Jogo de tabuleiro, criação de cartão-postal, contação de história e visita guiada. Estas são as atividades que fazem parte da programação da Semana das Crianças, oferecida pelo Palácio da Liberdade, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. De quarta-feira (14) a sábado (17), sempre a partir das 14h, o espaço recebe ações educativas gratuitas, voltadas para crianças de todas as idades. A programação é aberta ao público, sem necessidade de inscrição.

Segundo o Governo de Minas, a proposta é aproximar as crianças da história, da arte e do patrimônio de um jeito leve e participativo. Ao longo da semana, elas vão conhecer a construção de BH jogando em equipe, criar cartões-postais com técnicas como isogravura e carimbaria e brincar de detetive em busca de símbolos escondidos nas pinturas do Palácio. 

Todas as atividades contam com  intérprete de Libras e disponibilidade de abafadores de ruídos para pessoas com Transtorno do Espectro Autista. 

Confira a programação
Quarta-feira (14/10) - De arraial a capital: a construção da cidade de Belo Horizonte
Na atividade que abre a semana, os participantes conhecem a história da construção de Belo Horizonte, desde os tempos do antigo Arraial do Curral del Rei até sua transformação na nova capital de Minas. Depois, colocam a mão na massa em um jogo de tabuleiro colaborativo: no papel de planejadores urbanos, eles criam a própria cidade.

Quinta-feira (15/10) - Cartão-postal
Nesta ação educativa, as crianças refletem sobre patrimônio e pertencimento enquanto criam um cartão-postal. Isogravura, carimbaria, colagem e desenho estarão à disposição no espaço para dar forma às ideias de cada participante.

Sexta-feira (16/10) - Detetives da Liberdade
Uma visita mediada transforma o Palácio em cenário de investigação. Os pequenos detetives saem à caça de ícones e símbolos presentes nas pinturas do espaço, relacionando as imagens com os elementos observados ao longo do percurso.

17/10 (sábado) - Contação de História Íjàpá e a Cabaça
O encerramento é inspirado na história de Íjàpá, a tartaruga sábia do povo Iorubá, contada por Báyò Akómoláfé. Em sua busca por conhecimento, Íjàpá acumula sabedoria até se deparar com um dilema intransponível. A narrativa é o ponto de partida para refletir sobre os desafios da modernidade e novas formas de relação com o mundo, à luz das cosmologias iorubá, e sobre como o encantamento pode abrir portas para novas compreensões

.*Com informações da Agência Minas