. Diante de uma torcida adversária menos animada e um rival com linhas mais baixas, a Piazada foi para cima e passou a levar perigo à defesa mineira. O empate não demorou para sair.
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Jogadores do time sub-17 do Atlético comemoram gol na Arena MRV
(foto: Adriano Oliveira/No Ataque)
Atlético se desencontrou
Aos sete minutos, o meio-campista Leonardo Cerci recebeu na entrada da área, bateu colocado e acertou o ângulo, causando euforia no lado rubro-negro. Na comemoração, o camisa 7 dançou em frente à uma das bandeiras de escanteio da Arena MRV, causando um princípio de confusão, mas não passou disso.
O gol sofrido não fez bem ao Atlético, que se parecia muito pouco com o time da etapa anterior. Com um ímpeto ofensivo menor e menos domínio sobre o Athletico-PR, os mandantes seguiram com os problemas na hora da finalização.
Já o Furacão seguiu confiante na virada. E ela aconteceu. Aos 25′, Cerci esteve novamente na entrada da área, mas desta vez sofreu falta. O atacante Willian Bispo cobrou, e, após a bola bater na barreira, o meia Bruno Gabriel mandou para o fundo das redes.
Na reta final da partida, o Galinho controlou a posse de bola e se lançou ao ataque. Das arquibancadas saíam tímidos gritos de “Eu acredito”
A emoção do empate
O barulho acanhado que fazia a torcida mudou de proporção aos 41, quando o lateral-direito Marcos Aurélio derrubou o atacante João Guilherme na área, e o juiz marcou mais um pênalti para o alvinegro.
A reponsabilidade ficou com o meia Gomide, que pareceu não ter sentido a pressão do momento e bateu com categoria para igualar. Na emoção da comemoração, o lateral-esquerdo Enzo Estevão fez gesto com os dedos médios da mão em direção a jogadores do Athletico-PR e, após chamada do VAR, foi expulso.
Com tudo igualado, a decisão ficou para os pênaltis, disputa que o Atlético perdeu por 4 a 3. Ao fim do jogo, os torcedores aplaudiram os jovens do Atlético e cantaram em tom de apoio: “Muito obrigado, o time todo”.
Atlético 2 x 2 Athletico-PR
Atlético:Guilherme Pires; Samuel, Ícaro, Dylan (Enzo Estevão) e Alexsandro (Vieira); Callegario, Gomide e Vinicius (Vagner Lopes); Riquelme, Gabriel Balisa (João Guilherme) e Veneno. Técnico: Rafael Paiva
Athletico-PR:Arthur; Marcos Aurélio (Emanuel), Murilo Camargo, Guilherme Silva (Kauã Enzo) e Arthur Monteiro (José Henrique); Bruno Gabriel, Leonardo Cerci e Gustavo Afonso (Marcelo); William Bispo, Henrique Moritz e Bryan. Técnico: Alexandro Lemos.
Gols: Vinicius, aos 42′ do 1ºT, e Gomide, aos 43′ do 2ºT (Atlético) / Leonardo Cerci, aos 7′ do 2º, e Bruno Gabriel, aos 26′ do 2ºT (Athletico-PR)
Cartões amarelos: Alexsandro (Atlético) / Bryan, Bruno Gabriel, Leonardo Cerci e Murilo Camargo (Athletico-PR)
Cartão vermelho: Enzo Estevão (Atlético)
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Pouco mais de 10 mil atleticanos estiveram no estádio. Eles utilizaram os minutos iniciais para deixar claro aos jovens do Galo que a noite seria de apoio. E o canto das arquibancadas embalou o intenso ritmo imposto pelo alvinegro, que esteve próximo de marcar em mais de uma oportunidade antes mesmo dos 15′.
A falta de pontaria do Atlético era o que impedia o Athletico-PR de sofrer gol. Enquanto via o adversário perder chances, o Furacão tentava se encontrar na marcação, mas as infrações cometidas representavam a dificuldade de parar o rápido e habilidoso ataque do Galinho.
Os adjetivos podem ser considerados os ideias para descrever o meia-atacante Riquelme, que aos 41′ fez jogada individual e foi derrubado pelo zagueiro Marcos Aurélio. O pênalti foi marcado, e o meia Vinicius cobrou com força no canto direito do goleiro Arthur, que até passou perto, mas não conseguiu defender.
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Jogadores do time sub-17 do Atlético comemoram gol na Arena MRV
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A emoção do empate
O barulho acanhado que fazia a torcida mudou de proporção aos 41, quando o lateral-direito Marcos Aurélio derrubou o atacante João Guilherme na área, e o juiz marcou mais um pênalti para o alvinegro.
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Atlético 2 x 2 Athletico-PR
Atlético:Guilherme Pires; Samuel, Ícaro, Dylan (Enzo Estevão) e Alexsandro (Vieira); Callegario, Gomide e Vinicius (Vagner Lopes); Riquelme, Gabriel Balisa (João Guilherme) e Veneno. Técnico: Rafael Paiva
Athletico-PR:Arthur; Marcos Aurélio (Emanuel), Murilo Camargo, Guilherme Silva (Kauã Enzo) e Arthur Monteiro (José Henrique); Bruno Gabriel, Leonardo Cerci e Gustavo Afonso (Marcelo); William Bispo, Henrique Moritz e Bryan. Técnico: Alexandro Lemos.
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